Mensagem Pesar Morte
Como uma marionete, cujos fios se tivessem escapado dos dedos de seu manipulador, após uma morte breve e rígida e num momentâneo embotamento dos sentidos, volta a reanimar-se, volta a entrar em ação, a dançar e a agitar-se, assim corri, como arrastado por um fio mágico, para o tumulto donde há pouco fugira fatigado, desanimado e envelhecido, correndo então elástico, jovem e diligente
Uma freira na hora da sua morte pediu pra escreverem no seu túmulo, as seguintes palavras: Nasci virgem, cresci virgem, vivi virgem e morri virgem. O coveiro achou que eram muitas palavras, e escreveu as seguintes: Devolvida sem uso.
"A morte do ego não é um funeral, é uma faxina; você tira os móveis velhos para finalmente conseguir dançar na sala."
Aniversário é como a morte por um dia. Por pior que você seja todos vão puxar seu saco e te colocar no céu.
Apesar de sabermos que, no fim do labirinto, a morte nos aguarda (e isso é algo que nem sempre soube, até pouco tempo atrás, pois o adolescente em mim pensava que a morte acontecia só com outras pessoas), vejo agora que o caminho escolhido pelo labirinto me faz quem sou. Não sou apenas uma coisa, mas também uma maneira de ser – uma das muitas maneiras –, e saber os caminhos que percorri e os que me restam vai me ajudar a entender o que estou me tornando.
“Mas já é hora de irmos: eu para a morte e vocês para viverem. Mas quem vai para melhor sorte é segredo, exceto para Deus.”
A dor profunda que é sentida pela morte de cada alma amiga tem origem no sentimento de que existe algo inexprimível em cada indivíduo, peculiar a ele próprio, e está, portanto, absoluta e irremediavelmente perdido.
Uma vida fácil, um amor fácil, uma morte fácil – tais coisas não eram para mim.
A morte de um ente amado é uma dor inigualável, que fere a alma e deixa sempre uma cicatriz. Mas um dia o sofrimento agudo há de transformar-se aos poucos em uma saudade doída, que está quase sempre a latejar, até se tornar saudade que já não martela os sentimentos todo o dia.
Conformismo é uma das piores formas de morte em vida que você pode ter. Acomodar-se é muito mais fácil do que tentar. Por isso, quando menos esperar, você pode se deparar com a triste certeza de que o seu tempo já passou. Vale o mesmo para o desânimo. Portanto, tente. Uma, duas, dez, cem, mil, um milhão de vezes se for preciso. Mas tente. Até dar certo.
Eu vivo a vida não vivo a morte e por sorte eu estou de pé, A lei da vida não é dos mais fortes e sim dos que tem mais Fé.
A comparação é a morte da alegria, e a única pessoa em relação a qual você precisa ser melhor é a pessoa que você era ontem.
... "fale-me sobre morrer no momento certo.
- Viva enquanto viver! A morte perde seu terror quando se morre depois de consumida a própria vida! Caso nao se viva no tempo certo, entao nunca se conseguirá morrer no momento certo."
(Quando Nietzsche chorou - Irvin D. Yalom, pg 329)
Você pode não ser lembrado por muitos após a morte, certamente por aqueles que não te amou ou sentia inveja... Mas jamais sairá dos corações daqueles que você deixou o seu legado!
Nem sempre fui contra aniversários. Cada um me lembra que estou mais perto do abraço da morte. Como não gostar disso?
Morte Confortante
Há felicidade no morrer.
Pois acaba toda tristeza.
E junto vai o sofrer.
Eu vejo na morte a beleza.
A morte chega a ser uma recompensa,
Para uma vida de solidão.
Quem sofre, na morte sempre pensa,
Principalmente quem sofre de paixão.
Morte eu te agradeço.
Faz tempo que eu espero por este encontro.
A minha vida eu te ofereço.
Abraça-me! Eu estou pronto.
Não tema a morte. A morte está sempre ao nosso lado. Quando mostramos medo, ela pula sobre nós mais rápido do que a luz. Mas, se não demonstramos medo, ela lança seu olhar suavemente sobre nós e, em seguida, nos orienta para o infinito.
Eu me vejo refletindo sobre a humanidade. A postura deles em relação à morte é tão estranha. Porque eles temem as Terras sem Sol? É tão natural morrer quanto é nascer.
A morte é um enigma indecifravel, ela sempre leva as pessoas mais engraçadas , os desafortunados e os bem dotados .
