Mensagem para Pessoa que Ja Morreu
Ainda podemos mudar as trajetórias e deixar de lado os caminhos das experiências passadas que já deram errado para nos aplicarmos sem medos exagerados em novos desafios, afinal dias repetidos não nos permitem arquivar lembranças inéditas, logo ah vida pede boas novidades sempre..
Sou vaqueiro la da roça
veloz como a Seriema,
me criei numa palhoça
conheço pé de jurema,
já fiz canga e tamboeiro
canzil, cambito e gamela,
já salvei vaca atolada
na lama por seca rachada,
na porta botei tramela.
Léo Poeta 25/05/2020
Meu amigo, minha amiga,
tudo passa, já dizia uma canção.
Aguente firme, acalme seu coração.
Mantenha a fé, dias melhores virão.
É certo que muita coisa
neste mundo já mudou.
É certo que muita
coisa ainda vai mudar.
Em meio a tanta mudança,
nosso amor pela vida
deve seguir inabalável.
Todos contra o Coronavírus
: levo-te comigo
Já vejo estradas no céu
onde meu sonho voa, voando...
Vai direito ao horizonte
onde não existe contramão!
-- josecerejeirafontes
É talvez meu coração tenha ido um pouco longe de mais nesse história de amar, talvez ele já tinha criado vários filmes do futuro, planejando com seria nossa vida, mas ele esqueceu-se, que nem sempre o futuro é do jeito que plantamos. 😪
Já não sou como antes
Metamorfose ao cruzar com seu semblante
Perfeito
Esse teu sorriso ainda acaba comigo
Não me fale de amores antigos não sou seu amigo
Antes de eu ir embora
Tem que ser agora
O passado já foi
O futuro a gente molda
Antes de eu ir embora
Não desperdice a hora
Pra quê tanta demora
Tô indo sem passagem de volta
Eu já não leio mais Drummond
Eu não escuto mais Tom Zé
Não vou mais ao Cine Odeon
Pra quê andar a pé?
Se eu já não te dou mais a mão
E nem te faço um cafuné
Você já não me acorda mais
Eu tomo chá pra não tomar café
Na vida do Homem, tarde será sempre aquele momento em que, pela lei da morte libertado, à vida já não deve qualquer pedido de desculpa.
Nós, os GRANDES animais humanos…
Por já tão GRANDES sermos, em saber;
Que pena um tal não sermos, em doar;
Por ser tal, que grandeza iria dar;
A todo o em nós, tanto humano; crescer!
Que pena, o sermos grandes, para nós;
Nos levar, a tão esquecer das raízes;
Dos nossos irmãos, cá mais infelizes;
Por a vida, a os tais ter; tirado a voz.
Oxalá que a grandeza em nós havida;
Nos leve um dia, a pra os tais, mais olhar;
Implantando, em nós; único sentir!...
Porque aí sim, ficará de nós tida;
Mesmo após o nosso, por cá passar;
Tal GRANDEZA, havida em; nosso existir.
Com esperança;
"Ali, no meio de tantas papoilas vermelhas, há uma papoila rosa já esmaecida a nos lembrar que nunca devemos deixar esmaecer nossos sonhos, sob pena de perda de identidade e essência. Sermos e exercermos o que somos é exalar nosso perfume e cor ao mundo e desabrochar à vida, tão breve!"
Cansei de tentar preencher o vazio no peito, talvez isso nunca passe.
Já estou cansado de tenta e tentar e sempre encontra o mesmo resultado. Aos poucos vou me perdendo ao longo do caminho, deixando de saber quem realmente sou.
Indiferença.
Já cheiram mal,
as palavras mortas
dentro da boca.
Ao enterrá-las no silêncio,
sequer dissemos adeus.
Nada é absoluto. Hoje penso que algo é concreto, real; amanhã, já não é mais, daí as crenças se perpetuam e se diferem, deixando minha cabeça confusa. Dizem que a ignorância é uma dádiva, mas não me arrisco a viver nela
Foi basicamente assim que fiquei conhecida, nos meus já maduros 32 anos, sem imóvel, sem emprego em horário integral, marido nem filho para exibir – a quintessência da ovelha negra da família.
Aspiração
Já não quero
O cheiro do betume,
O cinza do concreto,
A estupidez cotidiana
Selada no desespero.
Quero a fuga prá Pasárgada
Ambição dos poetas
Esquizofrênicos da dor.
Já não quero angústias,
Espaços limitados,
Ruídos encalhados,
Mulheres ritmadas.
Quero abismos iluminados,
Aromas selvagens,
Melodias,
Procissões,
Liberdade e campo.
Já não quero
Vozes tépidas
Melodramáticas,
Seios camuflados,
Pânicos programados,
Anti-mundo.
No teatro mundano,
Sonhos aéreos
Quisera querer,
Utopias valiosas vadias.
Livro: Travessia de Gente Grande
Autor: Ademir Hamú
