Melhores Poemas
Tudo nessa vida é passageiro
Mas Tua palavra não (...)
Eu entendi que eu Te devo tudo
Mesmo assim, Tu não me cobra nada
Tu sabe o que me espera no futuro
E deixa minha alma aliviada
Eu entendi que não se colhe fruto
De árvore que não é machucada
E que pra eu crescer leva um tempo
E o prazer está na caminhada
Deus na minha história
Escreve os detalhes
Mesmo em pedaços
Me sustenta em Sua bondade (...)
Não importa se é uma dor
Ele quebra as prisões
E traz cura aos corações
Deus é quem me fortalece
Não preciso mais chorar
Mesmo em meio à tempestade
No meu barco Ele está
Na Sombra do Onipotente
Sei que posso descansar
Debaixo de Suas asas
Nada pode me abalar
Para mim, o amor é complexo e sem nexo, ele te da fraqueza e, ao mesmo tempo força.
Ele vem de dentro consumindo toda a sua energia e vem de fora em forma de gestos.
Ele pode te mudar sem você perceber, é tudo de bom, Mas As vezes é ruim.
Uns sabem aproveitar e já outros se faz desacreditar.
Uns dizem que é escolha já outros falam que é destino.
Ele te oferecer um sentimento que alivia e as vezes sufoca , ele traz paz e medo.
O amor e inexplicável, mas é vivenciado à cada instante!
K.B
Não há mesmo
piores e nem
tampouco melhores,
O quê há é soldados
de dois países
em animosidade,
Nas mãos deles
os indígenas estão
sendo sacrificados,
Uns até ir para
o exílio se obrigaram.
Um dia desses foram
os pemones,
e agora o paladino
da crítica ceifou
a vida de um jovem,
Peço a Deus que
maus hábitos
como estes tenham
fim e não retornem,
O alerta está laranja,
e há a esperança
que entre eles não
seja quebrada a paz.
Os maus hábitos
autoritários pouco
a pouco devem
ser superados,
Há um General
preso inocente,
uma tropa e pessoas
presas sem devido
processo legal,
Ele e todos estão
sem humano conforto
e sem ventilação;
É preciso vencer
o tal monstro
do atraso processual.
Comparações
não ajudarão
a Amazônia,
o Chaco
e a Chiquitanía
do incêndio,...
e nem mesmo
o Arco Minero;
é momento
de trégua
e união para
salvar a vida.
Estas tais
de vendas
nos olhos,
espadas,
balanças
e plumas
pesadas
espalhando
desgraças,
a história
não as fará
perdoadas,
prenderam
injustamente
heróis que
poderiam ajudar
a salvar
as nossas matas;
a justiça divina
não perdoa
quem imola
os patriotas;
A força da vida
deu a amostra:
a Colômbia
teve sacudida
a costa,
não duvide
que não seja
reação colateral.
Debaixo do pomar
de letras laranjas
pedindo pela
libertação de
tanta gente,
da campesina
dos 9 comuneros
e do General,
vou contando
o quê se passa
na América Latina.
Nada será como antes,
mesmo tendo liberado
a juíza e os estudantes.
Não há nenhum motim,
e sim há uma
grande resistência
de heróis da paciência.
Há médicos reunidos
com o povo em oração
com rosário na mão
em prol da liberação
dos presos políticos.
Do General que foi
preso inocente
e está desaparecido
não se ouve um pio,
E dele só paro de
falar quando o meu
clamor for atendido.
Se não fosse com
a intenção de libertar
desde o primeiro
dia nenhum poema
haveria escrito,
Viver a Independência,
é buscar reconciliação,
mística e libertação,
E sobretudo ter pelo
povo amor no coração.
Hoje não teve
desfile militar,
Um dia triste
como este
não há como
não lamentar.
Mesmo assim
poesia não
poderia faltar,
E doa a quem doer,
Não vou parar
de querer
saber como
está o General.
Não vou parar
de perguntar:
para onde é
que levaram
o General?
O grito do teu
silêncio infame
a mim soa
rude e gutural.
A unidade para mim
é sermos indivisíveis
mesmo diante
das tempestades.
A luta para mim
é sermos inabaláveis
mesmo diante
dos desencontros.
A batalha para mim
é sermos incansáveis
mesmo diante
dos obstáculos.
Se somos muchos:
como permitiram
o Major atentar contra
a própria vida
pela segunda vez?
A vitória para mim é
sermos seres cheios
de amor onde
reina a crueldade.
Se somos muchos:
onde estão a lealdade,
diálogo e paz?
Perguntar não é ofensa,
Do General não vi mais
uma única imagem,
E há quanto tempo faz!
Era para ter
sido hoje,
mas começou
ontem mesmo:
uns deram
a conta de vinte
e cinco,
e outros
de oitenta
e três detidos,
Não importa
o saldo da conta
que sejam
um ou mil,
ela já está
muito cara;
já era hora
de ter parado
com isso,
não aceito
um arranhão
sequer mesmo
no mais
rebelde filho.
Fitas e máscaras
azuis para se
caracterizar
como parte da
Op. Liberdade
por um processo
de estabilidade,
Do futuro
só Deus sabe.
Censura a
dois canais
internacionais,
uma rádio,
Jornalistas
agredidos
e dezenas
de feridos;
Há jogos
de nervos
por todos
os lados,
Por mim pode
amanhecer
com o mesmo
Presidente,
só não pode
persistir
as mesmas
questões
não resolvidas.
Uma tanqueta
da GNB atropelou
manifestantes,
Não dá para
apática aplaudir
a barbárie,
Mesmo que eu
não seja ouvida,
Sou o dedo
na tua ferida;
Assim sigo
me queixando
pela prisão
da tropa
e do General
inocentes até
aonde não se
esgota a poesia.
A verdade triunfará
mesmo que dependa
que não olhemos
mais para trás;
ela é indomável
por mais que a
tornem represada.
O sangue do povo
originário derramado
não há como apagar,
A exaustão da tropa
e a desconsideração
com a fragilidade civil
não há como ignorar.
Ciente disso não
necessito lançar
nenhuma maldição,
Pois o destino não
nega à ninguém
a compensação,
por isso prefiro
a reconciliação.
O cansaço dos olhos
do General injustiçado
já faz parte dos meus,
e não há como apagar,
mas ainda há tempo
de colocar a verdade
no lugar e o libertar.
No momento sou
o eco da voz
da venezuelana,
mesmo sendo
verso e memória,
não tão distante
quanto aparento,
mas próxima
o suficiente
para implorar
que corrijam
essa História.
Por mais que tentem
ocultar a imagem,
calar a voz
e lançar no limbo
do esquecimento,
ele está no coração
do povo e nem
o tempo tem
a condição
de apagar
que o General
pertence
ao Movimento.
Porque eu sou
aquela que na
lembrança dança
com o Comandante,
e o calendário só
reconhece o dia
quatro de fevereiro.
Em linhas culpadas antes
mesmo de terem nascido
nem um pouco lúcidas.
Sem ordem judicial,
bem cheias de tudo,
hipertextuais
e com toda a falação:
deseja saber demais.
Jogos sujos e brincadeiras
de nervos não há
quem os ature mais.
Como vai a saúde
da tropa e do general?
Quando virá a liberdade,
a augusta moção
e garantia da paz?
Em versos inconformados
e bem convictos segue
anão aceitação
de 'ditaduras'.
Ainda bem
que existe
um anjo que visita,
e trabalha legalmente
pelo fim do cativeiro
de quem é notório
inocente pelo mundo inteiro.
O destino é
como um rio
que sabe
o lugar
e onde
irá chegar
mesmo
em meio
a turbulência
que o faz
transbordar,
O calendário é
como as águas
que não
conseguem
represar,
É mais preso
como aquele
que preso
por causa
da consciência
todos sabem
que assim está,
Não só aquele
que prendeu,
mas quem não
consegue por ele
se indignar,
Mais um dia
sem notícias,
Não paro
de perguntar.
Se soa do
jeito dele
como vós,
ele não
pertence a nós,
mesmo que
tente reescrever
a história tal fato
não apagará
da memória:
ele não é santo,
ele se trata
de um algoz,
ele é feroz.
O mascarado
proferiu
que ele soa
como
os 'deles',
não há
como fingir
que não,
o quê saiu
da boca
o condena,
e agora
quer fingir
que nunca
foi investido
na discórdia,
mas Deus está
evidentemente
vendo e não
há como
dissimular para
Ele e para quem
sabe observar,
só Ele concede
a misericórdia,
ele quer apagar
a História.
Ofendendo
da pior maneira
quem quer
defender
a sua existência
fazendo a justa
resistência,
ele não merece
a sua confiança
porque é incapaz
de debater e de
colocar freios nos
seus servos,
e sobretudo
nos seus lacaios
das profundezas
dos infernos.
E sem licenciar
mesmo ciente
que a agonia
não tem
como soprar,
Porque não há
uma clara
direção,
Permito
perder-me
na mística
da rima,
Para não diluir
a delicadeza
neste
Dia de Paixão,
Se você nasceu
filho do silêncio,
Fique sabendo
que eu não!
Evidentemente
no mesmo
destino,
partilhando
da exata
agonia de mais
um dia,
por não saber
mais notícia,
escrevo para dizer
o quê sinto,
porque quem disse
o quê pensa
está preso,
não nasci para
me calar,
e nem para ser
escrava do medo.
Não aceito mesmo
estando na condição
de poesia estrangeira,
e preocupação sincera,
aberta e continental,
Pois onde se prende
uma tropa inteira
por notório ardil,
e todos se contentam
de maneira submissa,
Até a fé já nem
é mais derradeira.
Sempre onde houverem
presos políticos,
serei poema que não
cala e não deixa
jamais ninguém se calar.
Rodeio Caminhante
Em Rodeio caminhante
a pé, de mochila nas costas
ou mesmo de bicicleta,
Mesmo sem escrever
você acabará virando poeta.
A Região do Vale das Águas
de repente de ti fará parte,
Neste um dos caminhos
do Vale Europeu há muitas
histórias para contar,
Que você irá se encantar.
No Picol Paradis você
surpreenderá a si mesmo
bem, feliz e refeito,
E no Caminho dos Anjos
se apaixonará de vez por Rodeio.
