Mensagem dos mais Sabios do Mundo

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AMAR

Amo por que devo,
Amo por que quero,
Amo por que sonho,
Amo por causa de ti!
Amo para ser feliz!
Amo para viver a vida,
Amo para ter uma companhia,
Amo e sonho com ela,
Aquela que me deixa tonto.
No meio de um monte de beijos,
No meio de um monte de desejos
Há sempre uns poucos vestígios,
De sorrisos que me fazem sonhar
E amar sem nunca parar!

Puxa saco é aquele que da feliz aniverssário pra alguém que não teve coragem de fazer o mesmo.

Boa noite amiga fulana! Que seus bons sonhos se transformem em uma boa realidade!!! Beijos.

Filha de "Rainha" tinha que ser "Princesa" mesmo! Puxou a mãe!!! Ambas lindas e delicadas! Parabéns. Beijos.

Amiga linda, simpática, amável e charmosa por demais! Deus te abençoe e proteja sempre! Beijos.

O sonho deve acabar na melhor parte por um bom motivo, talvez assim você acorde e tenha vontade suficiente para realizar.

⁠eu possuomuita responsabilidade nessa vida de adulto , agora ter que contar as cervejas que vou beber, deixa acontecer naturalmente.

tristeza
⁠Aos 9 anos me encontrei
aos 12 depressão
aos 13 te encontrei
aos 14 anos perdi vc e a depressão
aos 15 te vi amar outras
aos 15 anos e meio te vi chorar e se perder
aos 16 te ajudei a se encontrar e se amar
aos 16 e meio vc foi embora e voltou
aos 17 vc prometeu ficar para sempre
aos 18 me pediu em casamento
aos 19 vc morreu
aos 20 então eu morri e a depressão voltou e assim vivo sozinha sem amor

Vive agora
⁠Não vivas no passado.
O passado nada te traz.
A não ser aquele mau agrado,
Que relembrar te faz.

Se estás acordado,
Não olhes para trás.
Olha com agrado
Para o que a vida te traz.

Bom dia, amiga! Que essa semana ensolarada, que ora se inicia, seja abençoada e repleta de boas realizações, pra você e todos os seus familiares. Beijos.

É preciso sonhar e viver com os pés no chão, mas, se preciso for, a gente voa também!

Por que será que quando éramos pequenos brincávamos com qualquer coisa e depois que crescemos ficamos tão exigentes?...

Coisa boa é não pensar em nada e dar um descanso para os meus neurônios, afinal eles merecem.

Fico aqui pensando que, infelizmente, a maioria das pessoas encaram a Semana Santa, apenas como um feriadão e não como um tempo de paz e de reconciliação entre os irmãos, para juntos então comemorarmos no Domingo, a Páscoa da Ressurreição!

Cheguemos...
Esta é a escada que sobe:
São degraus subidos
Por gente que já desceu...

Oh, pais irresponsáveis!
Serão vocês por acaso,
Máquinas de indústria de bonecos
Ou se esquecem que dentro destas veias
Corre um sangue vivo e inocente?...

Amor e crença

Sabes que é Deus?! Esse infinito e santo
Ser que preside e rege os outros seres,
Que os encantos e a força dos poderes
Reúne tudo em si, num só encanto?

Esse mistério eterno e sacrossanto,
Essa sublime adoração do crente,
Esse manto de amor doce e clemente
Que lava as dores e que enxuga o pranto?!

Ah! Se queres saber a sua grandeza,
Estende o teu olhar à Natureza,
Fita a cúp’la do Céu santa e infinita!

Deus é o templo do Bem. Na altura Imensa,
O amor é a hóstia que bendiz a Crença,
ama, pois, crê em Deus, e... sê bendita!

O valor das coisas está no tempo que elas duram, porque a intensidade é um afago cruel quando se torna lembrança.

O Lamento das Coisas

Triste, a escutar, pancada por pancada,
A sucessividade dos segundos,
Ouço, em sons subterrâneos, do Orbe oriundos
O choro da Energia abandonada!

É a dor da Força desaproveitada
- O cantochão dos dínamos profundos,
Que, podendo mover milhões de mundos,
Jazem ainda na estática do Nada!

É o soluço da forma ainda imprecisa...
Da transcendência que se não realiza....
Da luz que não chegou a ser lampejo...

E é em suma, o subconsciente aí formidando
Da Natureza que parou, chorando,
No rudimentarismo do Desejo!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

Vozes da morte

Agora, sim! Vamos morrer, reunidos,
Tamarindo de minha desventura,
Tu, com o envelhecimento da nervura,
Eu, com o envelhecimento dos tecidos!

Ah! Esta noite é a noite dos Vencidos!
E a podridão, meu velho! E essa futura
Ultrafatalidade de ossatura,
A que nos acharemos reduzidos!

Não morrerão, porém, tuas sementes!
E assim, para o Futuro, em diferentes
Florestas, vales, selvas, glebas, trilhos,

Na multiplicidade dos teus ramos,
Pelo muito que em vida nos amamos,
Depois da morte inda teremos filhos!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.