Mensagem de Paz
A elegância angélica
das Perobas-Brancas
trazem a memória feita
de fibra, poesia e paz
das ancestrais austrais
que dirigem o Hemisfério
e não silenciam jamais.
O primeiro passo para paz começa pensar em paz, o segundo é falar em paz e o terceiro é agir em paz.
A poética nasceu culpada
antes mesmo de nascer,
obcecada pela paz
sempre caminha livre
em territórios de guerra.
Quem tem um palácio
da paz interior em si,
possui o ânimo que ajuda,
e a lucidez que sustenta.
A firme e óbvia convicção
da inocência que faz
resistir a dureza do cárcere,
é evidente e absoluta.
Mesmo que não reclame,
sente a falta de cuidado
do seu corpo castigado,
resiste estoicamente
a insanidade de quem
engendrou a prisão
notoriamente imerecida,
busca mesmo em oração
a luz da justiça perdida.
Quando não se tem paz
numa região ou num país
seja por insegurança pública,
por conflito político,
por guerra ou ocorre uma eclosão
de um processo gritante
de desumanização na sociedade,
para quem sabe observar
são sinais que nestes lugares
há algo precioso
e forças externas
desejam varrer todo o povo.
A preservação da paz requer sensibilidade. Manter o amor em paz requer sensibilidade.
A poesia é a sensibilidade viva além das letras.
A comunicação não-violenta requer sensibilidade. A poesia colabora no cultivo da sensibilidade para evitar conflitos.
Para manter a vida e o coração em paz nunca devemos nos levar pelo primeiro impulso e por notícias sem verificação. A poesia ensina a pensar.
A paz é um lado a guerra é o outro lado. Eu escolho estar do lado da paz porque tudo o quê é feito com paz dura. Tudo aquilo que é feito com guerra tem prazo de validade. A poesia é a ponte para a paz.
Deixa a luz brilhar moça, viva na alegria, seja o amor, e tenha paz todos os dias. Princesa do Senhor e menina da melodia.
' NO RITMO DO AMOR E PAZ' '
Abra bem seu coração
e deixa a sua vida fluir,
cante uma bela canção ,
verás a natureza sorrir .
Não prenda em gaiola
A paz que a vida lhe dá,
Sempre portais abertos
Pra o amor e paz flutuar.
Vai e canta sua história
e deixe a vida mais bela,
Pra que na sua trajetória,
Veja o luzir das estrelas .
Abre a sua gargalhada
Feliz e com esperança,
Numa noite enluarada
no ritmo de sua dança.
Maria Francisca Francisca Leite
Registro:122958067065
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei -9.610/98
Um canto ancestral
com afeto nos oferto
o profundo atemporal,
a paz sem igual tal
qual a paz de Caral;
A chama sagrada
ainda viva no coração
de uma cidade inteira
sem muros entre nós.
Jacarandá da Bahia,
madeira dura e flores brancas,
Paz e ser toda poesia
por este pátrio setembro
que está em florescimento,
Em ti ser o mais generoso,
o adorável pensamento
e amoroso sentimento.
Tudo depende do momento
que se escreve um poema
que pode ser de paz
ou virar um Acangapema,
O quê importa é o quê
se deseja ser capaz.
(O restante o tempo faz)
Vá conquistar a paz,
porque ela está de volta
como necessidade
urgente diante dos olhos
da Humanidade,
Espero por uma boa
chuva de serenidade
para o nosso mundo
conquistar a liberdade.
Não esquecer genuinamente
daquilo que traz paz
como quem busca serenamente
colher Pequiá,
É assim que se deve entender
para se chegar onde quer.
Não era uma idiota
para lidar com assuntos
de paz e guerra,
Era uma sereia
que no lugar de caneca
usa um caracol,
Senhora de si a sua
biblioteca era um atol
e a sua família escova
de cabelos era feita
toda de madrepérola
para a sua essência poética.
Ipeúna em florescimento
que me traz a paz
sempre que preciso
quando debaixo me sento
para escrever serena
os meus Versos Intimistas
para te trazer com poesias
no afã de ganhar o seu peito
e espalhar por São Paulo
que sou o quê você quis e pertenço.
