Mensagem para Pessoa que Ja Morreu
Quanto ser eia na integração, daquilo que já escrevo, em experiência, sem experientes viventes em erros, todos são divinos, na intuição dos elementos, particularmente maduros.
Muda o tempo verbal no prato saboroso, do alimento que lho serve, que o amor já fundiu em todos, inclusive na dor e no desgosto, que agora integra, no olhar do agora, captando que tudo passa, inclusive o saber como agir sem farsa.
A imaginação do ser, deve ser livre prá todos bem querer, catalisar em servir, já foi dureza no sistema direcional, mofando a paz do social.
Esquece um pouco o padrão, aqui já causou muita ilusão, e o tempo está nos dando, muita opção, basta ser sincero, vamos sábios caminhar, é comunhão.
Do azul, descemos pró amarelo, prá ancorar o verde, já que em colorir, estamos dançando prá o socorrer, sabes que o Sol está aqui, e, dentro também de você, vamos celebrar o viver.
Já entendeu né fio, bata às alas e ventile-os, corrente se quebra, prá enfeitar nosso paraíso, chamado Planeta Terra.
Imaginacão pura e fugaz, se verdade nasce a paz, já é construído edifício, seguro, onde tudo é puro.
Saber se você está perto ou longe não importa, mas, evidentemente notar sua existência, já é uma volante graça sublime.
Se o desejo pelo querer mal inevitavelmente encarnou, já consegues acordar seu poder de fazer o bem, por certo todos viram e muitos sentiram, no entanto, é diário o unindo polos por novos dias consequentes.
Lembro-me de mim, lendo façanhas de outros, já que vendo claudicante, virou-se por disputas de Egos, até ser e acordar-se nos dando novas imagens, daquelas nascentes de águas claras e cristalinas, com a nota certa sem espera, porém harmônica, contendo a graça no inesperado.
Depois da ilusão criada, à todos as bençãos já foram dadas, pro nosso sentimento morar, em nossos corações, e, todos iluminar, sem danos, pras notas dares de notáveis razões.
Nada vale a medicina sem a sabedoria das mãos, em culturas de comunhão, oras já regidas, por nossos ancestros irmãos, em caminhos ânsiados, já formados pelas necessárias combustões, a paciência é o lenço de nossa libertação, pela saúde de nossa manifestação.
A humildade é nossa casa, ora já guardada, e, lavrada das aberrações, um dia instaladas, pela ignorância das pedras em nossos caminhos.
Pela benevolência dos dias esperados, que sejam verdes alegrias em espaços, já é de tranquilidades essa cor em entoados.
A falta de ternura não nos assombra, já brotou, pelos pedidos das necessárias, e, já antigas agonias.
Nosso presente é fonte de necessários aperfeiçoamentos, e, já, ultrapassamos às correções, prás continuidades das belezas em futuras criações.
