Mensagem para um Funcionario Destaque do ano
MEUS VERSOS SÃO UM SONETO
Meus versos são um soneto... bem sei
Provida no sentimento e muita poesia
Momentos, sensações, assim, os rimei
Também, os choros, suspiros e magia
Cantei no versejar aos que romanceei
Chorei em cada estrofe com nostalgia
A alegria, como não, então, eu exaltei
E, em cada tom aquela exata sintonia
Gabei nos versos a carícia tão amada
Segredei sigilos em noite enluarada
E na madrugada sussurrei na solidão
Na sentimental simbiose, o trovador
E a trova, sempre tão cheio de amor
Soneteando os sucedidos do coração.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
08 julho 2025, 17’22” – Araguari, MG
A boca de uma mulher é como um doce tesouro, seus lábios são como mel, o mel mais doce do mundo. Poucos são os privilegiados que conhecem esse sabor e aqueles que têm a sorte de ficar ao seu lado nunca vão esquecer. A boca de uma mulher é mais doce do que qualquer mel que se possa comprar no mercado, é como um bálsamo doce de anjo, cada beijo que ela dá é um pedacinho de paraíso, cada beijo que ela é traída é uma tragédia que ninguém quer viver.
"Cada beijo que troquei com cada mulher que conheci guarda em si um poema. Bocas de fogo, bocas lindas, sensíveis e doces, bocas deliciosas como o mel do jasmim. Essas bocas são o símbolo do amor e da transformação, lindas e apetitosas como a melodia do céu celestial. Essas bocas vêm do céu, onde depositamos delicadamente nossos lábios, criando um vínculo de amor e paixão."
ANDANDO
Passou... o tempo, numa ligeireza
Em um molesto sem parar, foi-se
E o pensamento ainda em lerdeza
Dum susto de se vê levar um coice
Passou... pondo no antes a pureza
Passando, e clarificando a velhice
O passar já não mais uma surpresa
Onde cada agitação é uma chatice
Mas, tive medo, tenho, de loucura
Em viver o tempo querendo demais
E tão ferino, o tempo toma o lugar
Andando, agora quero mais ternura
Estar, aquele doce olhar, mais e mais
Fecho os meus olhos e deixo passar!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
06/08/2021, 18’58” – Araguari, MG
...PAI
Se eu pudesse escrever um poema
Duma história, nossa, verso a verso
Na melhor inspiração no melhor tema
De um pai reto, sério, bravo, diverso
No seu jeito amoroso, coração bondoso
Nestas singelas estrofes... pois, nada seria
Tão completo... grato, e tão mais generoso
Que tua proteção, pouco é a minha poesia
Pra te reverenciar e, tão valeroso!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
08/08/2021, 05’50” – Araguari, MG
BENDITA SEJA!
Uma agitada inquietude, um misterioso
sentimento, como um prazeroso paladar
um íntimo e perturbador próprio lugar
bem que faz bem, e distinguir não ouso
Uma voragem, de um estoiro poderoso
que nos torna sujeito, anexo ao olhar
ao pensamento, onde só se quer estar
cheio de ardor, de afago, júbilo e gozo
Uma contradição, sensação de loucura
aperto e agrado, e na emoção ventura
que faz alucinar no tempo, doce peleja
Qualquer que seja, é toda de alegria
aos poetas sustento, poética poesia
se assim for a paixão... Bendita seja!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
10/08/2021, 14’18” – Araguari, MG
“XONADO”
Agitado, tal uma chama dum pavio
Ardume que arde n’alma do prazer
No enrabichado és um grato atavio
Que alinda a sensação e a faz valer
E, do trato aquele sedutor arrepio
Fulgor que causa impar alvorecer
Um fastígio, e um agrado gentio
De ternura, loucura e acaso viver
E, da sua falta a inquieta tortura
Suspiro que aperta o peito vazio
Quando, só se quer um bocado!
E, pra se ter o amor com doçura
Paixão, o apreço deve ser luzidio
Pois, só assim se achará “xonado”.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
11/08/2021, 15’10” – Araguari, MG
SONETO ENAMORADO
Como na poesia o poeta que é imperfeito
Um canastrão na sua prosa só por amor
Ou quem, por ter cheio de paixão o peito
Vê o poema perder-se no ato de compor
Em mim, por sofrência, fica desamparado
O rito mais solene do desejo do coração
E o meu sentimento eu vejo tão agastado
Vergado numa poética sem ter sensação
Seja o temor então a minha eloquência
Bardo sem a rima de um soneto eleito
Só pra ti, que quer amor em recompensa
Mais que o verso estabanado o tenha feito
Saibas ler a emoção onde esteja imaculado
Canto de amor, em um soneto enamorado
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
16/08/2021, 11’25” - Araguari, MG
A VIDA ESCREVE
O fado meu contente, que a vida escreve
Vivendo de amor, um desejo tão ingente
Vive em uma poética, e tão eternamente
Canta cá no soneto, tão puro e tão leve
Se lá no assento do coração, tudo breve
Não tem aquele olhar e, se não consente
Sente não poetar o que não será ardente
Sim, desencontros, triste sina prescreve
E se vires que dele podes então merecer
Não verseje a coisa duma dor que ficou
Viva o momento, assim, verseje pra ser
Rogue ao fado, pela sede que acreditou
Traga pra ti a poesia no melhor querer
O amor, a sensação do que não acabou.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
20 de agosto de 2021, Araguari, MG
UM BEIJO
Teu beijo, fostes a minha doce emoção
O melhor, o mais intenso e tão sedento
Contigo à alma elevou do firmamento
E devorei-te na boca a grata sensação
Apoderaste, a minha ideia não te olvida
Sente-te, arde, é imortal no pensamento
E o meu querer é desejo, é meu sustento
Com ele fui pela fervente paixão contida
Beijo ímpar, lascivo e precioso abrigo
Escravo, me sinto servo de tal instante
Por que, dado, não o deixei contigo?
Esputas-me, o gosto, de tão macio fruto
Beijo absoluto! afável, veludo delirante
Na constante presença daquele minuto!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
24, agosto, 2021, 15’17’ - Araguari, MG
Olavobilaquiando
SUSSURROS
Não há soneto que a poética visse
Que versasse como este que lemos
Um amor sentimental aqui teremos
Na prosa onde paixão certa fluísse
Olhe só! Cada verso em meiguices
Em sensações que o afeto teremos
Agrado que se faz em tais extremos
Adiante vai a poesia em fanfarrice
E, dando gestos de um amor profundo
Cantarola as trovas, suspira, bem isto
É o amor fluindo da alma bem fundo
Olhe com o olhar fecundo, bem visto
E, verás nas entrelinhas, num segundo
Sussurros, emoções, do amor, insisto!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
25, agosto, 2021, 15’27’ - Araguari, MG
GALANTEIO
Não te desejo senão porque te desejo
De querer-te tanto, que te quero tanto
Um amor que vela e, espera o ensejo
Te tem no coração num doce encanto
Cortejo-te apenas porque a ti eu cortejo
Em meus versos, pra ti, sem fim, canto
Na ajustada medida de amor eu pelejo
Para amar-te, ter-te, neste amor santo
Me arde num sentimento verdadeiro
De sensação, emoção, cúmulo inteiro
Roubando minha paixão num canto
E, portanto, assim, eu me vejo e sofro
E sofrendo de amor, vivo e desespero
Porque te quero, amor, tanto... tanto!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
28, agosto, 2021, 11’08’ - Araguari, MG
*aniversario de Araguari, MG
Amar: fechei os olhos para te escrever
um poema de amor, e, assim, te dizer:
- que te amo! em cada estrofe a suceder
um suspiro, um afago, sussurros a valer
cada noite, versos de amor no alvorecer
em palavras falantes, onde amor haverá
pois, quando se mora no outro no viver
se vive no outro e de amor proverá....
Amor, é quando a gente quer aprender!
Amar: faz saber que tudo de bom será!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
30/08/2021, 15’29’ - Araguari, MG
TAL COMO SOU
Tal como sou, sou um soneto com essência
Em cada verso da poética, sou total agrado
D’um amor ímpar, romântico, apaixonado
Aquele que da métrica, é, a suave cadência
Falo do amor em cada estrofe, existência
De uma sensação, de ter o ardor ao lado
Onde em cada canto o canto enamorado
Que é o penar, quando, de sua ausência
Sou uma prosa narrada, fascínio e emoção
Poeto a cada canção o carinho, tão sereno
Sussurrado, soletrado da poesia do coração
D’amor que te quero tanto, o amor pleno
De venturas ilustres e infinitas, doce razão
Falo de amor, elevado, além de o terreno...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
06 setembro 2021, 15’33” – Araguari, MG
GRANDE AMOR
Não inquiete, minha paixão, da vida és
Um desejo forte em contundente porte
O bom agrado que em te revela, através
Da sensação, que brota felicidade e sorte
Aceite minha emoção, do coração convés
Daqueles beijos de sentimentos e aporte
Da jornada do afeto este necessário viés
Que se tem guia e o enamorado suporte
Não temas, soneto, da poética cantada
Que trova o amor com escrita dourada
Versando a felicidade ao nosso derredor
É vida, uma partilha, a adulação encantada
Que queima, satisfaz e da sede nossa aliada
Grande amor, imortal que a própria morte!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
07 de setembro de 2021 - Araguari, MG
INCÓGNITA
Porque digo, amor, e ainda o sente
A solidão, afagos de fogo, afogueado
Teu toque, um toque simplesmente
Que corre o corpo, e delira o pecado
Porque se sente e a sensação é tanta
Se nem do olhar a recordação é perto
A prosa querer o prosar que encanta
Se nem a poética sabe o fascínio certo
Eu só sei que nada sei, tudo é contido
A alma no eu, o eu num amor perdido
Que poeta aos meus ouvidos, desejos!
E eu só quero ternura, mais que pouca
Na loucura dos lábios, sentir a tua boca
E que em dócil cortejo, ter-te em beijos...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
10 setembro, 2021, 16’16” – Araguari, MG
SER POETA E SER POÉTICO
Ser poeta e ser poético dentro de um sonho de arte
Que, aureolando a melodia e harmonizando a prosa
Deixa aquele integral senso quando este se biparte
Em afeto e dor, numa só sensação, a sutileza da rosa
Emoção. Eis o que faz amar-te, eis o que fez apreciar-te
Inspiração pura, entregue ao criador de mão laboriosa
Que amplia, cria, que a manufatura e leva a toda parte
Do amor, intérprete do coração, lhano num esplendor
Talvez a imaginação é tanta, ante a tanta imaginação
Sente tanto sentimento, o travador, esse ser dialético
Que ri e chora, e que sempre está cheio de fascinação
Sussurros guaiam do estro, num entusiasmo frenético
Devaneios suspiram, respiram, e d’alma estruge ilusão
Dentro de um sonho de arte de ser poeta e ser poético
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
12, setembro, 2021, 11’27” – Araguari, MG
SONETO DO SILÊNCIO
Ah soneto! Porque do silêncio és um desvario
distendendo as noites cá pros lados do cerrado
dando ao poema o poder dum suspiro sombrio
quieto, maniatado, num ostracismo perturbado
Se a ausência e inação me provocam arrepio
o vento um chiado frio, impassível e agitado
se nada do que inspiro a efeito vale, é vazio
então, que eu não fale, sinta, e fique calado!
E, assim, nestes meus sentimentos impuros
sem perfeição, e no coração tão inseguros
tal uma prece, que oferece, pra atingir-te-á
Faço súplica, compadecido de fé e de fervor
ó solidão, vai-te, assim, de partida com a dor
e a paz voltará e sobre mim de novo descerá... (o amor!)
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
19 de setembro, 2021 – Araguari, MG
SONETO TÍBIO
Esqueça, te esquecerei. Qual a serventia?
Duma palavra, um oi, o silêncio e pranto
Te amei, gostava tanto, mas o encanto
Na sua ausência tornou-se sensação fria
Sabíamos que tudo acabaria, certo dia
Ou não, no entanto, pra que o espanto
Dum não, se não mais importa quanto
Se já na estranheza está a companhia
Então, neste soneto tíbio, um desejo
Se não vendo você, nada mais vejo
Ou sinto, bom, é não mais nos ver!
Assim, cada qual anda por sua vida
Se já teve a despedida, comovida
Não tem como perder no não ter....
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
10/12/ 2020, 09’03” – Triângulo Mineiro
APENAS UM SUSPIRO
Na hora melancólica da luz poente
No cerrado, no ocaso do fim do dia
A voz de um desalento impaciente
Na sensação, um engano repetia
Na lembrança o lembrar ausente
Na dor, uma agonia que asfixia
O aperto em um tom crescente
Avivando o sentimento que jazia
E no entardecer o olhar morria
Nos perdemos de nós dois, fria
A saudade, no silêncio a cicatriz
Depois, sei lá depois, tudo calado
Vazio, sem vontade de ser amado
Pois, era apenas um suspiro, infeliz!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
12/12/ 2020, 08’59” – Araguari, MG
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