Memórias
A gente vai se completando, dividindo momentos e memórias, se misturando tanto que fica impossível separar sem que um leve parte do outro.
Não queira a todo custo que eu fique agora
Em nome das nossas boas memórias
E não tenha a mínima dúvida
De que, tão certo e inquieto quanto está seu coração
Está o meu pensamento só de calcular
Toda a saudade
Que isso vai render
Queria que aqui fosse mesmo o meu lugar
Grudado, bem juntinho
Perto de você
Mas não é, não é
mesmo pra ser
E nós sabemos
O que devemos fazer
Tire sua mão do meu braço
Se tiver a coragem que eu não tenho
De se arrancar um pedaço
Correr do fim pra outro começo
A gente não encaixa como gostaria
Partir é a mesmo unica opção que fica
Como prova de amor
Agora eu vou, embora
Pensamentos...
memórias póstumas de momentos
que a saudade não trará mais.
Percorro meus delírios,
afinal, o que houve?
Não sei se tudo foi
só um sonho ruim,
ou se a simples necessidade
de ter você aqui
nos distanciou ainda mais.
Amar sem medida
é a desgraça dos enamorados.
Embriagam-se com um amor,
tão incontrolável,
que é fácil dizer que estão
apaixonados.
Escravizam-se por migalhas,
resquício de um sentimento
tão profano
que dizer que é amor
é o mesmo que dizer
que foi engano.
Pois, dizer que tudo foi paixão,
já que de algo tão repentino
percebemos nossa pequenez,
o quanto somos somente
seres humanos...
Soneto de Despedida
Distante deste mundo vão
Agarro as minhas memórias
Para me consolar elas estão
Não esqueço velhas histórias
Sinto muito mas nada sinto
A não ser uma longa saudade
Eu não te amo e não minto
Por mais que tivesse vontade
Amo o que foi e ainda fica
Como a cinza que incendeia
Meu sentimento não se explica
Perdão mas tenho que ir
Meu pensamento ainda é teu
O coração nunca te pertenceu.
A internet te dá a chance de ser imortal, um legado digital com memórias e experiências registradas no computador ao longo da sua vida.
Num quarto...
Descanso, fechado, aberto, escuro
ausência do silêncio das memórias
esquecidas, onde não vejo, sinto ou oiço
corpo transparente e morto, apodrecido,
sem destino, sem tempo impiedoso.!!
De cada momento juntos
Insistentemente pensei
Amar ou
Ser amado.
Memorias que breves desapareceram,
E a vida continua a passar.
Lembre-se,
Homens não são todos iguais
O meu amor é completamente diferente
Rir, vamos rir
Enquanto podemos faze-lo
Somos ou fomos felizes?
Viva o que é bom ao meu lado
Isso basta,
Repense em nossa história
A cada instante juntos que tivemos
O dia será sempre pouco pra nós e dias melhores virão.
Guardo memórias
Dos dias felizes
Em que vivi,
Desejando que no futuro
Eu os reencontre,
Sorrisos, abraços e vivências
Que ficaram perdidas
Na minha trajetória até aqui.
Dizem que o brilho das estrelas permanecem mesmo depois que elas se vão,
Assim como as memórias e as almas que são infinitas.
–Almas interestelares nunca serão esquecidas.
Lembranças e lições
Memórias e saudades
Momentos e ilusões
Verdades e invenções
Atenção e evasão
Desespero
Desapego
Saudade
Em meu peito, seu nome escrito.
Memórias de um amor que cresceu e morreu sozinho. A felicidade já não parece tão próxima, e a morte não se parece com um pesadelo. Doente, quebrado, o quão desesperado estive para viver pensando em você?
Memórias em chamas - "Nós"
Nós somos os espectadores dos shows que são as nossas vidas, um show no qual as nossas decisões, desejos e crenças não passam da continuação do guião inacabado da história de outra pessoa em que todo em que nós acreditamos não passam de mentiras contadas por outra pessoa que em algum ponto também acredito nas mentiras de outra.
Memórias em chamas - "Mentiras"
Para nós humanos sempre será mais fácil ouvir as doces mentiras do que a cruel verdade, enquanto uns dizem "a verdade dói mas tem de ser dita" quem a muito o disse também a muito mentiu pois tais palavras não passam de uma mentira, uma negação de aceitar o que já foi feito pois pra se sentir melhor consigo mesmo, só é necessário mentir a si mesmo. Mesmo que apesar de tudo lá no fundo eles sabem que não está tudo bem.
Um Dia Todos Seremos Memórias!
Autor: Igidio Garra®
Era uma manhã de outono, daquelas em que o vento sussurra segredos entre as folhas douradas e o sol parece hesitar antes de aquecer a terra. Clarilda, uma mulher de cabelos grisalhos e olhos que carregavam o peso de muitas histórias, sentou-se no banco de madeira no quintal.
Em suas mãos, um álbum de fotos amarelado, cujas bordas denunciavam o passar dos anos.
Ela o abriu com cuidado, como quem manuseia um tesouro frágil, e deixou que as lembranças a envolvessem.
A primeira foto mostrava um piquenique à beira do rio.
Lá estavam ela, ainda jovem, rindo ao lado de Pedrusko, seu marido, enquanto os filhos, Ania e Jony, corriam atrás de uma bola desajeitada.
O cheiro de grama molhada e o som das gargalhadas pareciam saltar da imagem, tão vivos que Clarilda quase podia tocá-los.
"Éramos tão felizes", murmurou, um sorriso tímido desenhando-se em seu rosto enrugado.
Folheou mais algumas páginas. Havia o dia do casamento de Ania, com seu vestido branco esvoaçante, e a formatura de Jony, o orgulho estampado em seu olhar.
Mas também havia silêncios nas fotos que não estavam ali: os dias de despedida, as lágrimas que não foram capturadas, os momentos em que a vida insistiu em seguir, mesmo quando o coração pedia uma pausa.
Clarilda fechou o álbum e olhou para o horizonte.
O vento trouxe o aroma das flores que plantara com Pedrusko, décadas atrás.
Ele se fora há dez anos, mas as flores continuavam a brotar, teimosas, como se carregassem um pedaço dele. Ania e Jony, agora adultos, viviam suas próprias vidas, distantes, com filhos que mal conheciam a avó.
E Clarilda sabia: um dia, ela também seria apenas uma memória, uma foto desbotada em um álbum que alguém, talvez, abriria com o mesmo carinho.
Levantou-se devagar, apoiando-se na bengala, e caminhou até a árvore onde Pedrusko gravara suas iniciais 70 anos antes.
Passou os dedos sobre as letras tortas – "C & P" – e sentiu uma paz estranha.
"Um dia", pensou, "todos seremos memórias. Mas, enquanto houver alguém para lembrar, ainda estaremos aqui."
O sol finalmente venceu a timidez e banhou o quintal em luz.
Clarilda voltou para casa, o álbum sob o braço, carregando o peso e a beleza de saber que a vida, no fim, é feita de instantes que ecoam além de nós em nossas memórias e de quem nos suceder!
Mais uma vez, me vejo afundando em pensamentos, memórias e sensações de como era estar com você. Sinto falta do que representávamos um para o outro, da paixão que nos unia, da alegria compartilhada e da cumplicidade que parecia inabalável. Mas agora tudo isso pertence às eternas lembranças de um tempo que se foi e não voltará, pois você fez sua escolha—uma escolha que não me incluía ao seu lado.
E aqui estou, desejando sinceramente o seu bem-estar e a sua felicidade, enquanto também peço a Deus que esses sentimentos e lembranças se acalmem dentro de mim. Quero reencontrar a paz, aprender a seguir em frente e permitir que minha vida volte a ser plena, mesmo sem a presença que um dia foi essencial.
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