Mensagem de Feliz Aniversário para Mãe

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⁠Uma coisa que a minha mãe sempre me dizia, e que às vezes tem funcionado bastante pra mim, é: "Desarme-se, não leve a vida à ponta de uma espada".

Pai e mãe são tudo, tudo mesmo, algo estratosférico, mais importantes do que qualquer estilo de vida.

0511 "Alguns 'humoristas' só sabem fazer o tipo de 'humor' que esculhamba os outros, a mãe dos outros, os filhos dos outros... Nunca eles proprios!"

"Debater é preciso! Fugir do debate e/ou xingar a mãe do outro não é preciso! A menos… A menos que um dos debatedores seja leviano ou descompensado ou irresponsável. Ou tudo isso!"
Frase Minha 0630, Criada no Ano 2013


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

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"Eu sempre ouvia que 'Mãe não tem rima'. Isso desde meu tempo de menino na escola. Por anos e anos foi assim, até que... Até que alguém falou e mostrou que um único sujeito (gênio, por sinal) conseguiu rima para a palavra Mãe. Só ele chegou a isso e é impressionante. O sujeito que conseguiu é mesmo gênio!"

1666
"Já esta atribuíram a Kung Fu Tsé: 'O Homem sem dinheiro só a Mãe o ama!' Se é verdade? Não sei... Nem conheci Minha Mãe!"

Vento revolto,
Leva, leve o que precisa leveza,
Mãe natureza, seu oxigênio mora em mim!!!

Se o homem mau é capaz de abusar da própria mãe, o que ele não será capaz de fazer com as mães dos outros?

Sou mãe, vou proteger os meus filhos seja do que for, eu sempre vou estar aí 😊

Isso me basta...


— Mãe, estou assustado com o seu nível social…
Ela sorriu com calma, como quem já entendeu o mundo há muito tempo.


— Não se assuste, respondeu. Eu não subi degraus nem disputei lugares. Não carrego títulos, nem rótulos. O que eu tenho é nível humano.


Fez silêncio por um instante e completou:
— E nisso, meu filho, todos somos iguais. Quem se acha acima, já se perdeu de si.

⁠⁠Sempre que vejo religiosos divididos, digladiando e se julgando pela Mãe do meu Senhor, lembro o quão fácil foi persegui-lo.


E ainda há quem defenda o Céu com flechas e pedras na mão.


Quem diga amar o Cristo, mas incapaz de reconhecer o amor no olhar do irmão.


Quem cite versículos para erguer muros — e não pontes…


Sem se esquecer dos que se valem do nome de Deus e da igreja para se esconder, aparecer e se promover.


Talvez o maior escândalo da fé não esteja nas diferenças doutrinárias, mas na incapacidade de amar sem rótulos.


Foi esse mesmo zelo sem ternura que O condenou — não o ateísmo, não o império, mas a arrogância de quem julgava conhecer melhor a vontade do Pai.


E assim, em nome d’Ele, seguimos ferindo o que há de mais Divino: o Amor ao próximo!

Orfandade a Dois

Existe uma orfandade que ninguém vê,
não é de pai, não é de mãe —
é do zelo que se perdeu no meio do caminho.

É deitar ao lado
e sentir frio mesmo com o corpo quente ali.
É ter companhia
e ainda assim conversar com o silêncio.

Sinto falta do cuidado miúdo,
do “vai dar certo” dito nos dias nublados,
do olhar que encoraja
antes mesmo das palavras nascerem.

Sinto falta do afago sem pressa,
do beijo que pousa na testa
como quem promete:
“eu fico”.

Há uma fome de carinho
que não se mata com presença,
porque presença sem ternura
é casa sem luz.

É orfandade de incentivo,
de mãos dadas nas batalhas,
de alguém que veja
e celebre o que há de bom em mim.

Não peço excessos,
peço zelo.
Não peço promessas,
peço cuidado.

Porque pior que estar só
é sentir-se só
no lugar onde o coração
esperava abrigo.

Mãe e pai: dois nomes que carregam apenas três sílabas, mas cujo significado atravessa séculos. Ainda assim, por mais que desejemos, não podem viver três séculos ao nosso lado.

A falta que essas duas pessoas nos fazem quando partem é imensurável; não existe analgésico capaz de aliviar ou acalmar essa dor.

É nesse momento que surge outro nome, também composto por três sílabas: Deus. São as orações constantes e a graça de Jesus Cristo que nos sustentam e nos guiam dia após dia.


Nós, filhos, jamais aprenderemos a viver plenamente sem a presença dos nossos pais. Felizes aqueles que ainda os têm, pois, depois que eles partem, o mundo jamais volta a ser o mesmo.

Dentro de nós existe e reina uma mulher.
E ela reina por ser sua mãe, sua namorada, sua esposa, sua filha, sua neta, sua... por ser VOCÊ.
Mas essa mulher que reina, não é sua! Não é de ninguém que não seja dela mesma, pois a Mulher que se conhece e sabe o valor que tem, antes de ser de alguém, é preciso que seja dela também.
Aprendendo a se conhecer e sabendo de o seu valor.
A beleza dessa Mulher não está nas roupas que ela usa, na imagem que ela carrega, ou na maneira que penteia os cabelos. A beleza de uma mulher tem que ser vista a partir dos seus olhos, porque essa é a porta para o seu coração, o lugar onde o amor reside.
A beleza de uma mulher está refletida na sua alma, no cuidado que ela, amorosamente, tem pelos outros.
Essa mulher extraordinária e fenomenal, acredita e vence todos os obstáculos. Essa mulher não é rainha ao acaso!

AUSÊNCIA DE MÃE

Perder a mãe é ter uma lápide no coração que germina ramificações que pulsam vida que o cordão umbilical ainda prende a alma dela em você, aí quando a lembrança vem em sua memória, o líquido amniótico inunda seu mundo em lágrimas...por mais paradoxal que seja esse sentimento de morte o vazio se torna vácuo e a saudade implode, paralisa e chega assim de repente trazendo a doçura do seu semblante nessa hora, exatamente como agora, nessa ausência que silencia e chora.

O sentimento da *mãe atípica* é mais profundo e complexo do que a simples percepção visual ou a capacidade de expressar algo por meio do olhar.

A vida da mãe especial e a do filho estão entrelaçadas de tal forma que ela se dedica a ampliar as possibilidades dele, unificando-se numa só alma.
Lu Lena

Ser mãe de autista é viver um estado de alerta permanente, mas também descobrir uma força capaz de transformar o mundo para o filho poder entrar no mundo da mãe e ele no dela, unificando esses dois elos tão distantes ao mesmo tempo tão próximos num só tempo, num só respirar da vida gerada e no corpo da alma genitora. Lu Lena

A relação mãe atípica e filho neurodivergente é de uma cumplicidade que extrapola toda compreensão e entendimento, onde dois mundos distintos revelam suas verdadeiras essências e, criando nessa relação simbiótica, um espaço de pertencimento onde os mundos se unificam num amor que transcende.
Lu Lena

MÃE ATÍPICA: A RECONSTRUÇÃO

Minha relação de mãe atípica com meu filho é absoluta!
Ele foca no nada e eu no tudo.
Sou alicerce e o porto.
Ele a ponte e o muro.
No cansaço me despedaço...
Ele se perde nos seus pedaços.
Me ergo para reconstruir o castelo de vidro.
Que ele quebrou numa mente dispersa no infinito.
Somos feitos de fragmentos de dor,
Mas inteiros nessa simbiose do amor.
Não me peça calma, se não conhece minha luta.
A neurodiversidade não tem culpa.
Lu Lena