Mensagem de Aniversario para um Comediante

Cerca de 333998 frases e pensamentos: Mensagem de Aniversario para um Comediante

Aqui é o reduto
Apenas o ninho
Do meu esqueleto escasso.

Porém, minha alma é mais
Ela é um passarinho voando livre
Voando no espaço, saltando de rosa em rosa.

Inserida por bmdfbas

PARTIDA (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)

Se um dia eu partir...
Nalgum horizonte findar...
Em alguma esquina de amanhã...
Um verso de ilusão quero deixar...

Fascinou-me querer ser poeta...
E é lá que quero estar junto da poesia da vida...?
Nesse último verso que a vida compor...?
Quero deixar meus sonhos e ilusões...
Amém!

ISBN: 978-85-7893-519-1

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ACEITAR A MORTE (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)

Só há um jeito de aceitar a vida,
é aceitar a morte...

Inserida por bmdfbas

EXUMADO (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)

A nossa vida deve ser guiada
por um sentimento onde "exumado"
o Evangelho das cinzas, da cristalização
e do dogmatismo e tradição e do casuísmo
sacerdotal, adotemos o discernimento
filosófico-religioso que a vida
é triunfante, transformante, edificante
e bela e que o Amor a Deus é o que importa
e a Sua Justiça Divina se faça...

Inserida por bmdfbas

ANDAR SOZINHO
(Bartolomeu Assis Souza)

Procure o seu próprio caminho...
Um dia irás encontrá-lo...
Cada um pode fazer o seu...
Eu aprendi a andar sozinho...
Andar é como estar no controle...
Na altura dos passos...
Ninguém esquece de como caminhar...
Amém.

Inserida por bmdfbas

NADA
(Bartolomeu Assis Souza)

Os mortos não querem nada.
o que vão querer, é um dos
benefícios de estar morto...

Inserida por bmdfbas

ENIGMA
(Bartolomeu Assis Souza)

Por que estamos aqui e como deveremos
ser?
A morte traz um enigma, pode o "amor" oferecer uma resposta ao doloroso mistério e enigma da morte?...
Só há uma forma e maneira...
Amar com intensidade e força o equivalente a nossa "mortalidade"...
Somos chamados de "mortais" é o que nós somos...
A nossa mortalidade é o que nos define...

Inserida por bmdfbas

UNIVERSO
(Bartolomeu Assis Souza)

Com um verso
Faço todos os versos
Com um verso
Crio todas as coisas:
UNI/VERSO= UNIVERSO
Um único verso que é tudo.

(METAMORFOSE: ISBN: 978-85-7893-519-1

Inserida por bmdfbas

A tecnologia não criou a covardia.
Só deu a ela um botão.
Antigamente terminar doía na carne.
Hoje dói no polegar.
A gente inventou um jeito de abandonar alguém sem levantar da cama.
— Van Escher

Inserida por van_escher_1

Muita gente passa pela vida sem conseguir deixar o tamanho buraco que você deixou avó, vc criou um mundo dentro de mim, tem cheiro, tem som, tem colo, tem birras, tem comida e oração, as vezes fico vagando nos escombros da minha própria memória pra ver o teu retrato na parede do meu peito, não tem ladrão que roube, não tem tempo que apague, não tem morte que arranque, porque sempre que eu duvidar que alguém me ama no presente genérico eu vou me lembrar de ti.

Inserida por afonso_cuinhane

⁠Um corpo nú
é sempre poesia
se teu olhar
souber ler.
Temos que parar
de enxergar nosso invólucro como algo feio que tem que viver escondido.Você é algo único e especial.

Inserida por AndreaDAngelis

⁠Um mergulho nas
emoções do autor.
Um giro pelos contornos
de sua alma que pede
para ser lida.Fragmentos,
esboços de sua vida.
Assim é a poesia!
Alma e pele...
Um gozo que começa
na mente e faz vibrar
o coração e sem pressa
vai escrevendo a emoção.

Inserida por AndreaDAngelis

⁠O exercício de pegar
a caneta e escrever
já me traz satisfação.
Logo sai um pequeno pensamento.
Nem sempre dentro
de um contexto bom
mas que escrevo para que não se apague aquele toque de emoção.
Vivo tentando domar...a inspiração.

Inserida por AndreaDAngelis

A poesia é um descontrole,
um pulsar sem ritmo ou direção.Palavras que saem
direto do coração.

Estou sentindo todas elas
mastigando do abismo,
a emoção…

São como sequelas
sem domínios
onde escancaro vazios
de m ‘alma em janelas.

Andréa

Inserida por AndreaDAngelis

Fragmento Perdido de um Coração em Ruína.

“Se desejas matar-me, não poupes tua ansiedade.
Deixa que ela escorra, lancinante, como um punhal ansioso por minha alma.
Faze com que meu sonho escarlate percorra tua memória, tão santa quanto sepulcral, se nela eu houver de permanecer, mesmo que morto.

Pois te digo: melhor me é morrer em teu pensamento
do que viver sem o teu desejo.
E se meu sangue imaginado tingir a lembrança que guardas de mim,
que assim seja.
Nada mais terrível suporta meu espírito
do que desaparecer sem deixar em ti uma sombra,
um tremor, um eco,
um lampejo que seja de minha dor.”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Cativeiro da Agonia.

“Faço da minha vida um cenário da minha tristeza.”
E assim, a existência se converte em palco, e eu, ator sem aplausos, caminho entre sombras que se arrastam nas paredes da própria alma.

Agonia…
Tu que me encarceras e me vigias como sentinela antiga, tens mil portas abertas em tua fortaleza austera.
Eu, porém , cativo, não tenho nenhuma, ou talvez apenas uma:
o meu pensamento.

E o pensamento, este frágil portal para mundos possíveis, treme. Ele poderia ser fuga, ruptura, salto.
Mas não fujo.

Porque o dom dos abismos se levanta silencioso entre nós dois, entre tu e eu, como muralha feita de memórias, silêncios e ausências que se recusam a morrer.
E nesse intervalo, nesse vão entre o que sou e o que me dói, a vida permanece suspensa, hesitante, como vela acesa no vento que sopra de dentro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“Se a tua última vela arder apenas por um fio de paz e fé, ainda assim, nenhuma noite será capaz de sufocar-lhe o brilho; pois mesmo a menor centelha, quando nasce da alma, desafia o escuro do mundo.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

“Os gritos carregam um significado assombroso: em quem os lança, ressoa a imposição do teu silêncio.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

AMOR QUE VIVO NO ALTAR DA DISTÂNCIA.

"Se amas um anjo que nunca tocarás,
não é pecado — é arte.
Mas que tua alma e esse amor, mesmo assim,
não morra no altar do impossível.
Porque há infernos que só existem
quando esquecemos que somos dignos do paraíso."

Inserida por marcelo_monteiro_4

Narrativa Inspirada no Conto Sufi.
Fragmentos do Infinito.

Conta um antigo conto da tradição sufi, atribuído a diversas escolas do Oriente Médio, que a Verdade em sua pureza integral desceu à Terra e os homens não puderam contemplá-la em sua totalidade. Para que não se perdesse por completo, Deus partiu a Verdade como se fosse um espelho, e lançou seus estilhaços ao mundo.

Desde então, cada ser humano carrega em si um pequeno fragmento desse espelho divino, refletindo uma porção da Verdade, mas jamais o seu todo. Aqueles que tentam impor seu pedaço como sendo a totalidade do espelho, sem reconhecer os fragmentos que os outros portam, caem na ilusão do orgulho e da cegueira espiritual.

Inserida por marcelo_monteiro_4