Menina Criança

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"Ele voltou... Mas não viu a menina que deixou. Viu a mulher que aprendeu a esperar."

O Primeiro Amor


Cresci escutando que o primeiro amor da vida de uma menina é o pai. Nunca ouvi tanta mentira caber em tão poucas palavras.


Porque o primeiro amor de um filho não deveria ser definido pelo gênero, mas pelo vínculo, pelo cuidado, pelo lugar onde o coração encontra o primeiro abrigo. E, para mim, esse primeiro amor sempre foi a mãe.


É nela que encontramos conforto, é no colo dela que descobrimos aconchego, é na voz dela que encontramos calma quando ainda nem sabemos explicar o que sentimos. É através dela que a vida começa, é dentro dela que, antes mesmo de conhecermos o mundo, já somos existência, já somos parte de alguém.


Antes de aprender a amar qualquer outra pessoa, aprendemos o amor através dela. Antes de conhecer qualquer paixão, conhecemos o calor de um colo. Antes de entender o significado de pertencimento, já pertencemos a alguém.


Talvez o primeiro amor não seja aquele que nos ensina a amar romanticamente. Talvez seja aquele que nos ensina, pela primeira vez, o que significa ser amado.


E é por isso que nunca consegui enxergar verdade nessa frase que colocaram tantas vezes como regra. Porque amor não é uma fórmula, não é uma sentença pronta e muito menos uma definição baseada em gênero.


O primeiro amor é aquele que nos acolhe quando ainda somos pequenos demais para compreender o mundo. É aquele que nos reconhece antes mesmo de sabermos quem somos. É aquele que nos oferece abrigo quando tudo ao redor ainda é desconhecido.


E, para mim, esse amor tem nome: mãe.


Porque antes de qualquer romance, antes de qualquer paixão, antes de qualquer pessoa que um dia possa chegar e ocupar espaço no coração, existe aquela que nos ensinou, mesmo sem palavras, que amar também é cuidar, proteger, acolher e permanecer.


O primeiro amor não é necessariamente quem um dia fará o coração bater mais forte.


É quem, um dia, ensinou esse coração a bater.

”Tentei isso com aquela menina: 'Apesar de nunca termos conversado, você me diz algo!' Mas não é que funcionou? Ela gostou e namoramos por quase dois anos!”
Frase Minha 0227, Criada no Ano 2008

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"No ano passado, a filha da minha vizinha venceu o Concurso de Menina Mais Linda do Bairro. 'Ela é mesmo linda e o Concurso não mente', disse a mãe. Neste ano, a menina perdeu. 'Foi fraude', disse a mãe!"
0746 | Criado por Mim | Em 2014

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CITE A FONTE E O AUTOR:
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"O que também me fez fugir das redes sociais foi aquela menina que quis saber meu peso e altura. Achei que ela iria me presentar com um caixão. Oh, Raios... Qual outra razão para tal pergunta?"
Frase Minha 0460, Criada no Ano 2010

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

A MENINA DA SOLEIRA.
Obs. Interpretação livre feita por:
Marcelo Caetano Monteiro.
Ninguém sabe ao certo quem ela foi.
Talvez jamais tenha existido como indivíduo, mas apenas como símbolo. Ainda assim, há imagens que parecem guardar uma memória silenciosa, como se a tinta absorvesse lágrimas que o tempo já esqueceu. Esta é uma delas.
Sentada junto à fria coluna de pedra, a jovem permanece imóvel. O cesto ao seu lado revela uma vida de trabalho simples. O lenço cobre-lhe os cabelos não por elegância, mas por necessidade. Seus olhos, porém, são o verdadeiro centro da pintura: não choram. Há tristezas que ultrapassam as lágrimas.
Pode-se imaginar que seu nome fosse Élise.
Nasceu em um pequeno vilarejo europeu, onde o inverno chegava antes da esperança. Filha de um artesão e de uma costureira, aprendeu cedo que a infância nem sempre conhece brinquedos. Enquanto outras crianças corriam pelos campos, ela remendava tecidos, carregava cestos e observava, pela janela, a vida passar.
Seu pai morreu durante uma epidemia. A mãe, consumida pelo sofrimento, resistiu apenas alguns anos. Restou-lhe a cidade grande, onde a multidão era capaz de ignorar uma alma inteira.
Todas as manhãs caminhava até a praça levando pequenas flores, linhas e fitas para vender. Nem sempre conseguia compradores. Em muitos dias voltava apenas com o peso da fadiga.
Foi numa dessas tardes que encontrou abrigo diante da porta de uma antiga igreja.
Ali permaneceu sentada.
Não esperava esmolas. Esperava alguém.
Talvez um irmão desaparecido. Talvez um amor prometido. Talvez apenas uma palavra que lhe devolvesse a certeza de que sua existência ainda importava a alguém.
Os sinos tocaram inúmeras vezes.
As estações mudaram.
As pedras envelheceram.
Mas a espera continuou.
Há uma estranha mística nos lugares onde muitas preces foram pronunciadas. As igrejas antigas parecem guardar o eco das vozes, dos arrependimentos e das despedidas. Sentada naquela soleira, Élise acreditava que Deus, mesmo em silêncio, ainda caminhava entre os homens.
Os idosos diziam que ela conversava com o vento.
As crianças juravam vê-la sorrir para alguém invisível.
Os mais céticos afirmavam tratar-se apenas da solidão.
Ninguém conseguiu provar qualquer dessas versões.
Certa manhã de inverno, encontraram apenas o cesto.
Ela havia desaparecido.
Não havia pegadas na neve.
Nem sinais de violência.
Somente um pequeno ramo de lírios brancos repousava onde estivera sentada.
Alguns disseram que um convento a acolhera.
Outros acreditaram que sucumbira ao frio durante a madrugada.
Houve quem jurasse que, nas tardes silenciosas, uma jovem de lenço escuro ainda podia ser vista junto à velha porta, olhando calmamente para quem passa, como se aguardasse alguém que ainda não chegou.
Talvez toda grande espera transforme o ser humano em memória.
Talvez existam pessoas que nunca deixam um lugar, mesmo depois de partirem.
E talvez seja por isso que certas pinturas continuam olhando para nós.
Não porque estejam vivas.
Mas porque ainda esperam.
A Menina Que Esperava
Na pedra fria adormeceu a flor,
Levando em si o último calor.
O tempo antigo lhe roubou a cor,
Mas não venceu a força do amor.
Seu lenço ocultava a oração,
Seu peito guardava a solidão.
No velho templo fez habitação,
Esperando em paz a salvação.
Passava o inverno, o sol, o verão,
Mudava o mundo, não seu coração.
Cada badalo trazia emoção,
Sem responder à sua aflição.
Um dia a aurora rompeu o véu,
E a neve branca beijou-lhe o céu.
Ficou o cesto, calado, ao léu;
Quem foi embora não disse adeus.
Se alguém perguntar quem ela foi,
Responda apenas: "a dor constrói".
Pois quem na esperança firme se põe,
Mesmo partindo... jamais se destrói.
Há olhos que o tempo não faz fechar,
Há vozes que o vento insiste em guardar.
E quem ama tanto sem reclamar
Continua, em silêncio, a esperar.

Sorrisos de Vidro


Menina de cabelos cacheados,
carregava nos olhos
a luz que toda infância merece.


Mas quem deveria protegê-la
foi quem lhe roubou os dias,
transformando abraços em medo
e o silêncio em prisão.


Dos primeiros anos
até os doze,
ela aprendeu a sobreviver,
não a viver.


Cresceu.


Vestiu sorrisos,
escondeu cicatrizes
e fez do próprio coração
uma fortaleza sem janelas.


Agora seduz,
abandona
e parte corações,
como se cada homem ferido
pudesse pagar
pela dor de um único monstro.


Mas nenhuma lágrima alheia
devolve uma infância roubada.


E quando a noite cala o mundo,
ela encara o espelho
e encontra a mesma menina
de cabelos cacheados,
ainda esperando
que alguém a salve
do passado que nunca foi embora.


Seus sorrisos são de vidro:
brilham para quem olha,
mas por dentro
estão quebrados,
e cada pedaço
ainda sangra,
Sangra na sua
Própria Loucura.

0227 ”Falei para a Menina, assim que a conheci: 'Apesar de nunca termos conversado, você me diz algo!' Mas não é que funcionou? Ela gostou e namoramos por quase três anos!”

0131 📜 "Eu disse para a Menina Insistente: 'A última coisa do mundo que quero é magoar a Mim mesmo! Por ser a última coisa do mundo, por que eu me importaria em magoar você ou quem quer que seja? Então, não vamos namorar, como você já sabe' (como nada, tá?) Hum!"

2728 📜 Anos depois do meu Primeiro Beijo na Boca (daquela Menina da Escola), lembrei do Escritor que Escreveu: 'Que gosto tem o Beijo? Tem gosto de cuspe'. Que verdade!

2784 📜 Terminei o namoro com aquela Menina porque a Inteligência dela é muito Artificial. Sabem como, né? Poizé!

0460 "Meu Grande Susto nas Redes Sociais foi quando aquela menina quis saber meu peso e altura. Achei que ela iria me presentar com um caixão. Oh, Raios... Qual outra razão para tal pergunta?"

3495 📜 Li e Escrevi: Engraçado, porém Sério, é o caso da Menina, na Internet, que acha absurdo alguém não gostar de cuscuz, HeHeHe. Concordo plenamente. li-e-escrevi.top!

Interesse


Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino


Meu interesse é muito raro não me desanima
É a paixão que dura um dia inteiro e a tarde termina
Meu interesse é longe distante de qualquer caminho
É o lenço que foge das lágrimas e chora sozinho


Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino


Meu interesse é um subir pra baixo descendo pra cima
É o punho girando o pandeiro dessa minha sina
Meu interesse não soma valor nem é levado em conta
É o sorriso no rosto menino depois que apronta
Meu interesse é entrar de cabeça na paixão menina
Não está escrito no bilhete aonde ela termina
Meu interesse é viajar na frente desse amor menino
Até que o samba alegre dessa vida chegue ao seu destino

Na época de escola
Eu gostava de uma menina
Hoje ela tem 56
E eu continuo gostando dela

Eu sou apenas uma menina, nada, além disso, posso ter 100 anos, mas serei apenas uma menina, aquela que a infância fora roubada, e a imaginação recriada, desfiz toda a dor da infância e a adiei como sempre... Para mais tarde! – E o tarde chegou!
Eu sei que tenho problemas psicológicos, mas sei que de todos os fiascos que já passei é apenas uma questão de reflexão, talvez a loucura faça parte de mim, ou eu... Simplesmente faço parte da loucura.
Existe alguém aqui que seja são?

Tatyane Nicklas

*Menina das Vieira*

Ela é a menina das Vieira
Que veio de tão longe
E que morava tão perto
Já chegou semeada,
E cheia de vida
Pra dar vida a mais uma vida

Veio de longe o destino
Mas ficou perto o carinho
No ventre um mundo inteiro
No peito um amor pioneiro

Ela é chegada, é casa, é chão
É começo é continuação, e toda minha inspiração

(Saul Beleza)

*Menina Vieira,*

Você não deixa ser amada.

É como fruta madura, pronta, doce, na hora certa de ser colhida.
Mas se esconde entre as folhas.
Com medo da mão, com medo da queda, com medo de não ser guardada direito depois.

Menina, não precisa se esconder mais.

Eu não quero te arrancar do pé com pressa.
Quero te colher com cuidado. Te esperar amadurecer no meu tempo, no meu peito.
Quero ser cesto, não faca. Quero ser casa, não fome.

Se entregue.
Deixa eu te amar do jeito que você merece: sem susto, sem pressa, sem ter que se esconder entre as folhas pra se proteger.

Você já tá pronta. E eu já tô aqui.
Só falta você acreditar que pode ser colhida sem ser machucada.

Deixa eu te amar, Menina Vieira.
Só isso.
(Saul Beleza)

A menina do Pátio


Eu era apenas um menino pequeno,
Com um sentimento
que não sabia explicar,
Ela passava e, sem dizer nada,
Fazia meu coração disparar.


Até que um dia, entre risos e brinquedos,
Meu amigo disse:
“Olha quem vem lá”,
E naquele instante,
sem pensar no medo,
Meu coração decidiu se declarar.


Fiquei na ponta dos pés, tão baixinho,
E roubei um beijo antes de pensar,
Depois corri, levando meu amigo,
Como quem tinha medo de se apaixonar.


Fui brincar,
esperando vê-la novamente,
Mas ela não apareceu para me encontrar,
E quando a vida nos colocou frente a frente, Aquele pequeno amor voltou a despertar.

Sou mulher...Sou menina...

Sou uma mulher que anda de salto alto. Ás vêzes...
Uma menina que brinca quase todo o tempo...
Sou uma mulher que luta...
E uma menina que chora...
Sou uma mulher cheia de desejos...
E um menina cheia de sonhos, planos e projetos...
Sou uma mulher que briga, e briga feio...
E uma menina que perdoa, facim, facim...
Sou uma mulher que faz regime, quando quer...
E uma menina que se “entope”
de guloseimas, quando gosta...
Sou uma mulher que grita, e alto...
E uma menina que ouve, só o que quer...rs
Sou uma mulher que fica triste...
E uma menina que dá risada...
Sou uma mulher que tem grandes irmãos...
E uma menina cheia de “coleguinhas”...
Sou uma mulher que acredita em Deus...
E uma menina que confia no
“Papai do céu"...
Sou uma mulher que "se encanta"...
E uma menina que aplaude...
Sou uma mulher que sobrevive
sem o carinho de determinadas pessoas...
E uma menina que chora de
saudades..
-Haredita Angel