Mensagem para Dia do Funciónario Público
Eu sou risada contida em público e gargalhada em família. Eu sou jazz, mas também sou samba... Minha alma é postmodern... Sou soma de erros e acertos, de bondade e uma pitada de maldade...Eu sou sarcasmo... Meu elemento é o ar, mas em certos momentos eu sou fogo, se precisar serei gelo.
Eu sou moda atemporal, cafona nos sentimentos, eu sinto muito ou não sinto nada.
Eu jogo, eu pago pra ver, eu odeio perder.
Eu leio, eu canto, eu danço, encanto... Sereia dos tempos modernos eu sou.
Débora Loranny Rodrigues Marques
Manifestações sim! Pichar ou quebrar o patrimônio público ou privado, isso é se igualar aos políticos que destrói o nosso maior patrimônio que é o Brasil!!!!
Esses que depredam o patrimônio público ou privado, não são dignos de serem chamados de brasileiros!!!
O planeta Terra precisa criar a sua Polícia Internacional e o Ministério Público Internacional, para investigar atos de qualquer governos e violações dos Direitos Humanos.Serão instituições neutras,apolíticas e dirigidas por membros de todas as nações.
Entro em um banheiro público e nele, as bonecas de louça no retoque do batom, mas não só neste que bem se adivinhava a mão leve e inteligente de uma mulher, de gosto e educação, na escolha de alguns móveis, e, sobretudo, na escolha desses pequenos objetos íntimos, indispensáveis para fisgar um homem de tratamento fútil: escovas, pequenos espelhos, estojo de unhas, porta-jornais, vide-poches, porta-jóias, cinzeiros de madrepérola, etc. Tudo isso disposto com aparente descuido intimo (superficialidade), mas com requintado instinto artístico. As pessoas gostam de impressionar (Por que não leem?)
O caminho é novo, mas permanece meu compromisso com o público, com a arte, e principalmente com a vontade de fazer uma música que preencha com alegria e beleza os nossos encontros. Porque o que me move continua sendo a vontade de estarmos juntos.
O financiamento público deve ser reservado ao desenvolvimento de uma economia social, solidária e ambiental e privilegiar as micro e pequenas empresas.
- Curtir = Like = Legal = Gostei, e por aí vai. É assim: eu publico algo nessa página, quem achar interessante curti, dá um like. Como se dissesse "aprovei", entendeu?
- Você deveria tatuar um símbolo desse em você.
- Por que?
- Eu não me cansaria de te curtir. Aprovada.
O amor público é a gratificação: um alento para a nossa metamorfose.
O amor privado é um bônus: alento para o progresso, para a ordem e por fim, para nossa iluminação!
SONETO AO SERVIDOR PÚBLICO
Sei que não trago o verso ainda perfeito
A quem faz da rotina diferente
Mas quero agradecer sim do meu jeito
Quem com dedicação atende a gente
Ser que merece muito mais respeito
Pois o servidor é sim quem mais sente
Por não fazer além do que tem feito
Posto entraves que surgem de repente
E tantas vezes é mal rotulado
Por situações que lhe afetam também
É guerreiro passando maus bocados
O servidor que busca ser só alguém
A caminhar conosco lado a lado
Imbuído na missão de servir bem
Eu aprendi uma coisa, a gente sempre é doido em algum lugar, seja em público ou em segredo, a loucura se manifesta em algum grau e de alguma forma
Não me deram tato então sou louca na praça, na rua e na vitrine social, onde muitos têm medo de se expor, os olhares alheios os consomem, mas eu já sei ser liberta por isso me desnudo
Não se conhece o sábio pelo que fala em público, pois não o faz com sua voz, mas com a da tolice comum, por mais que discorde dela interiormente.
Qualquer que seja a sua decisão para falar em público
tenha a certeza de que seu pronunciamento é para edificar vidas.
Políticos incorporados ao governo por amor ao dinheiro público são os que menos têm de amor a Deus e muito menos ao povo.
A única forma de realizar um trabalho em silêncio, num espaço público, sem media, sem televisões, sem redes sociais, sem Facebook, sem TikTok, sem ruído é, paradoxalmente, não o realizar.
Vivemos num tempo em que a informação já não circula num vácuo fechado; ela propaga-se num campo aberto, permanentemente atravessado por acções externas, olhares, algoritmos e interferências invisíveis. O silêncio, hoje, tornou-se uma ausência quase impossível.
Furucuto, 2026
