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Há uma evidência científica onde os voluntários da inutilidade consideram que recebem sempre muito pouco.

"Descobri-me Rio que não cessa.
Meu estar é sempre indo.
Avistando templos ou morando em Ocas,
Minha pátria são as gentes,
Que se sonhamno mundo"

Que hoje Deus te conceda a bênção que você sempre pede nas suas orações, e que ela chegue mansa, como quem já conhece teu coração. Que ele te guie e proteja em passo do teu dia.

Na hora da prova o professor não fala nada, mas sempre fica atento na sala de aula.


Obs.: Não estou falando de escola.


Nas aprovações da vida mesmo sem resposta Deus está por perto te observando.

Nunca perdemos tempo quando vivemos de verdade ,Sempre há
chance de reviver e recomeçar!
Lembre-se: existem dias ruins e dias bons. Sobreviver ao tempo é um luxo valioso.

“Nem sempre estamos
certos. Nem sempre enxergamos tudo. Ao reconhecer isso nos tornamos mais receptivos ao que a vida tem a nos mostrar.”

Trecho do livro Fractais do Infinito: sussurros da alma para dias de silêncio

Existe um movimento que nem sempre é compreendido: antes de qualquer expansão, existe descida.
É no contato com a dualidade que algo se revela. Luz e sombra, acerto e erro, consciência e inconsciência.
Sem esse atravessamento, não há profundidade. Não há real transformação.
A queda não é desvio. É parte do caminho. Porque é justamente ao tocar o que está abaixo que se torna possível subir com verdade.
No fim, não é sobre evitar a descida.
É sobre entender o que ela veio mostrar.

Nem sempre estamos certos. Nem sempre enxergamos tudo. Ao reconhecer isso nos tornamos mais receptivos ao que a vida tem a nos mostrar.

Não me encaixo em quem vive de superfície
sou inteira demais para conversas rasas
e isso sempre incomoda quem só sabe ir até a borda

não me falta ajuste
me sobra profundidade

quem é raso me chama de demais
porque não sabe lidar com o que transborda

mas eu não diminuo
só para caber no conforto de ninguém

Quem precisa de ilusão não escolhe o que desperta, escolhe o que distrai.
Sempre há um palhaço pronto para sustentar qualquer espetáculo. Não importa quem seja, importa que o circo continue de pé.
No fim, o ídolo é só a peça que impede tudo de desmoronar.
E quando a cortina ameaça cair, ninguém pergunta se aquilo ainda faz sentido. Só ajustam a luz, aumentam o som e fingem que está tudo sob controle.
Porque encarar o vazio exige mais coragem do que a maioria está disposta a reunir. É mais fácil aplaudir o personagem do que reconhecer a própria ausência de direção.
O problema nunca foi o espetáculo. Foi a necessidade dele.
Sem ele, sobra o silêncio. E no silêncio, não há roteiro, não há aplauso, não há distração que sustente a mentira.
Só resta o que é. E isso, para quem vive de ilusão, costuma ser insuportável.

Quem cala nem sempre consente, às vezes apenas escolhe não alimentar o que não merece resposta.

Foi sendo bom
que descobri —


que ser bom
nem sempre é bom.


Porque há bondades
que se doam até desaparecer,
que dizem “sim” enquanto sangram,
que se calam para manter a paz
e perdem a própria voz.


Aprendi que ser bom
não é se anular,
não é aceitar o peso
que não nos cabe.


Ser bom de verdade
é ter raiz e limite,
é oferecer a mão
sem entregar a alma inteira.


Foi sendo bom demais
que entendi:


bondade sem verdade
não floresce —
apenas dói.

"Não importa o caminho que você escolha, alguém sempre vai achar errado. Então, apenas caminhe."

O ser autista sempre tem muita dificuldade de olhar diretamente nos olhos dos outros, devido a sua super capacidade ótica de leitura essencial de verdadeiras intenções, emoções, e traumas, que cada um carrega dentro de si mesmo que disfarçado. Não se deve obrigar um ser autista, a olhar ou falar com ninguém. Devemos respeitar suas escolhas e afinidades.

Somos vítimas, agentes e respostas responsáveis de mudanças em nossas vidas, sempre. Orientadores e mentores podem nos sugerirem caminhos mas o primeiro passo em direção ao êxito, só pode ser dado, por você.

A boa arte deve ser sempre apolítica, satirizar, denunciar, gritar e criticar mas tudo de forma sutil e inteligente, nunca bater de frente contra nenhum regime e instituição. Na verdade é isto que difere e ressignifica os verdadeiros artistas universais de todos os tempos dos meros manipuladores de tintas, movimentos e idéias artísticas, oportunistas de ocasião.

Eu de forma nenhuma, asseguro que o individuo autista seja sempre superdotado, digo sim que mesmo sendo propriedades mentais distintas em certos casos podem conviver juntas ao mesmo tempo. Existe muitas diferenças entre o hiperfoco do autista com a super dotação do individuo com AH/SD. Os super dotados com AH Altas Habilidades ou SD Superdotação tendem ao ousar cada vez mais fundo em certas áreas do conhecimento que ele dominam com bastante fluidez, profundidade e conhecimentos. Mais do que QI alto, bem elevado, é uma neurodivergência com um funcionamento psíquico intenso, criatividade, alta sensibilidade que ao mesmo tempo as vezes, pela velocidade não administrada causa frustrações.

Em meu céu, a noite sempre é muito iluminada com uma lua cheia, bem clara e feliz. E as estrelinhas, cores de prata, ficam emaranhadas, olhando e piscando umas para as outras em conversinhas estrelares, que ouço bem baixinho mas não sei o que cada uma diz. Sei que todas as estrelinhas tem cinco pontas arredondadas, pois nada espeta e nem arranha, no meu manto celeste. A noite é feita para sonhar, colorir o céu de azul, claro e escuro mas sempre sem verniz.

Nossos piores inimigos jamais nos confrontam, vivem pelas sombras e pelos cantos, costumam ser sempre simpáticos e demonstram falsa felicidade quando nos veem. São dissimulados e ardilosos, aguardando o momento certo de baixa guarda para apunhalar-nos covardemente pelas costas. São pessoas infelizes e doentes diante dos infortúnios de vida que eles próprios semearam e já que não podem igualar-se a nós, resolvem infernizar caladamente nossa existência. Que Deus apiede-se de seus maus atos, por que a vida não.

Sempre alerto para o perigo do diagnóstico precoce, de uma criança com um suposto transtorno do espectro autista TEA, para não se tornar uma "sentença" que apaga toda a subjetividade e por seguinte uma melhor comunicação e uma maior compreensão do comportamento inclusivo. O "isolamento" autista não deve ser visto necessariamente como um déficit social, mas como uma forma particular de gerenciar as fronteiras de suas emoções sensíveis na permissão, contato e retirada. O objetivo, não é forçar o contato do autista para com pessoas a seu meio, mas sim respeitar o ritmo individual de cada pessoa e ampliar cada vez mais as possibilidades de contato, quando cada qual, se sentir seguro.