Mensagem de Despedida para Falecidos

Cerca de 83192 frases e pensamentos: Mensagem de Despedida para Falecidos

⁠Sê tu pessoa de bem, mesmo que o mundo não lhe dê nada de bom, mas sem permitir que te façam de bobo.

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠O papel do "laranja" na sociedade é ser descascado pelas lâminas que ele ajudou a afiar.

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠Bolsa Família se transformou no bolsa quadrilha, vários agentes públicos municipais beneficiados indevidamente.

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠A veracidade tem valores diferentes da mentira, entre os quais destacamos o preço pago.

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠O livre arbítrio é uma dádiva, graças a ele os sem caráter não poderão se esconder por muito tempo atrás da religião.

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠O excesso de holofotes mácula a sociedade, porém jamais ofuscará a voz da razão.

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠Os mandamentos não devem ser escritos a ouro nas paredes e cúpulas dos templos, mas como verdade viva nos corações.

Inserida por DomMuniz01

⁠Esse deveria ser o texto inicial da Carta Magna de todos os países: Artigo 1º Somente entraremos em guerra, se o mandatário mor de nossa Nação e seus principais colaboradores lutarem na linha de frente das principais batalhas. Artigo 2º Revogam-se as disposições em contrário.

Inserida por chicogente

⁠Mulheres Com Asas De Falcão

As mulheres com asas de falcão
entoam hinos ao anoitecer,
vestem-se de organza e caxemira
despindo a alma sorrindo
perante os dentes assassinos das hienas.

Elas cuidam, acolhem, mimam
e choram às escondidas
toda a dor das ausências
peregrinando gargalhadas, inventando estórias
para seus filhos
os delas, e os que a vida lhes concedeu.

As mulheres com asas de falcão
esquecem seus soberbos corpos
em prol de um Amor maior
e sorrindo, continuam chorando em segredo
no silêncio de seus quartos fantásticos
de rubras rosas, rubis e frescas açucenas.

E antes de voarem rumo ao infinito
deixam suas vestes pelo chão do tempo
na doçura que teimam em guardar,
meninas, mulheres com rostos de quimera
sobreviventes ao desdém.

Inserida por sofia66

O passado, o presente e o futuro são elos da mesma corrente, um não vive sem o outro, um não vive fora do outro.

Inserida por palcodasflores

Ao caos decidiu tornar hermética e incompreensível a si mesma,
Jovem e pequena Nephele, diante das desavenças da vida!
Se no mundo não há sentido, porque nos versos hão de ter?
Oras, saudosos, não carrego mais em minhas palavras
A verdade dos mil dias em que sorri à abóbada e
Esbravejei que dentro de mim resistia à vida!
A morte resiste dentro do ser que ousa chamar a si de vivo,
O não-ser pôde se tornar a única e indescritível vontade de expirar o último suspiro em direção ao zéfiro!

Terra, grande Mãe e Criadora do Céu e do Inferno,
Imploro, por meio deste Apóstrofe desiludido,
Que leve consigo todo o temor substancial e arrependido de meu ser,
E que traga, em sua bagagem, a mocidade
Que se perdera onde não se tangem mais os devaneios juvenis!
Terra, detentora de tudo – inclusive de meus pensamentos –
Encubra o meu doloroso cerne e limite-o
A temperança duma bebedeira comum!

Portadores de subjacentes e melodiosas almas,
Correndo ao infinito, ver-te-ia entrar, abscôndito, em vosso próprio túmulo contemporâneo.
Sabor doce advém do arcaico, cultuarei, pois bem, a falta de modernidade
E gritarei ao além que minh´alma volte apenas por duzentos anos
Num tempo em que agridoce era o sabor da sociedade,
Ora corajosa, ou ora repleta de verdade!

Tempo eterno é tempo infinito, mas tem o além e o além do além. Nenhum cientista foi até o além, quanto menos no além do além. Para mim, tudo o que nasce é nativo, isto é, natal.

O PRIMEIRO BEIJO


O beijo é uma isca
Experimente-o ligeiro,
Como quem belisca,
Se arrepia o corpo inteiro
Ou se sai apenas faísca
O momento é prazenteiro.
Depois, pode seguir á risca:
Ninguém quer só o primeiro,
Quer experimentar tudo... Por inteiro.

APRENDIZADO PELA DOR

Não se cobra, não se exige qualquer tipo de sentimento.
A Vida já me vinha ministrando esse ensinamento.
Todavia, não fui bom discípulo,
Repeti a lição, mais que o triplo.
E a Mestra de todos os viventes
É especialista em didática,
Para cada discípulo, coloca um método em prática.
Para os discípulos várias vezes repetentes,
Ela usa o método “chorar e ranger os dentes.”
Nunca exigi amor de uma mulher
Ou de outra pessoa qualquer;
O mais nobre dos sentimentos
Não é para um Ser pobre de sentimentos.
Mas, quando, a alguém dedicava amizade,
Exigia retorno na mesma intensidade.
Tive de perder boas amizades,
Afastar de mim, pessoas especiais de verdade,
Para aprender que não se exige sentimentos,
Nenhum tipo de sentimento;
Eles são livres como o vento,
Que “sopra onde quer.”
Tão grande foi a dor que senti,
Na última lição que vivi:
Valeu-me como Exame Final;
Agora é Saber indelével em meu cabedal

SER INEXPLICÁVEL

Sou como sou, porque,
um pouco:
A Vida me lapidou.
Um pouco:
Meu sangue herdou.
Um pouco:
O meio, a época marcou.
Um pouco:
A evolução se realizou.
Um pouco:
É o que se estagnou.
Um pouco:
Nunca se explicou.
Um pouco:
Minha livre escolha optou.
Falou, falou,...
E nada explicou.
Afinal, por que sou
O que sou?
Por que sou
como sou?

CALMA AÍ!

Vivi até hoje
Com sofreguidão
Agora a vida
Me impõe lentidão
Vivi até hoje
Com avidez
Agora as coisas
Vão de vagar
Uma de cada vez.

“VOCÊ É COMO EU SONHAVA”

Depois que te conheci,
Parece que todos os poemas
Que escrevi
Foram escritos para ti!
Depois que te conheci,
Todos os olhos que vi,
Esqueci!
Só tenho olhos para ti!

DESENCANTO
Meu quarto outrora,
Habitava sonhos encantados – hoje,
Pesadelos (sombras de sonhos não realizados)
São meus anfitriões, aguardando-me
No limiar do meu sono de desencanto.
Meus pensamentos, que outrora
Deslizavam audazes e intrépidos
Através de minha boca,
Hoje se recolhem e só viajam
Por suas confidentes estradas secretas.
O que me constitui transformou-se
Numa silenciosa montanha
Aguardando a passagem do tempo,
Na certeza de que forças ocultas corroem-lhe a base,
Preparando-lhe a queda final.
O que guardo de belo em mim
São flores de cacto na aridez
Do deserto em que me tornei,
Castigado por “fenômenos climáticos”
Das minhas experiências de vida.
O que ainda me alenta
É a possibilidade de ter sido inventado,
E vivido e sofrido e usado,
Por um engenhoso e mágico inventor
Que saiba e queira e recicle
Os farrapos que sobraram de mim,
Quiçá até queira dar brilho novo
À luz que outrora
Fulgurava em meus olhos