Mensagem para Filha
Eu já tentei...
Eu já tentei
De várias formas
Esquecer,
Esquecer esse amor
Que não quer morrer
E que se renova
A cada vez que
Eu vejo você.
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
A rosa...
Hoje roubei uma rosa
No quintal do vizinho
Para através delas
Demonstrar todo
O meu carinho
(Autor: Edvan Pereira) "OPoeta"
Ouça o meu coração
E para quem ama nada é impossível
A cada dia que se vai, mais aumenta
o meu amor, essa saudade é terrível
A vontade de ter você aqui é imensa
Saudade de te fazer as vontades tuas
Que são muito mais minhas que suas
Vontade de amar você e te fazer feliz
Ouça tudo o que meu coração te diz:
-Amor eu te amo e sempre vou amar
-Amor, te quero e sempre vou querer
-Amor, sem você não quero mais ficar
-Amor, sem ter você não dá pra viver!
Gui Gouvêa
o ser humano tem perdido sua essência natural e rapidamente se transformado em sujeitos que vivem em constante regresso intelectual, cultural, moral e ético. Precisamos reencontrar o amor próprio, e para tal, é preciso realizar uma transformação interna na alma
É preciso ter a capacidade de entender o processo continuou e ininterruptível que acontece com o nosso ciclo vital, não se pode perder a capacidade de acreditar em si mesmo, é necessário continuar focado e nunca desistir de seus objetivos
Confesso, meu amor, que
não foi amor à primeira vista.
Com o tempo descobri que,
com você foi muito mais que isso,
foi amor pela primeira vez.
Uma mãe é a personificação do amor incondicional, a força que nos guia e o refúgio que nos acolhe. Seu abraço é o conforto que nos acalma e sua sabedoria é a luz que ilumina nosso caminho. Uma mãe é a prova viva de que o amor pode ser infinito e eterno.
Nunca soube amar pela metade. Sempre fui de mergulhar fundo, de sentir sem freios, de entregar sem reservas. Mas a vida me ensinou que amor sem reciprocidade é desperdício, que insistir onde não há entrega é se perder. Aprendi que sentir sozinho é carregar um peso que não é meu. Hoje, só permaneço onde sou escolha, não opção. Porque o que é raso nunca me sustentou, e o que não é inteiro nunca me terá.
Sou eu um vaso. Retrato do que às vezes está cheio, derrama ou encontra-se vazio. De barro, frágil e nascido da terra.
Sou eu um vaso, moldado pela mão divina,
À espera de ser preenchido pela vida.
A cada dia, sou preenchido de esperança,
E em mim, as razões da vida são depositadas.
Assim como a terra que me gerou,
Eu sou também um produto do amor e dedicação,
De cada gota de chuva que cai,
E do sol que aquece e me faz firme e me molda.
Sou um recipiente de sonhos e desejos,
De momentos bons e maus, de risos e ensejos,
E a cada fase da vida, sou reinventado,
Pois em mim, um novo destino é traçado.
Às vezes, me sinto cheio de alegria,
E transbordo de felicidade a cada dia,
Em outros momentos, sinto-me vazio,
E busco em mim mesmo o meu alívio.
Mas, como um vaso, sempre encontro um jeito
De me encher, renovar e seguir em frente, sem receio,
Pois a vida é um ciclo que não para.
Sou eu um vaso,
Retrato do que às vezes está cheio, derrama ou encontra-se vazio.
Sou de barro, frágil e nascido da terra.
O sempre é uma pena, pois, limitado pelo tempo, torna-se efêmero, cai na areia com leveza mas deixa-se levar pelo vento.
A saudade se dispersa ao vento, como se cada lembrança fosse uma leve canção, acariciando meu coração com a melancolia dos momentos passados.
Na balsa navegante dos sonhos, encontrei o jardim onde poderia colher as lindas rosas silvestres sem espinhos.
Pode ser ironia!
Más, sem espinhos!
Sem espinhos, a rosa eu arranquei e logo todas as pétalas caíram ao chão.
Aos prantos a roseira se derramou.
Hoje no vasto jardim de dores a roseira silvestre de espinhos eu encontrei.
A rosa não arranquei, o espinho se mostrou!
A linda rosa não chorou, abandonou meus sonhos, com gentileza desabrochou!
O privilégio de amar é ser feliz, ainda que o tempo pareça não ter fim devemos amar incondicionalmente.
Que não nos falte sensibilidade para encarar os momentos de instabilidade. Que não nos falte amor para distribuí-lo. Que não nos falte serenidade, paz, harmonia e amor. Que consigamos observar as belezas ao nosso redor e que olhemos para o passado sempre com olhar de sabedoria. O que passou serviu para o nosso crescimento e o nosso desenvolvimento como seres humanos. Somos um misto de amor e de ternura em busca de um lugar onde vida e morte se misturam para semear esta liberdade tão sonhada.
Não guardo beijos, não economizo abraços, não raciono sorrisos, não controlo os olhos. Meu peito é um espaço aberto à intensidade, onde cada batida é um convite à entrega total.
A liberdade é sentir o que arde dentro. É deixar que as chamas da paixão consumam o medo.
Não sou avarento com o amor, não sou mesquinho com o desejo, eu dou tudo, eu me dou em tudo, sem calcular o preço.
Meu coração é um território sem fronteiras onde o amor é a única lei, a única verdade. Eu sinto o que preciso sentir, eu amo o que preciso amar, e nessa entrega, encontro a verdadeira liberdade.
(“Desperdício de Alma”, de Douglas Duarte de Almeida)
