Mensagem de Tristeza

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Quando não se vive com profundidade aquilo que é oferecido em nossas vidas... restará a tristeza da suposição daquilo que não fora vivido ou a penúria da culpa de termos rejeitado a oportunidade apresentada.

A felicidade é sincera? Nem sempre
A alegria? Nem sempre
A raiva ou rancor? Sim
A tristeza? Sim
A amargura? Sim
Então a sinceridade existe em sentimentos negativos, mas nem sempre existe em sentimentos positivos? Sim.
E qual a vantagem de ser sincero? Corrigir a si mesmo.
E qual a vantagem de não ser? Ser educado e não iracundo, triste ou amargo.

Agora, o que restou de nós são apenas lembranças. Entre a tristeza e a solidão, ainda encontro forças para um breve sorriso... aquele que nasce ao recordar a intensidade da paixão que um dia tive por ti.

As emoções não são inimigas

Muitas pessoas tentam eliminar a tristeza, o medo ou a raiva como se essas emoções fossem sinais de fraqueza.
Na verdade, elas fazem parte do funcionamento saudável da mente.

O sofrimento costuma aumentar quando brigamos com aquilo que sentimos.
Reconhecer uma emoção não significa concordar com ela. Significa permitir que ela seja compreendida antes de decidir o que fazer.

A inteligência emocional não está em sentir menos. Está em responder melhor ao que sentimos.

Pepita de Oliveira

⁠O primeiro dia após a morte
É vago, vácuo, vazio e ócio.
Pois a insatisfação, a tristeza, a dor e o esmorecimento promove a prostração.
0 primeiro dia após a morte
É também o primeiro passo à depressão.
A nostalgia e a angústia causam o dissabor
E incitam a consternação.
A amargura é fruto do
padecimento
Do luto, do infortúnio
E da mortificação.
O primeiro dia após a morte
É sim, um dia de aflição
Da pena , do pesar e da inquietação.
O primeiro dia após a morte !
É dia da infinidade sem fim;
É sempiterno.

04032018

Já que existe a tristeza, vamos receber a alegria com um tapete multicolorido e fazer com que ela se perpetue, sem deixar vazar o mínimo de melancolia.

Sem aviso prévio você chegaste em minha vida, calando a tristeza do meu coração com o seu olhar; batendo de frente com a minha solidão, os seus beijos ressuscitou a minha paixão.
Ti amando sem ver a hora passar, me apego nos encantos do seu coração; o toque da sua pele me faz sonhar em ter você pra vida inteira, te acariciar além do tempo.
No meu olhar está escrito que o meu amor é pra sempre e que ele é todo seu; em meus versos de amor vou curar o seu partido coração.

"" Onde anda meu anjo
Parece que me abandonou
Quisera eu saber
Se foi por tristeza
Ou se foi por amor
Que de anjos pouco sei
Mas seja lá quem for
Volte logo
Por favor...""

" Esconder a tristeza faz parte, por isso muitos sorrisos são apenas da boca pra fora...

Meu amor, eu queria ter o poder de te proteger de todo mal, que nenhuma tristeza te alcançasse e que a vida fosse sempre leve contigo. Se eu não puder te guardar do mundo, prometo ser abrigo, cuidado e amor em todos os dias.

Fui questionado. Por que não faz poesia romantica, de amor?


Eu não escolho escrever tristeza! Eu registro a vida como ela chega, as dores, os conflitos, as tensões internas, a frustração com o mundo e com as pessoas.


Meu estilo é mais cronista emocional do que romântico. Talvez seja isso. Observo, sinto, processo, e transformo isso em palavras.


o amor costuma ser silencioso, íntimo, discreto. O amor deveria ser obrigatório, nativo...
Enquanto a dor, o conflito e a luta interior são barulhentos, urgentes, empurram pra fora.


Eu escrevo sobre o que aperta, o que incomoda, o que pesa, porque é isso que pede expressão.


Mas vou tentar...

⁠Na tristeza, Deus ajude minha mente;
Na alegria, Deus perpetue meu gozo;
Há apenas um capaz de me compreender inteiramente.

Meus professores não tinham nomes gentis, foram a tristeza, o sofrimento e a incerteza. Nunca fui um bom aluno, por isso ainda tento decifrar suas lições.

As pessoas me perguntam por que minhas frases nascem sempre cobertas de tristeza, por que falam tanto de dor. A resposta é simples e cruel. Eu sou fruto do abismo. Fui moldado nas pedras frias da cachoeira. Senti a água gelada arrastar a infância de mim, como se o tempo me afogasse antes de eu aprender a respirar. Ali, o antigo eu morreu, silencioso, afogado em medo e inocência. E o que subiu de volta pela encostar pedregosa, já não era uma criança… era um sobrevivente, meio homem, meio sombra, aprendendo a existir entre o que restou e o que se perdeu.

A tristeza e a carência que te definiam eram mais do que falta de afeto, era um buraco negro existencial que sugava toda a tua luz própria, te deixando dependente da migalha emocional que o mundo te oferecia, a verdadeira dependência, porém, veio com a força que bateu à porta, um Amor que não mendiga espaço, mas que instala o reino onde antes havia apenas ruína e desespero, reconfigurando a arquitetura da tua necessidade, você era um poço seco ansiando por uma gota, e Ele chegou como uma enchente de sentido, lavando toda a poeira da autocomiseração.

A tristeza é o adubo necessário para que a alegria floresça sem ser superficial.

A tristeza tem territórios que eu ainda não visitei. Vou a pé, com uma lanterna de medo e coragem. Algumas ruas são estranhas e pedem licença para entrar. Outras me reconhecem e me oferecem cadeiras antigas. Sento-me e descubro que conversar com a dor é arte.

A tristeza é uma cor que combina com tudo o que eu escrevo, um pigmento que extraio das sombras que o sol projeta quando decide se pôr cedo demais. Não busco o arco-íris, busco a gradação de cinzas que existe entre a dor absoluta e o alívio de um sono sem sonhos.

A tristeza profunda tem um peso gravitacional que atrai todos os outros sentimentos para o seu centro, transformando alegria em ironia e esperança em cansaço. É preciso muita força centrífuga de vontade para não ser engolido por esse buraco negro que carregamos no peito.

A tristeza é um mar calmo onde a gente pode afundar sem fazer barulho, deixando que a pressão da água nos abrace até que não sintamos mais o frio da superfície. É um refúgio perigoso, um abraço de ferro que nos protege do mundo ao custo de nos tirar o ar.