Memória de Elefante

Cerca de 4681 frases e pensamentos: Memória de Elefante

⁠Resgatando
Uma memória edênica
Beleza sem par
Idílico cantar
Consagrada solene
Ópera por alguns esquecida
Na antiga rota escolhida

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A memória da distante terra,
não ficará distante mesmo
que chamem para fazer
dançar o Deus da Guerra
porque há alguém atento
e verdadeiramente poeta.

Inserida por anna_flavia_schmitt

...Descobri que as lembranças me fazem chorar, minha memória me castiga, pois dias passam, o tempo voa e consigo se vão momentos felizes...

Inserida por brunoleitao

LINHA DO TEMPO

Nossa linha do tempo está cheia deles,
Grandes marcos registrados como...

Momentos com Deus,
Momentos em família,
Momentos com amigos,
Momentos a dois.

Um sorriso marcante,
Um beijo desesperado;
E então, o encaixe perfeito!

Dos ardores
Dos sentidos,
Dos impulsos,
Dos frutos e desfrutos,
Laços e deslaço.

Quando você é jovem, acha que tudo que faz é descartável. Você se move de agora para agora, amassando o tempo em suas mãos, jogando-o fora. Você é seu próprio carro em alta velocidade. Você acha que pode se livrar das coisas e das pessoas também, deixá-las para trás. Você ainda não sabe sobre o hábito que elas têm de voltar. O tempo está congelado nos sonhos. Você nunca pode fugir de onde esteve.

Perdoar é desistir de toda a esperança de ter tido um passado melhor.

Don Felt

Nota: Apesar de terem utilizado a expressão, Gerald G. Jampolsky, Anne Lamott e Dorothy Bullitt negaram autoria. A citação mais antiga de que se tem notícia é do pastor Don Felt, em 1991. Porém, não se sabe se ele criou a expressão ou se ela já estava em circulação.

...Mais

Recordarei sempre nitidamente porque foi simples e sem circunstâncias inúteis.

O Brasil é o país da nostalgia. Vive-se no ontem, no antes de ontem. É uma saudade eterna, declamada ao som da melancolia. Alguns ainda insistem na monarquia, outros se lamentam nostálgicos até do fim da ditadura. Ancorados num passado que não fabrica peças de reposição, assim nos tornamos cemitério de tudo, um povo aos prantos pelo que se esvai, um museu sempre lambido pelo fogo, ferro-velho de memórias que se decompõem a céu aberto.

Deixa os inimigo pra lá
Quanto mais criticam, mais a gente ganha
E eu tô fazendo grana, tô fazendo história
Eu amo essa vida e toda a trajetória
Sempre tem vários pra atrasar
Mas hoje em dia eu sei legal quem é que soma
Sei que só o sonho pode nos salvar de
Tanta coisa ruim que temos na memória

jaz

teremos sempre
— de novo —
avós bisavós tios
mãe e pai
enquanto cultivarmos
nossos álbuns
de fotografias

Só o tempo transforma nossos sentimentos em palavras mais verdadeiras.

Milton Hatoum
Dois irmãos. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

Nossa vida é tão curta
Mas eu tenho uma crença
Que os pequenos momentos
Fazem toda a diferença

Bolita, jogo de truco
Travesseiradas na cama
Curta cada segundinho
Ao lado de quem tu ama.

Pensamos que precisamos de alguém para nos inspirar, ás vezes aparece a pessoa que te faz pirar, sair do ar, se perder no espaço, coisa de outro mundo, é se mirar em outro olhar, e dividir o mesmo ar dentro de um beijo, e se deixar flutuar...que seja louco, mas que seja intenso...Que seja pouco, mas que seja verdadeiro...Que seja simples e complique o meu dia...Emocione...Que venha inteiro, e faça meu mundo desabar, se transformar, em memória infinita, minha.

Um dia seremos apenas uma lembrança na cabeça das pessoas, espero que saibamos honrá-la...

Sim. Eu tive filhos... Mas, acho que exageramos na dose de chá do esquecimento que lhes servi, algum dia... em algum lugar. Sei lá! já não me lembro... Faz tanto tempo!

Café é a gasolina do dia de um memoriável roteirista.

Neste mundo de memórias, não há espaço para estranhos.

O tempo pode ter o mesmo efeito de uma guerra. Avassalador. Miúdo e invisível, ele nos pega de surpresa. De repente, bum. O tempo passou como um rio tormentoso carregando tudo consigo.

Seu coração dançava com os movimentos dela tal qual uma boia na maré. Ele ouvia o que os olhos dela lhe diziam lá de sob o capuz e sabia que em algum obscuro passado, se na vida ou num sonho, ele tinha ouvido esta estória antes.

"Traída pelas minhas memórias, o que existiu em mim, não existiu num todo, e o que foi real num todo, eu nem reparei."