Ser professor é: mensagens sobre a jornada no ensinamento

O melhor professor é aquele que te faz pensar, não aquele que te dá a resposta 😌😌⁠.

Ao meu amigo e Professor​ Carlos Alberto Murta.
"Não existe gênio sem o mestre. O professor não traça o destino, mas ilumina a jornada. Ele não carrega o aluno, mas coloca a bússola em suas mãos e entrega o norte para que ele aprenda a caminhar com os próprios pés."
— Ginho Peralta

​"A genialidade é uma chama que precisa de luz para crescer. O professor é aquele que ilumina a estrada e confia a bússola ao aluno, entregando-lhe o norte. Ensinar não é guiar os passos, é dar ao outro o poder de encontrar seu próprio caminho."
— Ginho Peralta

"⁠Nunca se esqueça que seus erros são parte dos seus resultados e são seus melhores professores"

“Quando a escola adoece emocionalmente seus professores, ela também adoece silenciosamente o futuro de seus alunos. Cuidar da saúde mental de quem ensina é um dever humano, ético e educacional.”


Prof. Valter de Menezes Eugênio

“A BNCC não deve aprisionar o professor em burocracias; deve abrir possibilidades para uma prática pedagógica mais humana, contextualizada e transformadora.”
Do livro BNCC Aplicada na Prática — Conectando a Educação com a Realidade para Despertar o Interesse dos Alunos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

A SABEDORIA DO TEMPO


"O tempo é o melhor professor: ele afasta quem não deve ficar, cura o que parecia eterno e traz a resposta que o coração tanto buscava. Confie no relógio da vida; ele nunca se atrasa."


Lucia Reflexões &Vida

Poesia Infantil – “História na Hora da Soneca”


A professora conta baixinho,
com voz de nuvem no ar.
O Bento fecha os olhinhos,
pronto pra imaginar.


No tapetinho macio,
o mundo inteiro aparece:
tem estrela, tem passarinho,
tem sonho que nunca esquece.


Cada palavra é um abraço,
cada rima, um afago no chão.
E o Bento, guardião de sonhos,
ouve tudo de coração.

Obra de Contos "Gotinhas de Amor: Onde a Magia Acontece..." a todos os professores que se dedicam, reinventam e contornam as situações difíceis. Que a paixão pela educação continue sendo a bússola para a transformação de vidas.

Hoje, espera-se que o professor seja gestor de conflitos, mediador familiar, psicólogo improvisado, agente social, produtor de relatórios, alimentador de plataformas, responsável por índices, motivador permanente e, de alguma forma, o último elo de uma corrente que começou a se romper muito antes de sua chegada.

Se uma professora mulher não compreende as dificuldades contemporâneas de uma aluna mulher, que enfrenta seus próprios traumas e desafios pessoais, a educação deixa de ser libertadora. O discurso de “professora sábia” torna-se equivocado. Todo o conhecimento que o(a) professor(a) acumulou perde valor se sua atitude afasta os alunos da sala de aula, comprometendo o direito deles a um futuro digno. Assim, a promessa e a missão do(a) professor(a) em formar cidadãos participativos, críticos e cooperativos, capazes de atender às necessidades básicas de aprendizagem; não se concretizam. De nada adianta o discurso bonito e bem elaborado se as atitudes e palavras forem desmotivadoras para o(a) aluno(a).

Aprendi a duras penas que, a sala dos professores é uma boa oportunidade para ler boas obras. Foi, justamente, aqui que conversei com autores que transformaram minha forma de pensar...

Hoje o professor me perguntou: Quem é você?
Então fiquei me perguntando o resto da tarde, e essa seria minha resposta.


Sou feito de melancolia, textos e livros. De dias nublados e luzes amarelas. Sou como um café confortante tomado em um dia frio. Sou aquele que coleciona livros, sentimentos e palavras. Sou feliz, ás vezes triste , ansioso, mas também esperança. Sou alguém que ainda está se descobrindo entre páginas, sonhos e silêncios.

Meus professores não tinham nomes gentis, foram a tristeza, o sofrimento e a incerteza. Nunca fui um bom aluno, por isso ainda tento decifrar suas lições.

Na dúvida, aceitei o engano como professor, reajustei velas e segui adiante, o vento já conhece meu nome.

Já abracei o medo e chamei de aprendizado. Abraçar o medo é transformá-lo em professor, com ele aprendemos onde pisar com cuidado.

A dor é uma professora que não aceita faltas, e suas lições, embora amargas, são as únicas que se fixam na alma, e o processo de cicatrização não é linear, nem bonito, mas uma batalha suada e invisível contra a memória do trauma, e é preciso honrar cada passo lento, cada recuo que precede um avanço maior e mais significativo. Não se cobre a perfeição na arte de se reerguer, a beleza reside na coragem de ser imperfeito, de abraçar o processo caótico da cura e de entender que o seu valor não está na ausência de feridas, mas na audácia de continuar lutando mesmo com a alma marcada pelas batalhas passadas.

o professor colaborador ou profissional de apoio atua como parceiro na vivência escolar, favorecendo a participação, a autonomia e a permanência do aprendente nas atividades escolares, sempre respeitando os limites de sua função.

O professor do AEE identifica barreiras, elabora estratégias, viabiliza recursos de acessibilidade e complementa o processo educacional, sem substituir o ensino da sala regular.

O professor da sala comum é o maestro que conduz a orquestra da aprendizagem. É ele quem harmoniza as diferentes potencialidades, ritmos e necessidades presentes na sala de aula, tornando cada aprendente parte essencial desse grande concerto chamado EDUCAÇÃO.