Menina Gente Boa

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⁠E ela era feito o mar... ou tu mergulha intensamente ..ou observa de longe ... tem gente que nasceu pra pilotar o navio , desvendar as belezas que as águas escondem ...e tem quem fica apenas na margem ... observando apenas até onde os olhos alcançam...

⁠Perdoar eu perdoei ..mas voltar pra você meu bem ..isso jamais !! A gente cai , a gente aprende , a gente levanta e não insiste no mesmo erro..o que nasceu quebrado jamais vai ficar inteiro , quebrou não tem conserto..eu aprendi a lição, já me curei ..na sua ladainha não caio mais não..

⁠E um dia a gente cansa de se doar ... a quem não se doa a nós...eu cansei!!!!

⁠Ela é intensa demais pra gente que não mergulha de cabeça nos sentimentos. Ela é intensa demais pra quem fica sempre em cima do muro. Ela é intensa e por ser assim, intensa, ela não aceita qualquer coisa, qualquer desculpa, qualquer meia verdade.

⁠Luzes apagadas, mentes acesas..que é pra gente sonhar de olhos abertos enquanto nossos lábios se beijam e nossos corpos conversam....

⁠Existem inúmeras pessoas no mundo que torcem pra gente desistir...e algumas poucas que torcem pra continuarmos em pé.... Então já sabemos qual delas valem a pena mantermos por perto né ? Vigia!

E tem gente que é céu e porto seguro... Só um abraço dessa pessoa acalma e preenche a alma da gente feito paz e harmonia...tem gente que parece abrigo...a gente quer morar no abraço dela pra sempre...

⁠Quem disse que tristeza é pra deixar a gente triste? Tristeza é só um momento de pensar, de se reorganizar, de colocar as coisas em ordem... Tristeza é um cantinho silêncio em casa.. desses que depois de algum tempo a gente abre a janela e deixa o sol entrar de novo... Tristeza é aquela brisa fresquinha que passa só pra incomodar e vai embora... Tristeza é de bater na porta e fazer uma breve visita ...tristeza não é pra ficar...nem pra fazer morada ...tristeza é apenas um estado rápido de espírito e não, não pode virar uma veste pra ser usada todos os dias...nem uma máscara pra tampar o teu sorriso... Tristeza é só alguns minutinhos de descuido e depois vai embora....

⁠O que a gente faz quando dá tudo da gente e não recebe nada?
Que seu amor não foi suficiente ou sei lá, você não foi amado como deveria ter sido...
O que a gente faz quando percebe que fez tudo mas ao mesmo tempo não fez nada? E que o amor invés de construir sente sufocou....
A gente se sente incapaz, se sente impotente , se sente enfraquecido...
E com aquele nó na garganta de um adeus que nunca foi dito porque não teve chance ou a pessoa não teve coragem....

favorita.

Sabe quando a gente cai na real que aquela é a nossa pessoa favorita no mundo?

Não que fosse um mistério. Não que eu não soubesse antes. É mais como se, em algum momento, a vida começasse a apresentar as confirmações necessárias, as provas cabais de uma coisa que, no fundo, a gente já sabia. Como se o quebra-cabeça complexo que somos nós finalmente encontrasse uma peça que sempre pareceu ter sido feita exatamente para aquele espaço.

E o mais bonito é que essas confirmações nunca vêm em grandes acontecimentos.

Elas vem nas coisas mais simples do mundo.

Vem no cotidiano, naquele lugar onde ninguém está tentando impressionar ninguém, onde o amor não precisa fazer discurso porque está ocupado demais existindo. Vem numa mania que só aquela pessoa tem, numa maneira específica de rir, em uma frase que ela sempre fala, no jeito incomparável de enxergar alguma coisa. Vêm nos defeitos que, de tão únicos, acabam deixando de parecer defeitos. Naquelas pequenas particularidades que poderiam passar despercebidas para qualquer pessoa, mas que, para quem ama, se tornam quase uma impressão digital.

Você é assim pra mim.

E talvez seja justamente por isso que eu tenha tanta certeza.

Porque você costuma ter vários endereços. Está sempre em constante mudança, e não necessariamente geográfica. A vida te move, te transforma, te leva para lugares diferentes, muda algumas versões suas, acrescenta outras, tira algumas pelo caminho. Você pode estar na rua Joaquim de Paula 1129, na rua Matias Perez 183, na nossa própria Jorge Leite Vieira Home, ou até mesmo em alguma cidade perdida da Terra da Rainha.

E ainda assim, de algum jeito, continua sendo você.

Continua sendo aquela menina que eu aprendi a amar.

Não uma versão congelada no tempo, não alguém que precise permanecer exatamente como eu conheci para continuar sendo especial. Mas você, com todas as suas únicas e ímpares qualidades e defeitos. Até os defeitos eu amo. Talvez porque amar alguém de verdade seja justamente perceber que a pessoa não é uma coleção de características perfeitas, mas um conjunto inteiro, indivisível, de coisas que fazem dela quem ela é.

E acho que foi no cotidiano que eu mais entendi isso.

O momento que eu mais senti amor por alguém foi no cotidiano.

Foi ao acordar e ter café pronto.

Foi cozinhar junto ouvindo música.

Foi depois de limpar a casa inteira e deitar pra assistir.

Foi naquela sensação quase boba de olhar para o lado e pensar que, entre todas as possibilidades do mundo, era justamente aquela pessoa que estava ali comigo, dividindo uma manhã qualquer, uma cozinha qualquer, uma sala qualquer, uma música qualquer.

E talvez seja essa a maior prova de todas.

Porque grandes momentos podem ser confundidos com euforia. Viagens podem ser confundidas com felicidade. Declarações podem ser confundidas com paixão. Mas o cotidiano não mente.

TUDO TUDO que é amor nasce no cotidiano e tudo que não é amor, se desfaz no cotidiano.

É ali que a gente descobre quem realmente quer por perto.

Quando não existe viagem marcada, quando não existe ocasião especial, quando não existe nada para comemorar. Só existe uma terça-feira qualquer, uma casa para arrumar, alguma coisa para comer, uma música tocando baixo e duas pessoas dividindo o mesmo espaço.

É ali que o amor deixa de ser uma ideia bonita e vira presença.

E talvez seja por isso que você consiga estar em tantos lugares sem deixar de ser a mesma pessoa para mim.

Porque eu não aprendi a amar um endereço.

Eu aprendi a amar você.

E endereço nenhum consegue mudar isso.

Pode mudar a rua, a cidade, o país, a distância, a rotina, os planos, os mapas. Você pode estar em qualquer canto do mundo, construindo novas versões de si mesma, aprendendo coisas que eu ainda nem conheço, vivendo dias que eu talvez nunca veja.

Ainda assim, existe alguma coisa em você que permanece reconhecível para mim.

Aquela menina.

A menina das pequenas coisas.

Aquela que existe nos detalhes que ninguém mais percebe.

A pessoa que, sem fazer esforço, conseguiu ocupar um espaço que parecia ter sido desenhado para ela dentro de mim.

E talvez seja isso que significa encontrar a nossa pessoa favorita no mundo.

Não é descobrir alguém perfeito.

É descobrir alguém cuja imperfeição parece familiar.

Alguém que você reconhece mesmo quando ela muda.

Alguém que poderia atravessar o mundo inteiro, trocar de endereço quantas vezes quisesse, aparecer em outra cidade, em outro país, em outra fase da vida, e ainda assim fazer você pensar:

“É ela.”

Não porque você nunca teve dúvidas.

Mas porque, depois de tantas pequenas confirmações, você simplesmente não precisa mais delas.

Você sabe.

E se algum dia alguém me perguntasse onde exatamente mora a pessoa que eu aprendi a amar, talvez eu não soubesse responder.

Por isso eu vivo me perguntando porque é proibido pisar na grama?

Mas, no fundo, eu saberia que nenhum desses endereços seria suficiente.

Porque você não mora em nenhum deles.

Você mora no cotidiano.

Na memória do café pronto.

Na música enquanto a gente cozinha.

Na casa limpa depois de um dia inteiro de esforço.

No sofá onde duas pessoas simplesmente deitam e assistem alguma coisa sem precisar que o mundo aconteça.

E talvez seja justamente por isso que, não importa onde você esteja, eu continue sabendo exatamente quem você é para mim.

Minha peça.

Do meu quebra-cabeça complexo.

Minha pessoa favorita no mundo.

Aquela que a vida pode levar para qualquer endereço, mas que, de algum jeito, continua sempre encontrando o caminho de volta para o mesmo lugar.

Aqui

É bom que tenham pedras no caminho, pois se este for liso a gente vai escorregar

“A felicidade é simples: quanto mais a gente dá, mais ela se multiplica.”
Dom Veiga

Na vida a gente precisa de duas coisas:
Rumo
E prumo

Em vez de torcer contra ou criticar quem ousa criar e crescer, essa gente deveria entender que o verdadeiro fracasso coletivo está em não ter a coragem de apoiar o esforço de quem está tentando fazer o corre do próprio negócio.

O amor, no começo, chega leve, quase como um sopro bonito cheio de promessas. A gente pensa que ele vive só nos grandes sentimentos, na intensidade que tira o fôlego, mas com o tempo entende que o amor verdadeiro mora mesmo é nos dias simples, na rotina, no que quase ninguém vê. E, de repente, eu casei. Não foi só um acontecimento, foi uma escolha consciente. Encontrei uma mulher, mas mais que isso, encontrei alguém para caminhar ao meu lado, alguém que eu decido amar todos os dias. Porque amar não é só sentir, é escolher permanecer. Existem dias leves e outros difíceis, dias em que tudo flui e outros em que é preciso paciência, silêncio e compreensão. O amor deixa de ser apenas emoção e passa a ser atitude, cuidado, respeito e presença. Não é sobre perfeição, é sobre constância, sobre escolher a mesma pessoa mesmo quando seria mais fácil desistir. O para sempre não nasce pronto, ele se constrói aos poucos, em cada gesto simples, em cada recomeço. E talvez seja isso que faz o amor ser tão bonito, ele não é algo que se encontra pronto, é algo que se constrói, todos os dias, juntos.

A gente não nasce mãe, a gente nasce filha e morre filha, mas um dia uma mãe nasce na gente!
Mãe não tem manual!
Conforme a vida vai exigindo, vem o instinto, garra, força e zelo pela cria... quase visceral.

Quando quem amamos parte para além do pôr do sol, a dor não passa, mas (as vezes) a gente se acostuma com ela.
Ouço dizer que o tempo ameniza a dor...
Tem horas que a dor não conhece o tempo e ela grita, ela berra dentro do peito e parece que não vai se calar...

Saudades dói demais, aperta o peito, embarga a voz quando a gente menos espera, ao falar de quem partiu para além do pôr do sol. A gente se consola dizendo que é apenas um até breve, mas quando a gente pensa no abraço que não pode dar, no alô que não vai ouvir, nos olhos que não brilham mais ao te ver, a serenidade dá lugar à ansiedade, e é aí que grita forte a saudade.

Hoteleiro
⁠Hoje é dia do hoteleiro
De quem acolhe toda gente
Daquele que o tempo inteiro
Tá cuidando de cliente.
E seja qual for o dia
tá sempre de prontidão
Naquela imensa alegria
No decorrer do plantão
O acolhedor verdadeiro
Pro seu negócio ou lazer,
Vai sempre o hoteleiro
Pronto Pra receber.
Sua vocação é atender,
O desafio é melhorar
E sempre bem acolher
Em qualquer hora ou lugar.
Mesmo sem tá legal
O hoteleiro é sorridente
Ainda nos dias maus
Demonstra está bem contente.
E quando tem um problema
Resolve com maestria,
deixa tudo nos esquemas
Ficando tudo em harmonia.
Um Atendimento bem feito
O hoteleiro é desse jeito
Encara qualquer sujeito
Com humor quase perfeito.
E é de se comunicar
Que vive o hoteleiro
E sem sair do lugar
Conhece o mundo inteiro.
Carrega junto consigo
O prazer de ser gentil
E ser sempre um bom amigo
De gente que nunca viu.
O Responsável do sucesso
Da viagem do turista
Trata todos com afeto
O Hoteleiro é um artista.
Pra quem ama receber
E acolhe o tempo inteiro,
Meus parabéns pra você
E vida longa ao hoteleiro.
Serginho

De repente, tudo fica tão fácil que assusta. A gente vê que muitas coisas que pareciam importantes não são nada. Vamos levando menos peso, guardando só os momentos e as pessoas que fazem bem. A opinião dos outros é só deles — não importa. Aos poucos, perdemos as certezas. Com o tempo, já não temos tanta certeza de nada. E isso nem faz falta. Paramosa de julgar, porque não existe mais certo ou errado. Existe só a vida que cada um escolheu viver.
No fim, o que vale mesmo é ter paz, sossego, viver sem medo e fazer o que alegra o coração agora. Como estar com você!


Alexandre Sefardi