Medo de Mudar
Somos o que escolhemos ser, e isso independe se essas escolhas forem conscientes ou influenciadas pelo medo ou outrem.
Reflexões batem instantaneamente e junto com eles as consequências dos planos que tenho. Me pego com medo, evito me prender ao risco e me obrigo apenas a andar em frente. Confie em você e não crie monstros, as pessoas já fazem o papel deles bem demais.
Lembre-se sempre: na vida, sempre terá suas consequências. Nada é de graça. E o que vai te ajudar é uma dica óbvia: ser forte. Apenas a força pode nos proteger quando caímos. E ser forte é, principalmente, admitir ser fraco. Admitir que tem medo, que tem dificuldades e que, independente disso tudo, você vai continuar. Lembre-se disso: não são nossos inimigos que nos derrotam, somos nós mesmos que nos permitimos ser derrotados. Ninguém, além de nós mesmos pode nos derrotar e é por isso que, de todas as pessoas, eu só sinto medo de mim mesmo. Meu maior inimigo é minha mente. Então, aonde quer que eu esteja, meu inimigo vai estar. Há momentos que minha mente se parece ser mais forte (e ela é), mas enquanto eu estiver no controle (por mais ilusório que seja) eu não posso ser derrotado ou desistir, pois a mente pensa, mas somos nós que agimos da maneira que queremos. Então, quando achar que tudo está perdido... Seja forte! Porque, de todas as pessoas, é você, somente você, quem consegue passar pelo o que passa.
Saudade
"O que é saudade? Por que a sentimos? Por que nos permitimos sentir? A saudade é nada mais do que sentir a ausência de algo ou alguém. Não importa quanto tempo passe, nós ainda a sentiremos. Para que posamos sentir falta precisamos sentir algo pela coisa ou alguém. Geralmente, quando amamos, gostamos ou esse alguém fez uma participação muito significativa em nossa vida e este alguém já não está mais presente, sentimos a saudade.
A sentimos por razões óbvias: gostaríamos que essa pessoa ainda estivesse presente. Gostaríamos que ainda tivéssemos chance de ter mais momentos com a tal pessoa. Gostaríamos de ouvir mais a pessoa. Gostaríamos de fazer tudo o que, sem ela, é impossível. E nos permitimos a sentir por querer que esta pessoa ainda influencie e participe da nossa vida para que sentíssemos a pessoa ainda presente de alguma forma.
A saudade para o amor é algo quase que eterno. Ficará sempre presente, pois não importa o tempo que passar o amor não acaba. Para a dor, a saudade é uma ótima forma para fortalecer nosso vazio. Para a alegria, a saudade é uma oportunidade para reviver momentos felizes. Para o ódio, a saudade é uma oportunidade para perguntas do tipo: “Por que me deixou?”; “Por que me abandonou?”; Perguntas da qual nos dói muito.
A saudade é necessária, inicialmente, para que possamos, dentro de nós, nos despedirmos da pessoa. Para que passe um filme que só há nós mesmos e a pessoa. É uma organização de nosso cérebro para transmitir todas as boas lembranças e momentos em que nos conforta para nosso coração.
Mas tenha cuidado. Por mais que seja saudável inicialmente, depois de um tempo vai nos prejudicar, pois nunca é uma escolha saudável viver do passado. Se permitir sentir a dor é o mesmo que se acostumar a ela e, mais tarde, se sentir vazio sem ela. A saudade é boa, pois significa que realmente amávamos aquela pessoa, mas não devemos deixar esse sentimento nos dominar. A quantidade de amor que sentíamos, não significa a quantidade de saudade que vamos sentir sem essa pessoa. Precisamos nos manter no pressente e pensar no futuro.
Precisamos deixar tudo que nos prejudica no passado, não importando o quanto a desejamos, e deixar com que o coração fique responsável para lembrar somente as coisas boas de que, não nos faz chorar, mas sorrir e sentirmos grato por tudo que a pessoa fez por nós. Acha que ela queria que você parasse de pensar em si mesmo e de seguir em frente? Que se perdesse por causa dela? Você já sabe a resposta... A vida é dolorosa, mas fica pior se a deixarmos ela nos machucar ainda mais sem o nosso autocontrole."
O medo de um dia ficar sozinho
Bloqueia a veia do amor
E por isso que esta vazio
O coração parece um congelador
Cheio de frieza
Cheio de solidão
Não é preciso de beleza
É preciso da emoção
O coração acha que é cedo
Para se apaixonar
Mas não ha faixa etária
Para quem quer amar
O que te faz ser frio
Pode ser o medo de errar
Isso te torna vazio
Mas como quer acertar sem tentar ?
O medo de errar é a âncora que te faz parar. O barco da vida precisa andar, navegar mesmo sabendo que no mar perigos você irá encontrar.
Podíamos fazer várias coisas mas ele o medo não deixa podíamos nos tornar grandes gênios se não fosse ele o medo, convivemos tanto com ele que ele acaba nos colocando dentro de uma caixa e nos sufoca a ponto de matar quem nós somos e fazer nós adquirir uma rotina como um outro qualquer robô da sociedade
Quando se perde alguém para a irreversível morte, permanece em nós aquela eterna saudade de casa.
É como se fizéssemos uma viagem que jamais nos permitisse retornar.
Não vamos ficar admirados ou preocupados com a batalha da vida. Vamos fluir livremente. Temos o direito de fazer nossas próprias escolhas. Podemos escolher viver sem limitação e sem medo. Somos eternos.
Talvez a insatisfação constante não seja porque focamos mais nos problemas. Somos solucionadores natos, assim evoluímos, assim sobrevivemos. Talvez então, o detalhe é em qual problema somos bons em resolver e assim nos gerar felicidade o bastante para superar todos os outros. Isso traduz a importância de compreender nossa vocação. Ainda que não saibamos qual seja, assim como tudo no universo, apenas descobriremos estando em movimento. Não tenha pressa, mas mova-se de alguma forma.
Tem muita coisa que acaba não sendo dita de forma verbal. Gestual, talvez. Possivelmente até em formas respiratórias.
E acaba que o silêncio diz muito, mas ao mesmo tempo, nada diz.
Entre o espaço de um segundo e outro, diversas interpretações são feitas, julgadas, detalhadas.
Antecipadas.
Mergulhar no azul esverdeado de um mar, nem sempre é fácil, quando, de alguns mergulhos, ou se afogou, ou encontrou o raso.
Até porque, você não está na praia apenas para contemplar o mar; você quer sentir a areia nos pés, a brisa no corpo, o calor no rosto sorridente.
Talvez você queira chegar cedinho, para começar a sentir isso tudo, ou talvez você queira chegar mais à tardinha, sentir a pele arrepiar enquanto observa o pôr do sol.
E você se depara de novo com aquele mar, que te olha de uma forma sedutora.
O que acontece se mergulhar no escuro?
Mas, o que acabam esquecendo, é que o mar tem vontade própria, tem vida. Você precisa molhar os pés. Sentir se aquela água agrada ao seu corpo. Se não agradar, só molhe os pés e vá embora.
Mas, se agradar, entre. E entre com cuidado, pois tem dias que o mar está de ressaca, mas que também está calmo.
E na primeira onda, mergulhe; passe esse primeiro obstáculo.
Avance.
Na segunda, mergulhe de novo.
Quando se entra no mar, o mais difícil, é passar pelas primeiras ondas.
Depois, você descobre que não é raso e nem fundo.
Você pode pôr os pés no chão e pode deixar o corpo te levar.
E confiar.
Muitas vezes se faz necessário que se tenha medo, mas em excesso ele pode nos aprisionar e a total inexistência dele pode até nos matar.
Para vivermos bem é necessário que se tenha medo, mas é mais necessário ainda que se tenha prudência.
