Melhor Fosse não ter te Conhecido
Neorromantismo latino-americano contemporâneo
Enquanto todo mundo quer
ser um melhor do que outro,
Mantenho a vontade viva
de vestir-me de poesia
nua e crua em praça pública
mesmo que não seja vista,
Porque desejo tudo
na vida menos é ter razão.
Não compito com Gavita,
mas não há ninguém
que não saiba que quando
o assunto é poesia,
Sempre serei a eterna noiva
assumida de Cruz e Sousa.
Nem mais nem menos,
no meu corpo existência
ocupa a vastidão roseiral
do que segue espiritual,
que por ele ainda é ofertado,
O quê importa na ágora
é urgente e instantâneo.
É o Neorromantismo
latino-americano nascido
dos arvoredos altos
e olhos d'água caudalosos
neste tempo contemporâneo,
Para o amor que tem
encontrado o espaço
de cada dia mais apertado,
e quando não tem
sido o tempo todo calado
conseguir sobreviver,
e ser por nós reconquistado.
Talvez o melhor lugar para se Demonizar a dúvida seja o aconchego das Verdades Aveludadas.
É curioso como o ser humano, em nome da paz interior, constrói castelos de certezas com tijolos de incertezas mal resolvidas.
E, uma vez confortavelmente instalado, passa a olhar com desdém para qualquer sopro de dúvida que se atreva a bater à sua porta.
A dúvida, porém, é visita nobre — é ela quem areja as salas abafadas da mente, quem desmancha o mofo dos dogmas e faz circular o ar do pensamento.
Mas o aconchego das verdades aveludadas é macio demais!
E poucos se arriscam a trocar o travesseiro da convicção pela cama fria da reflexão.
Talvez por isso se demonize tanto a dúvida: porque ela incomoda os que aprenderam a amar o próprio engano.
Mas, ai daqueles que o fazem…
Ai daqueles que, embriagados pelo perfume das próprias certezas, caminham pelas estradas espinhosas da arrogância intelectual.
Renunciam à graça de poder se questionar, mas se julgam aptos a questionar o mundo — esquecendo que a mente que não duvida — não floresce — apodrece em Silêncios.
Aprendamos a fugir do aconchego das verdades aveludadas!
Amém!
É muito Feno para tão pouco sal...
Talvez seja melhor temperar com uma boa pá de cal.
Haja sal para a quantidade assustadora de Feno necessário...
Quando a desproporção chega a esse ponto, já não se trata mais de tempero, mas de engano.
Talvez seja mesmo melhor recorrer a uma pá de cal, não para enterrar expectativas, mas para sepultar de vez as ilusões que insistimos em alimentar.
Porque certas mesas, por mais que pareçam fartas, só servem palha; e certos banquetes, por mais barulho que façam, não sustentam ninguém.
No fim, a verdadeira sabedoria está em abandonar o que só ocupa espaço e buscar o que, ainda que pouco, de fato, nos alimente.
Às vezes, a melhor festa na laje é aquela em que a convidada de honra só faz barulho para lavar nosso dia.
Noutros tempos, só pensávamos em churrasco na laje, agora, só pensamos em chuva na laje.
Agora as melhores festas na laje são aquelas em que a convidada de honra não traz música alta, nem risadas forçadas, nem fumaça de churrasco.…
Ela chega silenciosa na intenção, mas barulhenta na presença: a chuva.
E faz festa não para entreter, mas para lavar — o dia, a alma, o cansaço acumulado nos cantos que a gente já não alcança.
Noutros tempos, a laje era sinônimo de encontro, carne na brasa, conversa atravessada pelo riso fácil.
Hoje, ela se tornou mirante da espera.
Espera por nuvens carregadas, por um céu que se compadeça do pó, do calor excessivo, da exaustão que já não se resolve só com celebração.
Mudamos o cardápio: trocamos o excesso pelo alívio.
A chuva na laje não exige anfitrião, nem lista de convidados.
Ela chega quando pode, fica o tempo que quer e, ao partir, deixa tudo diferente — não necessariamente resolvido, mas respirável.
É uma festa sem fotinhos, sem brindes, sem sobras…
Só o som da água lembrando que nem todo barulho é invasão; alguns são cuidados.
Talvez o tempo tenha nos ensinado isso: há dias em que não queremos comemorar, apenas lavar.
E, nesses dias, a laje continua sendo lugar de encontro — não com os outros, mas com aquilo que sabe nos escutar e ainda nos permite recomeçar.
O homem que esconde a própria loucura é melhor que o que esconde a própria sabedoria.
As vezes se calar é a melhor coisa a fazer para que os tolos sejam reconhecidos. Calar não é sinal de medo e nem de covardia, mas sim de estratégia.
A melhor academia para mim é estar no coração do povo. O coração do povo me basta. Não vivo de enfeites.
Tudo vai estar melhor, seja o novo ou o antigo, se acabar a cultura do não é comigo e olhar para o próprio umbigo.
Primeiro, imagine a melhor versão de si mesmo. Visualize seus sonhos com clareza. Essa imagem interna é seu farol. Depois, aceite o desafio: a ação é a ponte entre o ser e o ideal. Cada passo, por menor que seja, é uma afirmação de quem você escolheu ser.
Não espere condições perfeitas. Comece agora. A coragem de fazer transforma a identidade desejada em realidade. Você é o arquiteto do seu próprio destino. Construa-o.
A psicanálise nos convida a sair da zona de conforto e reeditar os sentimentos, para melhor lidar com as frustrações que mazelam a vida.
É melhor ser chato, exagerar, se esmerar em cuidados por amor, do que por culpa da negligência, sofrer através da perda as agruras da dor.
- Relacionados
- 31 mensagens de aniversário para a melhor amiga ter um dia incrível
- 35 textos para melhor amiga chorar e se emocionar
- Texto de feliz aniversário para melhor amiga chorar de emoção
- Textos de aniversário para melhor amigo cheios de emoção e carinho
- 82 frases para melhor amiga que tocam o coração
- Textos para melhor amigo (prepare o lencinho, ele vai se comover!)
- Textos para melhor amiga que vão fortalecer essa amizade
