Mensagem de Amor de Pai para Filha
Se procurar bem, você acaba encontrando,
não a explicação (duvidosa) da vida. Mas a
poesia (inexplicável) da vida.____________
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Quando bateu-me a porta uma tal doida chamada felicidade, então entendi que a mesma viera acompanhada do medo da perda! Antes mesmo de vivê-la, cá dentro batia o medo de a ver voar...
Disseram-me que sou homem de coragem! Mas cá com meu botões não contive em riso fechado! Gargalhei alto, desenfreado e desembestado, pois se sou homem corajoso, então minha coragem é louca e desconfio que não sou de todo corajoso, mas de todo louco.
Não me digam que há normalidades! Não há! Sou homem disfarçado de uma normal sensatez.
Em oculto das escolhas fui quase insano, tresloucado, desvairado. Pois eu sempre escolhi o avesso de tudo o que vi, vivi e toquei. Olhei o mundo por fora! E aos que cruzei em meu caminho os olhei por dentro, mas aos que toquei em meu caminho rompi como navalha o ato de apenas fazer desabrochar o que de cada um queria apenas voar...
Em sendo apenas corajoso, minha coragem teria sido uma limitação e não uma virtude, pois é a loucura que me definem e é o que a caracteriza ilibada louca coragem..." Ivan De Oliveira
"Não é apenas o desconhecido que fascina aos homens, mas o ato da tentativa em descobri-lo." Ivan de Oliveira
A vida ensina. Só não aprende quem não observa ou reflete no que acontece consigo mesmo e com as pessoas ao seu redor. Observar e refletir, são dois pontos fundamentais. Ao observarmos percebemos atitudes que nos fazem pensar em realizar ou não determinadas ações. Ao refletirmos temos a chance de nos autoavaliar, e então a partir disso vermos se há a necessidade de mudarmos ou melhorarmos nossas ações. E nada como viver para sentirmos na pele o prazer ou a dor que cada experiência nos proporciona e o aprendizado que nos agrega.
Amo a imensidão do mundo, a variedade de culturas, o estilo próprio, a diversidade de opiniões... Cada um a sua maneira.
Nessa vida, ou influenciamos ou somos influenciados. O primeiro é um caminho árduo, requer mais responsabilidade se quiser ser um refletor de coisas boas. O segundo, é um caminho mais fácil, você só tem que deixar alguém ditar quem você é e o que faz, seja isso consciente ou inconscientemente.
"Que no amanhã hajam tintas e que a alma cubra-se em tons, que a mesma atei-se ao luxo radioso de novas sensações e aqueça-se!" Ivan de Oliveira
Ah!
Via que caia
caindo?
Como isto? Sem paraquedas?
Enquanto uma pétala de rosa,
me disse,
caio contigo,
daí perguntei,
o que fazes aqui?
também caí,
como caíste,
Deus me mandou,
acompanhar-me?
sim,
para que possas renascer,
onde?
Em seu Reino,
Onde a morte não existe,
Acabaste de cair no Paraíso!!!
Vou já procurar o meu canto ... Onde percebo que a vida vai além de algo mais ou alguma coisa. Que a vida vai além de esmolas divinas, que a vida sou eu, é você, muito além de um pouco, mas sim de um tudo, de uma parte ativa e integrante do próprio Universo. Nunca egoísta, nunca tirana e muito menos doída ao ponto de se desistir dela. Viva! Pois viver não é arte e seu dia-a-dia não é um teatro. São momentos constantes e dinâmicos que lhe esquentam, esfriam, não existe o roteiro. Existe sim, um livro aberto com páginas em branco para que escrevamos todas atitudes que tomamos, junto de suas próprias consequências.
MINHA SOLIDÃO É HABITADA
ÀS VEZES DE GENTE
ÀS VEZES DE NADA
MINHA SOLIDÃO É TRIPULANTE
ÀS VEZES VIAJANTE
ÀS VEZES APORTADA
Rosto bonito, envelhece, cria rugas mas, o caráter é intocável, permanece eterno!
Geilda Souza de Carvalho
Quem come e guarda, come duas vezes!"
Para refletir com carinho e começar a mudar!
"Um grão de arroz e mais um grão de feijão.... deixado no prato, de cada um de nós, mata a fome de uma população imensa, muitos dos nossos passam fome e ou comem os restos que são jogados no lixo!
Sirva-se à vontade e só coloque no seu prato, o suficiente para se alimentar, não desperdice!
Geilda Souza de Carvalho
Conversas são relacionada ao presente futuro do sujeito, que nunca deve estar oculto por serem eles tão singulares a ponto de estarem no próprio adjetivo.
Ócio
Pra um sol bem quente
Eu uso um chapéu
Pra minha dor de dente
Eu olho pro céu
Pra meus amigos
Eu mando lembranças
Pra meu bem querer
Um pote de mel
Eu faço da vida
Uma linda resenha
E exponho tudo
Aqui no papel
Eu mostro a beleza
Do teu sorriso
E encontro a certeza
Do meu paraíso
Amar tudo ali
É muito mais que preciso
É quase sagrado por ser precioso
E se é pra correr apressado
Eu já nem saio do lugar
Minha vida é andar devagar
E sempre cheguei lá do outro lado
Onde a luta começa
E a glória termina
Onde implora a menina
E te faz promessa
Onde o campo é minado
E a virtude regressa.
Martírio
Bomba, tiro e guerra
Tudo isso vê na tv
Sei que é parte de uma nova era
Mas é tão difícil de crê
Que a vida assim se desfaz
Por tão pouco ou quase nada
Mas o que se pode fazer
Se é destino deixar tudo pra trás
E a maldade é o que te faz morrer
Eu vejo o lado de fora
E também o lado de dentro
O que acontece agora
E o que vêm lá do centro
De onde a carniça é maior
E a piedade é cada vez menor
De onde se lavam com sangue
As mãos em vez de suor
De onde se grita olha a paz
E o outro já diz olha a faca
Alguns lutam e refaz
E o outro chuta e te empaca
A garganta ali ja vive rouca
De tanto gritar socorro
E os velhos pés descalços
Já andam tão cansados
De tanto correr pra o morro.
O Sol Embriagado
Hoje o sol embriagado
Não mostrou seu olhar na terra
Preferiu se esconder
Entre os montes daquela serra
Pra não ter que explicar
O seu olhar envergonhado
Quando abrirmos a porta
E também a janela
Hoje o sol fez barulho
Como nunca se ouviu
Quando caiu na bebedeira
E o seu olhar não se abriu
Parecia que alguém
Teria feito tudo isso
Por prazer ou capricho
E por um enorme feitiço
O sol dormiu o dia inteiro
E de ressaca escureceu
E todo o mundo permaneceu
No breu confuso do terreiro
Sem entender ali quase nada
Porque ele se escondeu
Alguns correram pra rua
Pra saber o que aconteceu
Se foi o dia que virou noite
Ou foi o sol que morreu.
Façanha
A mulher canta
Porque não sabe
Outra maneira
De afastar
O que te espanta
A mulher dança
Porque não sabe
Ficar sozinha
Parada no canto
Numa tardezinha
Ouvindo tristeza
E curtindo lembranças
E quando ela pula
E faz piruetas
É pra esconder a gula
E destrair o capeta
E quando o baile acaba
Toda sujeira ela varre
Algumas pro lado de fora
E outras pra debaixo do tapete
A mulher quando ama
É porque já cansou
De matar e morrer
Por uma só pessoa
É porque já casou
E isso só não bastou
Quis fazer diferente
Acendendo outra chama.
