Menosprezar
Quem vive criticando e menosprezando os outros perde a chance de conhecer seres humanos incríveis por pura soberba e ignorância.
Menosprezar o outro não é sinal de poder, mas sim a manifestação mais evidente de um ego frágil que tenta se proteger por meio da arrogância.
A SENSAÇÃO DOS ESPÍRITOS E A FUNÇÃO DO PERISPÍRITO.
Obs. Nossa: Se menosprezarmos esse estudo que nos trás o Espírito São Luiz é fazer divulgação ao auto extermínio. Compreendamos com lucidez e serenidade.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Kardec parte de uma questão aparentemente simples, o Espírito sofre?, e transforma a pergunta em uma investigação sobre a própria natureza da percepção.
A distinção fundamental está em não confundir corpo, perispírito e Espírito.
O corpo é o instrumento material pelo qual as impressões são recebidas durante a encarnação. O perispírito funciona como intermediário dessas sensações. Mas a consciência da sensação pertence ao Espírito. Por isso, quando o corpo é destruído pela morte, não desaparece necessariamente a capacidade de perceber; modifica-se, entretanto, o modo pelo qual a percepção ocorre.
É justamente nesse ponto que a explicação de Kardec se torna particularmente importante: o sofrimento experimentado pelo Espírito desencarnado não deve ser compreendido simplesmente como continuação da dor corporal.
O exemplo do avarento que pede para aquecer-se junto ao fogo é expressivo. Não havendo mais um corpo físico submetido ao frio, a sensação não poderia ser atribuída à ação física da temperatura sobre os tecidos. Kardec investiga, observa e procura estabelecer a diferença entre a causa física da dor e a percepção espiritual da dor.
A questão torna-se ainda mais profunda quando ele examina os Espíritos que, logo após a morte, ainda se julgam vivos. O suicida que afirma sentir os vermes roendo-lhe o corpo constitui, no estudo de Kardec, um exemplo de como a ligação entre corpo e perispírito pode produzir uma percepção que o Espírito interpreta de maneira equivocada.
Não são os vermes que atingem o Espírito.
O corpo é que está sendo atingido.
Mas a separação ainda incompleta permite que o Espírito experimente a situação como se ela ainda lhe dissesse respeito fisicamente.
E aqui aparece uma das ideias mais fecundas do estudo: a percepção não é simplesmente determinada pelo objeto exterior; ela depende também do estado do Espírito e de seu grau de desprendimento da matéria.
O PERISPÍRITO NÃO É O ESPÍRITO.
Outro ponto que merece absoluta atenção é a afirmação de Kardec de que o perispírito é um envoltório semimaterial, intermediário entre o Espírito e o corpo.
Ele não é a inteligência.
Não é a consciência.
Não é a alma.
É o instrumento através do qual o Espírito se relaciona com a matéria e manifesta determinadas faculdades.
Essa distinção impede uma série de confusões posteriores. Kardec chega a afirmar que, se pudesse existir perispírito sem Espírito, aquele nada sentiria; assim como um corpo sem o princípio espiritual não experimenta sensação.
Portanto, quem sente é o Espírito; o perispírito é o intermediário da sensação.
Isso também esclarece a questão da visão e da audição. No corpo, as percepções estão condicionadas aos órgãos. Na condição espiritual, segundo Kardec, elas deixam de estar circunscritas a órgãos específicos. A faculdade pertence ao ser espiritual, enquanto o organismo funciona como instrumento de manifestação durante a encarnação.
A MATÉRIA NÃO CRIA AS FACULDADES DO ESPÍRITO.
O trecho de O Livro dos Espíritos sobre a influência do organismo complementa perfeitamente o estudo.
Kardec não nega a influência dos órgãos. Pelo contrário, reconhece que ela é considerável.
Mas estabelece uma diferença decisiva:
os órgãos não são a origem das faculdades; são instrumentos de sua manifestação.
A comparação do músico e do instrumento é extraordinariamente clara: um músico excelente pode possuir um instrumento defeituoso e, por isso, não conseguir produzir a música correspondente à sua capacidade. O instrumento limita a manifestação, mas não cria o músico.
Aplicada à natureza espiritual, a consequência é profunda:
a limitação orgânica não significa necessariamente limitação da faculdade espiritual em sua origem.
Essa concepção está diretamente ligada à estrutura filosófica do Espiritismo: o Espírito precede a manifestação corporal e conserva sua individualidade além da existência física.
O SOFRIMENTO COMO CONSEQUÊNCIA MORAL.
Talvez seja aqui que o texto adquira sua maior força moral.
Kardec não apresenta a vida espiritual como uma simples libertação automática de todas as consequências da existência corporal.
A morte não transforma instantaneamente o indivíduo.
O Espírito leva consigo suas disposições, seus sentimentos, suas tendências e o resultado moral de sua existência.
Por isso, a libertação da influência material começa antes da morte.
A recomendação de Kardec é explícita: dominar paixões, combater ódio, inveja, ciúme, orgulho e egoísmo; desenvolver bons sentimentos; praticar o bem; reduzir a importância atribuída às coisas materiais.
Não se trata apenas de uma preparação para o além-túmulo.
É uma transformação que começa na existência presente.
E aqui está talvez a síntese mais importante do texto:
Quanto mais o Espírito se desmaterializa moralmente, menos sujeito fica à influência da matéria.
A expressão “desmaterialização”, nesse contexto, não deve ser entendida como desaparecimento do perispírito nem como uma espécie de desencarnação antecipada. Trata-se, sobretudo, de progresso moral, de libertação gradual do domínio das paixões inferiores.
O ESPIRITISMO COMO OBSERVAÇÃO, NÃO COMO SISTEMA DOGMÁTICO.
Outro aspecto fundamental do texto é metodológico.
Kardec explica que suas conclusões não nasceram de uma teoria previamente construída para depois ser aplicada aos fatos. Ele afirma ter interrogado Espíritos de diferentes condições e acompanhado suas situações no além-túmulo.
A observação dos Espíritos inferiores, portanto, não é um entretenimento nem uma curiosidade mórbida.
É estudo.
O caso de Lemaire, por exemplo, é defendido justamente porque até mesmo um Espírito moralmente degradado pode oferecer elementos importantes para compreender as consequências espirituais de determinada conduta.
Isso se harmoniza com a orientação de O Livro dos Médiuns: o conhecimento espírita exige estudo sério, observação, comparação e análise.
Não basta o nome atribuído ao Espírito comunicante.
Kardec afirma, em essência, que os Espíritos devem ser julgados pela linguagem, pelas ideias e pela qualidade moral, e não pelo nome que apresentam.
UMA CONCLUSÃO MORAL.
O estudo das sensações dos Espíritos poderia facilmente transformar-se numa especulação sobre “como é sentir depois da morte”.
Kardec conduz a questão para outro lugar.
A pergunta mais importante deixa de ser:
“O que sentirei depois da morte?”
E passa a ser:
“Que Espírito estou formando enquanto vivo?”
Porque, dentro da lógica apresentada pela Doutrina, a morte não apaga o homem moral.
O indivíduo atravessa a fronteira da existência corporal levando consigo aquilo que realmente construiu em si mesmo.
O corpo termina sua função.
O Espírito prossegue.
E o perispírito permanece como instrumento de relação entre o Espírito e o mundo espiritual, enquanto suas características acompanham, em alguma medida, o grau de progresso alcançado.
Por isso, a verdadeira preparação para a morte não começa no leito de desencarnação.
Começa na maneira como vivemos.
A grande libertação não consiste simplesmente em abandonar o corpo, mas em deixar de ser escravo daquilo que o corpo representa quando submetido às paixões, ao egoísmo e aos excessos.
É uma das conclusões morais mais fortes que podem ser extraídas desse estudo de Kardec: não basta morrer para libertar-se da matéria; é necessário aprender, enquanto vivo, a não ser governado por ela.
Fontes fundamentais para estudo: Revista Espírita, dezembro de 1858 — “Sensações dos Espíritos”; O Livro dos Espíritos, questões 245, 249, 249a, 367–372a e item 257; O Livro dos Médiuns, itens 14, 51, 54 e 58; A Gênese, itens 23 e 40.
Quem Menospreza e Subestima as Pessoas Por Causa da Idade, Devem Ter Esquecido Que Abel,Moisés,Abraão,Isaque, Jacó,José e
Davi Eram os Caçulas.
Salmo 22:24
Pois não menosprezou
nem repudiou o sofrimento do aflito;
não escondeu dele o rosto,
mas ouviu o seu grito de socorro.
“QUANDO O MUNDO IGNORA A SUA DOR, DEUS ESCUTA O SEU CLAMOR!”
2889 📜 Sem menosprezar Nostradamus, outros BÁBAS e até os Beatles, digo: BÁBA ZEFA é Fabulosa, Fantástica, Formidável e Fofa, ou seja: Mais uma 'The Fab Four' (ou 'Os 4F') como o pessoal de língua inglesa costuma se referir aos Beatles.
-
Captaram? Captaram Minha Mensagem? Agradeço e digo mais: Poizé!
Quando decidires menosprezar os atos de terceiros, tenhas a convicção de que os teus são exemplares!
Não menospreze a humildade de uma pessoa simples.
Aprenda com seu sorriso
com seu olhar
com sua felicidade
e com sua vontade de viver a vida mesmo com todas as dificuldades que sua vida lhe presenteia"
Por que você insiste em menosprezar os infelizes e desacertados deste mundo? Afinal, de doido, todo mundo tem um pouco, então, me ame.
Homem inteligente não menospreza a capacidade das mulheres, pelo contrário, aprende com elas!
Sou feliz por ter amizade com grandes e sábias mulheres!
Só eu sei o quanto me dói, mas o menosprezo sofrido me fez criar essa barreira e minha honra me impede de passa-la.
Não menospreze os menos entendidos que você,todos nós somos iguais,apenas as oportunidades que são racionada.
Não tenha medo das aparência das pessoas...pois as aparências enganam...
Realmente é dificil entender uma paixão por alguem que humilha, menospreza e desdenha de voce isso so prova que o amor é uma coisa sublime mas tambem pode ser um podereso agente de infelicidade e destruição. A quem diga que paixão é uma droga e que vicia mais que drogas ilegais. Será que voce sente mesmo algo por essa pessoa ou da sensação embreagadora que sentiu e nao deseja perder ? que empede voce de se envolver com outra pessoa ou descobrir a felicidade realizando um trabalho apaixonante, afinal se amar é um verbo intransitivo pq nao escolher um objeto para o nosso amor.
“A dor que deriva de um permanecer doentio. O fato de eu não me desprender da herança menosprezada e varrer as desgraças para debaixo do tapete. Montar um castelo com cartas leves, que desmorona antes do vento o mesmo atingir. Engolir em goles abundantes e sufocantes, os socos e ponta pés, tais como a tortura de um salto agulha na jugular. Em uma luta eterna com o meu íntimo, portando ambição e poder, sonegando paz e amor e de uma maneira egocêntrica, comendo as migalhas abandonadas por outros durante a jornada, afim de que todos se percam na ilusão de viver uma vida mais-ou-menos. Não posso trocar as cartas, não escondi nenhuma na manga, corro só e apenas por mim. O futuro é uma incerteza e ligado ao passado passa a ser ignorância. Venho folheando as páginas da vida, muitas vezes voltando, enquanto o livro da morte espera para contar a sua história. Caminho desamparado… O tapete vai ficando pequeno para tanta desgraça.”
Mãe severa.
Mãe que bate.
Mãe que xinga.
Mãe que menospreza.
Mãe que feri tanto fisicamente quanto emocionalmente.
Mãe que apenas colocou no mundo e não cuidou e não regou.
Por que me abandonastes?
O que fiz a ti para me tratar desse jeito?
Por acaso te magoei? Se assim fiz, peço perdão.
Mas,por favor, responda-me...
Por que não me ama?
