Mensagem de Otimismo Machado de Assis
Trago algumas tintas para colorir os sonhos que temem a volúpia do meu pincel...
Trago lápis de desenho caso os meus esboços, se tornem artísticos...
Tenho um sarcasmo inofensivo, mas, tem uma certa indelicadeza minha quando, faço morada em caixas de lápis de cor dos outros, só pra colecionar cores diferentes e depois sair afoita espargindo aquarelas, na amargura de quem não se doa a um sorriso ao menos, por dia...
Mas é uma indelicadeza colorida, entende, boa?!
Tinha uma chuva lá fora que, se escondia todos os dias dentro de mim...
Têm dias, como hoje, que permito que ela transborde, depois de lavar aqui dentro e deixar as pupilas clarinhas e viçosas!
Têm pessoas que gostam de pegar tudo que é seu...
Seu estilo, seus amigos, seu jeito de ser, agir...
Mas acho mesmo o fim da picada, é a famosa competição...
Comigo, não acontece, saio antes de entrar, afinal, tenho tantas outras coisas lindas a ganhar que não seja essa sua corrida a pódios pouco disputados e de pouca relevância.
Fica mesmo se expandindo no seu mundo de "coisas fantásticas", quem sabe, realmente tudo isso que você pensa que é, não se torna verdade.
Cuidado com certos alcances, eles podem passar do seu próprio alcance e virar lenda!
Têm dias...
Só o VER com olhos que, descansa o coração...
Não basta saber notícias, não basta ouvir a voz, não basta mensagens e não basta nada que não seja olhar e sorrir no silêncio, sem palavras...
Apenas coração e admiração, apenas a respiração, apenas gestos que dizem mais que palavras e um carinho mais que qualquer abraço, quando os braços não podem se entrelaçarem!
Quando vi, fazia noite, fresca, com vento de "quase" novembro...
Quando senti, fazia um friozinho que me puxava para os lençóis dos seus pensamentos.
Quando, agradeci e pedi:
Obrigada Senhor por mais um dia e por favor, continue aquecendo meu coração, dando-me o privilégio da vida e mantendo-me essa (a)colhedora de estrelas, toda noite de os todos os dias...
Tinha motivos para abandonar o caso, mas, por "umas" fotografias, assinei meu contrato por mais "uns" dias e fiquei, delegando uma câmera que registrava por mim, os detalhes que, não seriam banidos pelo olho daquela lente astuta e coberta de segundas intenções!
Guardei-as, hoje, "o caso" me conta casos palpáveis, fotografias que o tempo não há de subornar!
Preguiça dessa gente que, gosta de mostrar o que não é, viver o que não tem e se misturar no meio dos outros que não fazem questão em tê-los.
Preguiça, em presenciar a força ridícula em sustentar amigos, mendigar palavras e pessoas...
Preguiça dessas faces brancas, mergulhadas no blush, escondendo os desatinos que gritam pelos basculantes dos banheiros de rodoviária...
Preguiça de escutar absurdos em preto e branco, dos vômitos exauridos pela peleja em ser alguém tão clichê!
Preguiçoso mesmo -imagino- ter esse hábito desprezível em ser o modelo de si mesmo, sem retoques, um esboço, esboçado!
Os olhares se ascenderam quando um beijo nos selou;
Abraços se apertaram mais fortes, quando os próprios braços se atavam uns aos outros, e entre bocas, abraços e braços à procura de "ninho", um espaço para o amor e uma eternidade ao nosso dispor!
Nunca senti minha inspiração se esgotar...
Sou bem resolvida com os versos e inversos da poesia que, decido ser e fazer-me todos os dias!
Portanto, que nunca me falte a força do lirismo nos varais da minha vida prosaica para muitos, mas, tão inteiramente intensa para mim!
Cada dia mais tenho à certeza que:
"Quem cala consente ", é uma hipótese duvidosa.
Afinal, quem cala, tem seus motivos e pra cada um, cabe silêncio com justa causa, com inúmeros gritos mudos, com alianças e parcerias e por tentativas em vão...
Reflita!
Às pessoas, precisam de espaço às vezes e no entanto e entretanto...
Mas se resolverem perdurarem além de “um tempo”, não ignorem a hipótese de terem criado espaço e ausência em demasia...
E por favor, não me questionem por não fazer laços em “nós” cegos.
Fechei os olhos, abracei-me interiormente e elevei uma prece em contraste ao tamanho de minha gratidão! Senti o coração leve e o corpo pleno. Com Deus, a resposta chega serena empurrando o desalento e acarinhando meus pensamentos. À vida com Deus, me faz guerreira cada instante, brota luz em mim, esparge amor e sonhos!
Quando permitiu-se música, a nota compôs o "surdo" dos olhos, deu "ré" nas decepções e fez (si)metria nas curvas de cada sorriso, dando som aos contrastes perdidos e aos barulhos abafados!
Aquietou a dor, num sucinto apego da noite e fez "bossa" no dedilhar entre uma piscada e outra dos olhos que, emaranhavam-se entre os cílios e os supercílios.
Fez "modinha de viola" e dançou pra si, até abraçar a calmaria dos dedos naquele piano que sempre fez "sopro" em sua sala de dentro.
"Amizades poesias" não morrem...
Eternizam em chuvas de letras, em sol flamejante de folhas amarelas, em nacos dos cinzas do dia, que jorram versos e compadecem em cintilantes piruetas de frases expostas ao vento, à lua, ao final feliz de um conto que, uma vez descrito, para sempre encantado, para sempre, "final feliz"!
Só tinha aquele sonho do encontro...
Encontrar alguém: sem muito documento, sem burocracia, sem endereço de luxo, sem testamento, sem julgamento, sem banalidades, com espírito e corpo aventureiros, atrevimento no olhar, aconchego nas pálpebras, leveza na voz, sedução na língua, fotografia no rosto, intelectualismo nas vísceras, alma de poesia e sonhos de versos e melodias...
Atirar-se no colo do amor que faz os pés saírem do chão e faz o chão simplesmente desaparecer, ondas de arrepios e "querências" constantes de sempre mais uma vez e de novo quando se vê!
Desconversei...
Queria tagarelar!
Me confundi, estranhei...
Não pensei e vazei, em lágrima muda!
Rimei um duo bem no meio de nós e compus uma ausência...
Estava parada e tinha uma janela, sem vento, pensei:
-Quente, preciso lavar-me, mas, ausente, sem colo, me restringi a pensar. Só peguei papel, caneta e fui lá fora saudar, o que poderia fazer em mim, um par e um versinho de amor, só pra acolher meu solo num violão imaginário, com uma canção triste e desarranjada, sem coro, sem sopro, só com vela acesa e minha estranheza com essa imensidão de versos que, não pulavam para o amarelo da folha estagnada em minhas mãos, presos em torrentes, o coração e arquivados na memória, desde então!
Soltar os cadarços às vezes nos faz cair na real desse surrealismo que insiste nos esfregar na "cara", enfiar nos gostos dos desgostos e desfazer "nós" nas andanças desse subordinado todo!
Tem que fazer um nó cego, caso não queira judiar dos próprios pisões e machucar os próprios pés nessas retas de curvas incertas.
Usar um bom tênis, não significa estar bem calçado, significa boas estatísticas de jornada.
Os pés têm que associar o descaso do cansaço e fazer manutenção frequente enquanto ladeira tiver de subir ou descer, vencer e só esmorecer no chão frio do banheiro no dia seguinte do tédio...
Sou meio lua...
Meio dia "sua", meio dia minha, nos vãos sou casulo e nos intervalos faço-me entrelinhas...
Sou assim "nova", inovando o que dá, sou perseverança pura na "minguante" amuar, sou "cheia" que só, até extravasar, ir além, transbordar, rápido, devagar, cansar, parar, respirar, tomar fôlego e crescer, "crescente" até a fase mudar.
Sou a lua do sol, a lua do luar, a moça de fases e pairo sempre no vento que, por si, me faz pairar, que, para sempre serei a "nova" que nem "minguante" cansa, nem "cheia" estoura e "crescente" segue destino a sonhar!
O dia foi encostando naquela montanha e um sol sorrindo veio invadindo...
Não dá pra controlar alguns pensamentos, mas dá pra ocupá-los com um pouco de ânimo, isso depende de nós, nos incentivarmos a radiarmos e fazermos farol em nosso penhasco de dentro.
À vida está sempre em torno de tudo o que nos habilita bons motivos, boas novas... Não tem que se afogar na primeira poça, debruçar no primeiro muro e não tem que quebrar a cara se alguns vãos não estiverem sendo preenchidos, tem que se abraçar com o melhor abraço e apertar os “nós” da garganta; e que dê o primeiro grito, quem o tiver para gritar!
À vida é um sopro, faz valer a fúria de alguns ventos e o desenho quente do sol esboçado em nossas costas!
O silêncio reatou-me aos laços de infância, de pequenezes que fazem falta...
O silêncio que trago, carrega uma voz mansa, de menina que dança com ritmo inventado, de sobriedade invadida por estampas de borboletas, de brilho de girassol, de nuances sem destino.
A menina que sacode o silêncio, perpetua leveza, en(canta) com a penumbra do crepúsculo e ensurdece como a dama do mar, embala um som que enfeitiça esse silêncio, que jaz, eterno naqueles dias de ventos, desses varais da vida!
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