Menina Gente Boa
A gente deve viver rápido sem se preocupar com a opinião dos outros. Além de desestabilizar a pessoa, ainda leva o indivíduo a tomar decisões que podem afetar o futuro da sua vida. E por nada.
A vida sempre nos surpreende.
Quando a gente pensa que já viveu tudo...
Quando a gente pensa que nada mais vai mudar...
A vida nos surpreende com um sorriso, um olhar...
Adorei te conhecer!
O amor é um troço engraçado mesmo, quando a gente pensa que entende como ele funciona, leva uma rasteira do coração, ou melhor, do destino. Pois o amor não é só uma prosa como diz a Rita Lee, ele também é poesia, não é apenas um texto sem divisões rítmicas intencionais, ele também encanta, envolve e transmite emoções.
Dormir até mais tarde, de preferência com a pessoa que a gente ama, sem se preocupar com o horário.
Tomar aquele banana split enorme, com direito a três bolas de sorvete: morango, creme e chocolate.
Tirar aquela soneca depois do almoço.
Chegar em casa no fim do dia e tomar aquele banho demorado, de preferência numa banheira.
Será que depois de ler essas frases alguém terá coragem de dizer que elas não lembram coisas boas da vida? Coisas que nem sabemos por que deixamos de fazer. De pequenos pecados que nos dão ânimo para enfrentar o dia-a-dia difícil que inegavelmente temos. De gestos que podem dar todo o significado a uma vida. Não desperdice uma oportunidade de ser feliz.
Por favor, dê um jeito de ser feliz.
A partir de agora você tem um único compromisso: olhar as coisas boas da vida.
Se você cuidar bem de você, será muito mais fácil batalhar pelos seus sonhos.
Seja feliz e curta o presente da sua vida!
(Trecho do livro As coisas boas da vida)
Nós temos hoje gente com dinheiro. Isso em si mesmo não é mau. Mas esses endinheirados não são ricos. Ser rico é outra coisa. Ser rico é produzir emprego. Ser rico é produzir riqueza. Os nossos novos-ricos são quase sempre predadores, vivem da venda e revenda de recursos nacionais.
(E se Obama fosse africano?)
“Aprendi que sofrer é uma questão de fases. Hoje a gente sofre, amanhã a gente percebe que não vale a pena.”
O que você é pode incomodar muita gente, mas se você deixar de ser você pelos os outros, perderá o seu ser, e então deixará de existir para muitos que te admiram pelo que você é!
Aprendi que, o que nós somos vem de Deus, e as pessoas que nos julgam, são apenas pessoas que se perderam no meio da caminhada e estão com o coração cheio de orgulho!
Duas coisas acontecem quando a gente se apaixona:
Você fica ridículo, mas muito corajoso. Isso, porque é preciso uma boa dose de coragem para ser tão ridículo.
Engraçado...
Quando a gente gosta de alguém, e essa pessoa mostra também gostar de nós, e ela nunca nos da uma chance para tentar. Talvez por medo, insegurança, mas não permite nos aproximar...
E às vezes acaba ate se entregando a outras pessoas, simplesmente porque prefere nos afastar dela, mas não nos perder. E o triste é que talvez isso faça a gente se distanciar tanto, a ponto de nos perdermos para sempre dela.
Só aí elas vêem que erraram e se arrependem e ficam tristes no amor, porque não mais querem estar com aquela que pareceu ser o “anjo que nos libertou de nos”, e aí futuramente, ela cai em si e se separa dessa pessoa e essa pessoa sem entender o motivo acaba ficando deprimida...
Não acredita que aquilo que aconteceu nunca vai saber o porquê, então ela não mais acredita nas pessoas e acaba achando que a vida é feita para galinhar.
Essa pessoa vai, conhece alguém que vale a pena e faz ela sofrer e esse alguém também acaba desacreditando nas pessoas, e se torna mais uma que não quer nada com nada.
E pensar que tudo isso começou porque aquela pessoa lá do comecinho da historia não se deu a chance de tentar ser feliz de verdade a uma pessoa que poderia ser o amor verdadeiro.
Daí o mundo generaliza, porque no modo de ver deles, ninguém presta, todos são primitivos. E aquele alguém que ainda acredita no amor vai sofrer para sempre, ou ate mesmo se tornar um (a) dos galinhas... Simplesmente porque não se deu a chance de ser feliz...
Acho bonito quem tem orgulho de ser gente. Porque não é nada fácil, eu sei. Por isso continuo princesa. Continuo guerreira. Continuo na lua. Continuo na luta. No meio do caos que anda o mundo, aceitar é ser feliz.
Foi só o pacto de fidelidade que tenho comigo mesma, desde me conheço por gente. De me entregar aos impulsos, deixar consumir essas vontades, arriscar. Sabendo ser o melhor para mim, na sua insistência em contato e proximidade, agi. Meio cega, um pouco maluca, mas uma pena que as explicações não tenham chegado à tempo.
A vida não é um baile de máscaras
Tem gente que por equívoco, carência, falta de oportunidade ou de orientação pensa que a vida é feita somente de confete, serpentina e em razão disso anda de máscara por aí, mentindo para os outros e o que é pior: para si mesmo. Esse tipo de conduta negativa enfraquece, drena a energia, consome o físico e o espírito levando o indivíduo a morrer aos poucos sem sentir.
Isso acontece porque quando faltamos com a verdade, começamos a caminhar em sentido oposto, voltamos aos pontos já ultrapassados, andamos em círculos e gastamos nossa chama interna de forma indevida. Essa luz que existe dentro de cada um de nós para clarear a nossa caminhada, acaba por nos faltar lá na frente. Quando mentimos ou fantasiamos a realidade, não estamos ofuscando a visão daqueles que estão perto de nós, pelo contrário, estamos nos cegando.
Passamos a gastar horas e horas de nossa existência em trabalhos mentais para sair daquela situação desagradável que nós mesmos criamos, para aliviar a dor que tentamos inicialmente evitar quando não assumimos nossos erros. E como dá trabalho mentir. Cansa a mente. Temos sempre que bolar novas idéias para proteger a mentira contada ontem. Isso vai se tornando um "vício", do qual muitas criaturas não conseguem mais largar. Junto com todo esse desconforto interno e externo vem o remorso. Aquela nuvem carregada quando sentimos na própria pele o mal que fazemos à outra pessoa. Isso é, aquele sentimento da culpa. Como ele nos corrói. Nessas horas nossa chama interna diminui e nos desorienta.
Para ilustrar, um exemplo muito comum é o daquele que trai o seu parceiro, que vive uma vida dupla, que não assume nem um relacionamento, nem o outro. Está com uma pessoa e pensa na outra e vice-versa. Fatalmente, com uma das duas, estará sempre brigando. Vai optando pela companhia de uma ou de outra, de acordo com os gestos receptivos do parceiro, se esses não corresponderem à sua expectativa, eis aí um aval para sua própria explosão. Combustão essa que na verdade, é fruto da sua consciência em desalinho.
Quem mente precisa de motivos para que briguem com ele. Ele vai farejando situações para que o outro inocentemente caia em sua armadilha e quando o encaçapa: bingo! Era tudo que precisa para desertar. Sai e deixa um rastro de dor e angústia, caso o outro não esteja emocionalmente estruturado. Chega a transferir para o outro a responsabilidade por tudo que aconteceu, como se isso o eximisse de qualquer transtorno causado. Se o traído se magoa e cobra dele uma postura, melhor para ele, assim pensa estar livre e alivia sua própria culpa. Quando as coisas se acalmam, ele volta para a pessoa “amada” por vontade própria ou se o chamarem. Depois pede desculpas ou não, e na primeira oportunidade, fará tudo de novo. Repetirá as mesmas atitudes até aprender a gostar de si mesmo. Até se encontrar com o seu próprio ser. Quando finalmente tiver assimilado a lição, descobrirá que a felicidade que tanto buscou num mundo de ilusão era real e palpável. Nessas experiências tortuosas sofre quem trai e quem é traído. Sobra dor e falta alegria. No fim das contas, costuma haver poucos lucros para as partes envolvidas. Experiências assim muitas vezes são inevitáveis e fazem parte do aprendizado emocional do ser humano, da habilidade em que cada um tem ou não para o exercício da paixão todavia, se adotadas como conduta na vida, nos torna seres sedentos de paz.
O ser dividido é extremamente infeliz, e na maioria das vezes, não sabe e nem quer admitir isso. Muitos agem assim porque tem baixa estima, não tiveram a devida atenção quando crianças, não se sentem valorizados, carregam chagas e complexos de inferioridade que o fazem ferir os que estão perto deles lhes dando amor e atenção. É um processo, muitas vezes, inconsciente que os leva à autodestruição. Partem para um escape da realidade, se envolvem em contendas fúteis, vícios e situações onde possam espalhar toda a sua agressividade. Na verdade acabam se vingando em si mesmos. Fica difícil para quem não sente amor próprio, reconhecer o amor que recebe.
Ele desconfia o tempo dele mesmo, como confiar em alguém? Perdem um tempo precioso da vida que não recuperam mais. Sem falar nas pessoas especiais que atravessam seu caminho, e que por desconhecimento, “dispensam”. No fundo é um processo penoso para quem está dentro e fora dele. Não somos perfeitos e estamos aqui para evoluir, mas permanecer no erro é estagnar. Em água parada nada se cria e as doenças se espalham. Viver uma relação, antes de mais nada, precisa ser saudável.
Existem também outros exemplos de fantasias que vemos em abundância no nosso cotidiano: o manto da imaturidade dos que querem parecer o que não são, o véu da vaidade que faz camuflar o perdão diante da falha de um companheiro e por aí vai.
Durante o reinado do Momo devemos aproveitar para assumir esses personagens fictícios que gostamos de ser, vestir a fantasia para brincar com a vida. O Carnaval é um palco que existe para suprir essa necessidade íntima de nos fazermos passar por outra pessoa, mesmo que temporariamente. Tem muito riso, muita alegria e mais de mil palhaços no salão, aproveite! Só não vale estender esse feriadão ao longo de todos os dias do ano. Depois da folia, lembre-se, vale a coerência, pois só a verdade nos harmoniza e nos leva ao encontro do amor, esse sentimento único que perseguimos desde que nascemos. Fraternalmente,
"..As vezes a gente ama pessoas que não se permitem ser amada.. mesmo sentindo amor!
mas se existe o amor, pra quer ter medo, pq não tentar???
não é covarde que chora por amar, mas sim aqueles que não amam por tem nedo de chorar..."
Eu sei bem. E sei que você mente também. E sei que a gente se atura porque perder pessoas é muito triste.
"Às vezes a gente só precisa de um tempo. É, tô falando sério. Sempre tem aquele dia que a gente só precisa da gente mesmo e da nossa auto-suficiência. Por mais que isso pareça errado e completamente egoísta, acho isso um tanto quanto sadio. Escuta o que eu tô te falando: Todo mundo enjoa de todo mundo e não tem essa de falar que amamos tudo e todos como se a vida fosse colorida. Isso é mentira. Somos humanos demais pra “engolir” tudo, todos e todas as coisas, todos os dias. Às vezes a gente precisa mudar, pra melhor ou pra pior, querendo ou não, a gente sempre muda. Você não precisa concordar, mas vai chegar o dia que você vai ter esse momento com “você e você mesmo”."
Eu sempre quis ser como aquelas pessoas,
que quando a gente olha,tem a impressão
de que nada é mais forte do que ela.
Ser também "inatingível",
ou ao menos ter esse auto-controle.
Se eu me livrasse dessa overdose de sentir,
seria eu,menos a metade de mim.
Leve,tão leve que nem me reconheceriam.
Gosto, admiro, sou fã de gente sincera, autêntica, amiga, que quando estamos errados nos chama e nos alerta delicadamente, sem nos julgar, sem criticar, apenas pelo desejo sincero de nos ajudar. São esses amigos "anjos", bem raros hoje em dia, que faço absoluta questão de preservá-los junto a mim. Abomino gente falsa, interesseira, que bajula os outros pelos valores quantitativos, gente que se aproxima enquanto pode usufruir de algo que temos, mas que se afastam quando sentem que não podem mais tirar vantagens da nossa amizade. Pessoas assim, não faço a menor questão em te-las por perto, quanto mais distantes melhor. Afinal ninguém precisa de amizades desse tipo! Não quero quantidade e sim qualidade, poucos amigos, porém leias, verdadeiros! Um bom amigo vale ouro!
