Mensagem de Despedida a Avo Falecida

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Quando a alma chega cansada ao fim do dia,
é em Deus que o coração encontra abrigo.

Há um descanso que não vem apenas do silêncio da noite,
mas da certeza de que existe um cuidado maior
sustentando tudo aquilo que a gente ainda não consegue entender.

Por isso, adormeça em paz.

Nem todas as respostas precisam chegar agora.
Algumas vêm devagar,
como quem toca a porta da alma sem fazer barulho.

E, no tempo certo,
o amor de Deus sempre encontra um jeito bonito de explicar o que hoje ainda dói, confunde ou espera.

Edna de Andrade

@coisasqueeusei.edna

Nem tudo o que a alma sente
consegue virar explicação.

Existem emoções que atravessam a gente devagar,
mudam nossos passos
e fazem nascer uma versão nova de quem somos.

Por isso,
não tente entender tudo o tempo inteiro.

Alguns caminhos
primeiro são sentidos.
Só depois a vida encontra palavras para explicar.

Edna de Andrade

@coisasqueeusei.edna

Abençoados são aqueles que desejam bênçãos para os outros.


Felizes são os que conseguem se alegrar com a felicidade alheia.


E vitoriosos são aqueles que aplaudem as conquistas dos outros sem deixar o coração pesar.


A vida sempre devolve aquilo que a gente lança no mundo.


O bem também volta.


Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Tem cuidado de Deus nas pequenas delicadezas que acontecem sem aviso.

Na calma que chega depois do choro,
na palavra certa em um dia difícil,
no abraço que acolhe quando o coração já estava cansado de ser forte.

Tem cuidado d’Ele no que permanece,
no que vai embora
e até nas coisas que ainda não fazem sentido pra gente.

Porque, muitas vezes,
o que chamamos de acaso
é só Deus ajeitando a vida devagarinho…
com amor.

Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Há dias em que a gente não entende o porquê das pausas,
o silêncio parece longo demais
e o coração quase perde o compasso.


Mas Deus conhece os caminhos que os nossos pés ainda não pisaram.
Ele planta esperança na terra mais seca
e faz brotar beleza onde parecia não haver vida.


Confiar é respirar fundo,
soltar o controle
e acreditar que o amanhã já está cuidado.


Há sempre um recomeço sendo preparado no céu —
e quando chegar, vai fazer sentido.


— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Recomeçar é um ato de coragem.
É olhar para as próprias cicatrizes
e escolher não parar nelas.


É dar um passo de cada vez
mesmo quando o chão parece novo demais.
É permitir que a alma se renove
e que o coração volte a acreditar.


Recomeço é lembrar que a vida
é generosa com quem insiste em florescer
mesmo depois do inverno.


E, no fundo, é confiar que Deus
sempre sabe por onde nos guiar.


— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Há algo de infinito dentro de nós.
Carregamos no coração um pedaço do universo
que nos lembra que fazemos parte de tudo.


Somos únicos e, ao mesmo tempo,
pertencemos ao mesmo mundo,
ao mesmo abraço que une todas as coisas.


Somos encontro,
somos caminho,
somos o milagre de estar aqui —
tão pequenos e tão cheios de vida.


— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Há uma alegria serena em olhar para trás e reconhecer o caminho que me trouxe até aqui.
Não foi sorte — foi escolha.
Foi coragem de me mover, mesmo quando o coração tremia.


As maiores mudanças nasceram no silêncio,
quando entendi que estava tudo bem deixar para trás
o que não me fazia crescer.


A vida foi se abrindo,
como quem diz:
“eu sabia que você viria”.


Hoje, carrego comigo o orgulho do que vivi
e a gratidão pelo que me tornei.
E sigo — confiante —
porque sei que a história continua,
e ainda há muito de mim para florescer.


— Edna de Andrade

Bom dia!


Hoje é daqueles dias em que o coração acorda mais quieto,
mas ainda assim cheio de fé.
Deus passa pela gente como um vento leve,
ajeitando os pensamentos, alinhando os planos
e lembrando que tudo o que é dEle
tem o tempo perfeito para florescer.


Respira fundo.
O dia está só começando
e o céu tem promessas lindas para te contar.


— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Não tema as curvas da vida.
Elas não são o fim — são convite para desacelerar,
respirar fundo e redescobrir caminhos.


Confie na força que você carrega no peito,
na sua capacidade de se reinventar
e de transformar tropeços em passos.


Acredite: você é capaz de atravessar qualquer desafio.
E, quando passar, agradeça.
Cada experiência que te doeu também te fez crescer,
cada obstáculo vencido foi o treino que te deixou mais forte.


— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Bom dia

Hoje é daqueles dias em que o coração desperta antes mesmo do corpo entender que já amanheceu. É como se Deus sussurrasse bem baixinho: “Confia, Eu já preparei o caminho”.

Às vezes a gente acorda carregando o peso das incertezas, mas quando a luz entra pela fresta da janela, dá pra sentir que existe um cuidado maior segurando tudo no lugar. O mundo pode parecer apressado, mas o coração pode escolher ir no ritmo da fé.

Então respira fundo, se ajeita por dentro, e deixa Deus conduzir o passo. O dia é novo, e junto dele, a chance de recomeçar — sempre.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Bom dia!


Há manhãs em que a alma desperta antes mesmo dos olhos se abrirem.
É como se Deus, em silêncio, nos lembrasse: “Eu já cuidei de tudo, caminha em paz.”


E é nessa confiança que a vida encontra suavidade.
Não importa o tamanho das perguntas, existe um cuidado maior conduzindo cada resposta.


Hoje, deixa a fé ser o compasso.
Vai mais devagar, escuta o coração, percebe a luz que insiste em atravessar a fresta da janela.
Esse é o jeito mais bonito de começar: acreditando que o amor de Deus sustenta o que somos e o que ainda seremos.


— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Às vezes, o que parece desvio é só Deus mudando o rumo pra te levar mais longe.
Nem toda pausa é perda; há silêncios que preparam recomeços.


O que se desfez, talvez nunca fosse abrigo.
E o que ainda não chegou, já está sendo tecido com delicadeza no tempo Dele.


Confia.
A vida que Deus escreve é feita de capítulos que a gente só entende depois,
quando o coração aprende a ler com fé.


— Edna de Andrade @coisasqueeusei.edna

A bússola gira e não aponta; o vento traz memórias que se despedem como barcos. No centro de um lago imaginário, a flor de lótus abre feridas de luz e guarda perguntas antigas. Um espelho quebrado espalha reflexos que insistem em voltar para casa, cada estilhaço um mapa de escolhas não feitas. Chove sobre o mar — água da chuva no mar — e as gotas se dissolvem numa conversa com o horizonte: lembranças que se perdem para se tornarem sal. Sete de copas dança nas mãos de um jogador sem rosto, oferecendo espelhos, sombras, promessas de estrada. A ampulheta de açúcar pinga lentamente, cada grão doce um minuto fugindo para a língua do tempo. Nada é coerente; e por isso tudo existe, coerente na sua falta de explicação. Aqui o sentido se esconde nas pequenas falhas: no estalo de um reflexo, no sabor de um minuto, no sopro que desloca a bússola. O acaso organiza-se em silêncio, e a flor fecha-se como se guardasse um segredo que só se conta quando ninguém mais acredita em mapas. Ainda assim, tudo tem o real sentido de ser.

Diante de problemas, a nossa mente tende a paralisar devido, as incertezas e ao medo que algo novo nós tras. A partir daí, não se desespere. Sabemos que manter a calma é difícil. Então, respire inspirando e exalando lentamente e profundamente. Esta técnica tende a trazer a mente para o momento presente. Gerando assim, mais clareza mental e serenidade para raciocinar, com o intuito de encontrar a melhor saída. Lembrando que tudo passa e que para todos os problemas existe uma solução.

O vento não sabe para onde sopra, e as nuvens, essas viajantes indecisas, vagueiam sobre montanhas que já nasceram velhas. Gigantes caminham por um mundo pequeno demais para seus passos, deixando marcas que se confundem com vales. Os moinhos giram, mas quem move a pedra? A ampulheta de areia farinha mede tempo que não existe, enquanto um girassol, tolo e fiel, dança para um sol que nem sempre comparece. Sobre tudo isso paira um corvo de asas coloridas, único espectador que entende a piada: vivemos presos a rodas que inventamos, a contadores que esvaziamos, a gigantescas ilusões de grandeza dentro de horizontes que cabem na palma da mão.

Tinham tantas histórias a contar. Tantas saudades a reclamar. Momentos a recordar. Caminhos a planejar. Tantos sonhos a sonhar. Mas... quando finalmente ficam juntos, tudo desaparece, nada mais importa. Por que contar histórias, se a mais bela é o amor? Por que queixar-se da ausência, se o objeto da saudade está presente? Por que recordar o passado, se o momento é perfeito? Por que planejar caminhos, se as vidas estão traçadas? Por que sonhar, se viver é mais intenso?

Livro: Thaís, a Bela do Éden, página 188

⁠Somos a lembrança de alguém, as histórias contadas, as fotografias tiradas e os pertences empoeirados em um baú, nós somos aquilo que deixamos e os sentimentos que causamos nas pessoas que passam pela nossa vida. Somos morada de alguém e as vezes apenas uma ponte em que necessitam ultrapassar ou transitar. Lugares como esses, me remetem ao passado, as histórias findadas ali e eternizadas nas paredes, em cada cômodo e móvel ali deixado ou esquecido propositalmente à degradação do tempo. Me faz pensar e imaginar tudo aquilo que foi visto, ouvido e sentido por entre essas janelas, além de todas as pessoas que passaram por aquelas portas (...)Alguns dirão: "É apenas uma casa velha!" Enquanto eu digo: "É uma parte da história.".

Pode me ouvir?


Estou a exclamar: Almejo que alvitre a concupiscência da vida!


Ainda está aí?


Esta razão incognoscível permeia meus pensamentos.

Ratifico: são as malditas mazelas.


Não! Por favor, sem eufemismo.


As inspirações são ideias antitéticas.
No final, minhas predileções implicam pura gnosiologia.

Ideias inexoráveis?


Por obséquio, não há eloquência na opulência.
Há pilhérias de um sectário ambivalente.


Resiliência ?


O peremptório de mitigar esta pecha prisca está na gnoseologia da subconsciência inata.


Devaneio?

O indivíduo ascético é o que pode aquiescer perante coerção social, mas, porém, todavia, entretanto, é execrado nas agruras da vida por coadunar metafisicamente ao ser perscrutador do verdadeiro cândido amor inato.

Te incomoda me ver vivendo? Não me importo, porque uma vez eu falei sobre o que me incomodava e você também não se importou.