Mensagem de Dor
"Ontem aconteceu a pior dor de cabeça já ocorrida neste planeta. Por quê? Ora, porque foi em mim. Por que mais seria?"
Frase Minha 0023, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Não justifique sua dor para quem não quer entender. Tentar provar o próprio sofrimento para alguém desprovido de empatia costuma gerar ainda mais desgaste. P.G
Rotular a dor do outro como "drama" é um reflexo direto da falta de empatia e da incapacidade de compreender a subjetividade das emoções alheias.
P.G
"Você está preocupado com a minha dor de cabeça? Por que, então, eu devo me preocupar com a crise no seu país? Hein?"
Frase Minha 0413, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Se nem Medo, Dor ou Sofrimento duram pra sempre, imaginem Humanos e, ainda mais, Humanos Fanfarrões!"
0732 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
“Quando eu partir deste mundo, levarei as minhas alegrias e as minhas tristezas, a minha dor e a minha coragem, o meu sorriso e a minha lágrima. Deixarei para vós como herança, lembranças! Boas ou más, deixarei”
Dizem que: "aprendemos por Amor, ou pela Dor!".
Eu já vós digo; aprendemos tanto pelo Amor quanto pela Dor!
Mas isto é aquele algo próprio de cada ser
Assim demoro para dormir de tão bom que é viver.
Então demoro para acordar de tão bom que é dormir...
A libertação dói e com essa liberdade liberta-se da dor.
Com entrega confiante a espiritualidade guia e conforme caminha, a escuridão vai iluminando e diversos caminhos seguros se abrem como novos mundos acessíveis que antes não enxergaria-se.
“Meu sorriso não significa ausência da dor, mas estado permanente de gratidão.”
— Célia Regina Carvalho
Livro: Quase morro para viver — Volume 4
“Eu não sou a dor. Sou a travessia.”
— Célia Regina Carvalho
Livro: Eu não sou a dor. Sou a travessia.
O meu silêncio não é ausência de sentimento; é o cansaço de tentar explicar a dor para quem a causou.
Minhas lágrimas desenharam rios de dor no meu rosto, mas foram essas mesmas águas que regaram a semente da minha força. Hoje, eu não amo porque esqueci o que sofri, mas porque aprendi a transformar cada cicatriz em um degrau para algo maior.
Nascidos fomos, sob um céu de cinza e bruma,
Com a exata medida para a dor sem fim.
Duas metades buscando a mesma espuma,
Um laço trágico tecido em linho carmim.
Desde o primeiro olhar, a alma reconheceu
O espelho partido, a sua parte ausente.
Mas o destino, em escárnio, interveio,
Deixando a chama acesa, mas fria e renitente.
És meu avesso, a chave que a dor contém,
A prova viva de um amor que não se finda,
Mas entre nós, a sombra, o que convém,
O grito mudo de uma estrada que se cinda.
Melancolia em cada suspiro teu que ouço,
Tristeza funda em cada passo meu que dou.
Somos a tragédia do mais puro poço,
Onde a água clara nunca se encontrou.
Ah, esta união de almas, dramática e amarga,
Que nos condena ao longe, ao eterno anseio.
Uma febre que arde e que a vida embarga,
Um abraço negado, morrendo em meio ao meio.
E assim seguimos, dois espectros em conflito,
Ligados pela dor, não pelo doce intento.
Um poema de pranto que jamais foi dito,
O eco que restou de um amor sem sustento.
Vem, meu anjo. Eu chamo no silêncio que me veste,
Não com a voz, mas com a dor que me consome.
Sou um naufrágio à espera da maré celeste,
E em cada lágrima, sussurro o teu nome.
O amor que arde em mim não é brasa, é ruína;
Um fogo que devora, mas não aquece.
Se és a salvação, por que a sorte é tão mesquinha
E me oferece o céu apenas quando anoitece?
Eu te construí no altar da minha insônia,
Um relicário de promessas e prantos,
E agora, sem teu toque, sou só a autonomia
De um coração quebrado em mil recantos.
Vem, meu anjo, venha me salvar da queda
Que me separa do calor do teu abraço.
Sou o drama vivo, a tela despedida,
Que implora pelo brilho do teu traço.
Chega de manso e rasga esta mortalha de saudade.
Pois sem o teu olhar, sou apenas sombra fria;
A melancolia veste o manto da verdade:
Viver é te esperar em eterna agonia.
