Mensagem Espírita sobre o Tempo
Velha lembrança
O tempo que se esvaiu,
Dos dias em que nos encontrávamos,
Só o tempo ergueu,
Agora, aqui estou, em versos me expressando.
Reencontro de Saudades
Nas memórias, o tempo se desfaz,
A nostalgia de revê algo que gostamos.
Entre saudades, o coração jaz,
Num reencontro, sonhos reavivamos.
Tudo tem seu tempo, tudo é no tempo de Deus, mas às vezes a abenção não chegou na sua mão ainda, não porque não chegou o tempo, mas porque você não tomou a atitude de pegar para si. Não se colocou na posição para receber aquilo que Deus já liberou para sua vida.
Acredito que acreditar resolve muita coisa. Pelo menos não perco tempo em duvidar. Portanto, vivo e durmo melhor.
Houve um tempo em que meu maior medo já foi em perde a memória, pois era lá que você morava,
Hoje já não me importo mais, pois o que existe são escombros de uma antiga e linda mansão,
Hoje viajo pelo mundo fazendo novas histórias, construindo outras casas, colocando lindos quadros nas paredes da memória,
E se alguma memoria há de ficar, são dos momentos que sorri.
Descobri com o tempo que dormir ao lado de alguém que você gosta te faz pegar no sono mais rápido, diminui bastante os riscos de um começo de depressão e te ajuda a viver mais. Mas taí uma verdade: dormir juntinho de quem te faz bem acalma a alma. É como se pudesse, por uns instantes, fazer com que todos os problemas fossem esquecidos. Às vezes, só de estar ali, abraçados, em completo silêncio, já traz uma sensação leve pra dentro de ti. E melhor do que adormecer pertinho de quem se gosta é acordar e saber que a pessoa está contigo pra o que der e vier. A vida fica mais gostosa ao lado da pessoa que é cais nesses tempos de caos!
Tempo ao Tempo.
Talvez.
Entre o sim e o não reside o talvez, tendo como cúmplices a dúvida e a postergação.
A decisão consciente resolve a questão.
Parece simples...talvez...
Tempo ao Tempo.
Incômodo.
O que incomoda não é o que esquenta por dentro, mas sim o que esfria por fora.
.
Aniversário
Num suave sopro o tempo flui,
entre os dias que se passam,
dedos e mãos se entrelaçam,
seu sol, girassol,
ilumina a estrada,
tece laços, trilha a jornada,
celebra o presente aniversário,
na batida do coração,
como doce melodia,
canta e dança a vida,
a poesia.
No meio do cruzamento
Sinto muito, toda a tempestade
Já faz tempo que o meu canto se faz baixo
Escondido nos becos das paredes molhadas
Não consigo decidir, comprei cinzas no vento
Talvez um adeus nos resolvesse!
Mas continuo parado no meio do cruzamento
Ao fundo um caminhão se aproxima!
Vejo-o cada vez mais perto e não consigo decidir o nosso melhor rumo
Pode ser que o condutor, atento aos transeuntes nos perceba
Talvez nos leve para algum lugar pacífico
Sim, é real!
Sonhar nunca foi um erro. Atrever-se a conhecer o fundo do ser é uma dádiva
Mamã, nasci assim… Atrevido - Rebelde - Avassalador, fraco muitas vezes!
Já faz tempo que o meu canto se faz baixo, sempre que paro no meio do mesmo cruzamento
Em vão busco a saída segura, sabedor que toda saída implica dor
Cá, continuo, parado no meio do cruzamento esperando por mim!
Rodrigo Gael - Portugal
Nas brumas de Murim, onde o tempo repousa,
A China se ergue, histórias que se entrosam.
Entre montanhas e rios, antigos segredos se enlaçam,
No sussurro do vento, a alma se apronta e se espalha.
Silenciosa como a brisa que acaricia o bambu,
A história se tece, como um bordado no azul.
Murim, guardião do passado que persiste,
Na trama do tempo, a China persiste.
Entre muralhas que ecoam memórias antigas,
O dragão desperta, suas asas se resignam.
Em cada pedra, um suspiro do passado,
Na dança do tempo, um legado preservado.
Oh, Murim, testemunha das eras que se vão,
A China floresce, como um lírio a desabrochar.
Na dança do tempo, o presente se entrelaça,
E a história sussurra: "Murim, sempre a guardar."
Na dança do tempo, o pensamento vagueia,
Entre sombras de dúvida, a mente semeia.
Questões que flutuam, como folhas ao vento,
No jardim da existência, busca o entendimento.
A
Oh, efêmero mistério, que é viver,
No palco do cosmos, a dança a reviver.
Entre paradoxos, a mente se expande,
Buscando na essência o que o tempo comanda.
Em cada escolha, um destino se entrelaça,
No tecer da razão, a mente abraça.
Filosofia, guia na jornada incerta,
Do pensamento humano, a eterna descoberta.
Com o tempo a aparência não é a mesma e a beleza exterior se torna menos importante.
Ah, mas e por dentro?
A alma é iluminada, o coração é lindo e a consciência é leve!
Pressão arterial, colesterol e triglicérios normais.
Somos as duas coisas ao mesmo tempo. Ninguém é totalmente do mal ou do bem, mau ou bom, o equilíbrio que é a perfeição. Já dizia Sócrates, Aristóteles ou Platão.
O “Testemunho” de Deus
Sob o sol, onde o tempo flui sem cessar,
Velozes correm, mas nem sempre vencem a jornada.
Fortes batalham, mas nem sempre triunfam na peleja,
Sábios anseiam, mas a fome ainda os assola.
A fortuna, caprichosa, foge aos prudentes,
E a glória, tão almejada, escapa aos instruídos.
Pois o tempo, impiedoso, e o acaso, inescrutável,
Afetam a todos, sem distinção, indistintamente.
No testemunho de Deus, a vida se desvenda,
Humilde diante da incerteza que nos cerca.
Reconhecemos Sua mão, sábia e invisível,
Guiando nossos passos em meio à escuridão.
Assim, na dança do destino, encontramos fé,
Na soberania divina que rege o universo.
Em cada revés, em cada vitória incerta,
Descansamos, confiantes, no amor que nos protege.
Ecos da Renascença
Nas telas do passado, a história é pintada,
Com cores que o tempo já desbotou.
Artistas da Renascença, mãos abençoadas,
Em cada pincelada, a alma chorou.
Da Mona Lisa, o sorriso enigmático,
Esconde segredos de um coração solitário.
O olhar de São Jerônimo, tão estático,
Reflete a penitência, o fardo diário.
O nascimento de Vênus, tão sereno,
Mas por trás da beleza, o mar revolto.
A melancolia do céu, o destino ameno,
Na tela, o paraíso, mas o mundo, um insulto.
Michelangelo, com o teto a adornar,
Deus e homem, a centímetros de um toque.
Mas entre eles, um abismo a separar,
A criação divina, e o mortal, em choque.
Rafael e seus anjos, de faces doces,
Mas até no Éden, a tristeza se infiltra.
Pois sabem que o fim dos dias se aproxima,
E o juízo final, a todos, desencanta.
Da Renascença, o legado eterno,
Mas até na arte, a dor se faz presente.
Pois cada obra-prima, um lamento interno,
De um artista que ao mundo, se sente ausente.
Conhecimento nao está nas rugas
sabedoria nao se encontra no tempo
inteligência nao se pega no ar
mas a burrice está em todo o lugar
*REFORMA*
Uma construção vivida, tem cicatrizes do tempo que apesar das reformas não somem.
Rachaduras pré-reformadas embelezam-se superficialmente, porém a cicatrizes da cura ficam internamente.
Na verdade as cicatrizes desaparecem apenas na alma se a casa quiser...
Cura-se casa, mas não só mentalmente liberta-se das cicatrizes do passado.
E não estamos falando de casas, muito menos de construções!
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