Memorias de um Sargento de Melicia

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O café esfria na mesa
Vivo os dias com frieza
Vivo das memórias que assombram
Não me importo com ventos que rondam
Trazendo aos poucos minha morte
Vivo à minha própria sorte.

Então eu desisto, para o nosso bem. E que seja para sempre nas nossas memórias.

Relembro como tudo começou, pois agora essas memórias são tudo o que me resta.

John Tyree
SPARKS, N. Querido John. São Paulo: Novo Conceito Editora, 2010.

Nota: Frases do personagem do livro "Querido John" de Nicholas Sparks

...Mais

Que a música nos leve
Para mares nunca antes navegados
De sensações sentidas
E de memórias inesquecidas
⋎´ .`•.¸.•☆¸✿‿.•*´¯ ✿

"Lembranças vem e vão, memórias vem e ficam, e experiências marcam nossas lembranças, e enfeitam nossas memórias."

Eu vejo minha visão queimando,
Eu sinto minhas memórias desaparecendo com o tempo
Mas estou tão jovem para me preocupar...
(Uma melodia, uma memória, ou só uma fotografia)
Aproveite o dia ou morra lamentando o tempo perdido.

Gosto de livros que não só são adoráveis, mas que possuem memórias. Assim como tocar uma música, pegar de novo um livro com lembranças pode transportar você de volta a outro lugar ou a outra hora.

Brasileiro não tem memórias. Pensa que a vida é uma festa.
Torce para ter bastante comida e bebida e vive de lembrancinhas.

E quando eu me perco em suas memórias
Deixo o espelho contando histórias
Sei que é difícil de esquecer essa dor
E quando penso no que vivemos
Fecho os olhos, me perco no tempo

⁠As memórias que os fantasmas têm podem estar embaralhadas. Flutuar por tanto tempo faz com que eles se esqueçam do que é importante.

⁠As memórias ruins também fazem parte de nós.

⁠São tantas noites mal dormidas.
Tantas memórias repetidas.
Tantos sonhos incontroláveis.
O peito parece se rasgar…
O coração chega a parar…
E ai você percebe que não adianta mais digladiar, restando apenas fechar os olhos e acostumar.

E mesmo assim nem um dia se passará sem que eu sinta falta do seu sorriso!

O tempo devora as memórias, as distorce. Às vezes, lembramos apenas das boas, outras vezes apenas das más.

O escritor é um médium:
vive vidas não vividas,
personagens que não foi,
memórias alienígenas,
lugares que nunca andou,
dores e amores vários,
o que nunca sofreu ou amou,
tudo escorrendo do braço
para a mão que psicografa
o que jamais escreveu
ou que sentiu ou pensou.

Criação ou adoção
o que escreveu como seu,
filho que nunca gerou?

"Pelas memorias ao lado teu,
que pra sempre guardarei,
Espero que com verso meu,
que para ti mostrarei.

Possa te contar,
que toda a eternidade,
seria pouco pra te amar.
Afirmo com sinceridade!

Não digo que a eternidade é pouco.
Só para o meu amor.
Que recobre o mar todo.
E e te digo que ainda não acabou!"

Eternas não são as pessoas, e sim os momentos...
Nada é mesmo pra sempre, excerto as memórias (que ainda assim às vezes falham).
Então se nada dura para sempre. Por que se dá completamente?
Exatamente pra ter boas lembranças da vida...
São válidos todos aqueles momentos em que pensamos "pra sempre". Dando sem querer nada em troca... Apenas eternizando...
Se um dia acabar... Que bom que valeu a pena!
E se não acabar?
...Então cultivamos boas sementes, nada pra sempre... Somente pra vida!!!

Quanto mais penso nas memórias de uma vida, mais piegas parecem os historiadores.

Quando estiveres triste e sentir saudades minha, é só entrar em minhas memórias e relembrar como sou.

EPITÁFIO

Abstraindo de minhas memórias moribundas

No enlutado da cripta cinzenta à imagem de um sonho remoto... mas essa ablepsia faminta turva meus anseios.
Essa mortalha mortiça que se debruça sobre mim;
Restando apenas esse sonâmbulo do crepúsculo
Neste vil cenário ornado de obras mortas'
'Eis-me mais um enfeite tumular enfeitando estre antro depravado...

Nas nuanças da desolação... perambulando pela noite nimbosa
Olvidado das lembranças, restando apenas a sombra de uma esperança...

Como um corvo velho fadado a murmurar seu impreco...
Sussurros nefastos jorrando aos ventos, apenas lamentos da língua de um moribundo'

'E aqui inerte na frialdade da necrópole...
Neste túmulo orvalhado qual urde a morte me anseia
Deixo inscrito o epitáfio “Ceifeiro”.


Tudo muito errado, trágico, dramático, poético, intacto.
Suas memórias, sua vida, trajetória, idas e vindas, itinerários e destino
Choros, sorrisos e alegria
Suspiros, soluços e euforia
Reflexão, tristeza e agonia
Medo, coragem e sabedoria
Igual, indiferente e melancolia
Acordar, levantar, sair e voltar
Beber, comer e deitar
Cagar, peidar e vomitar
Sentir, sumir e relaxar
Ser feliz, estar triste e superar
Sair, ir e não mais voltar.