Medo de Morrer
As pessoas que se perguntam o por que estou estranhando; perdi medo de morrer, sei que o tempo passa e que as cicatrizes curam e que por mais que eu tente me enganar a vida vai cobrar e a dona morte virá!
Queremos viver sem medo, mas não temos coragem, morremos de medo de morrer sem ter vivido e assim vivemos, esquecemos que os maiores e mais temidos fantasmas ainda não morreram...
Somos movidos pelo medo, se não temêssemos perder jamais valorizariamos, existem tantas formas de sentí-lo, são tantas formas de entender uma única palavra, mas teimamos em querer que sejamos todos iguais!
Medo pode até ser sinônimo de fraqueza, mas se força for não temer a nada e ninguém, permaneço-me vulnerável, indeciso e medroso, temo a mim mesmo, a solidão, ao escuro, ao espelho, ao silêncio...
É fácil encontrar o horror nos outros, se defender de ataques inimigos, mas, como nos proteger do nosso próprio mal?
O tempo nós faz esquecer o porque de sermos tão esquecidos, mas afinal de contas o que nos trouxe até aqui, medo ou coragem? Talvez nenhum dos dois, o fato é que estamos aqui, e mais uma vez o tempo passa e transforma tudo em lembranças, aguardamos confiantes que ele nos traga também a coragem para enfrentar o medo destemido que insiste em nos rodear. Irônico é esperar e torcer que o destino sempre mude tudo e esquecemos de nos mudar para tentar modificar o mundo, quem sabe um dia tenhamos destreza, mas, isso só o tempo dirá.
Não tenho de medo de morrer,
Tenho medo que o amor morra.
Me fechei dentro de mim por amar alguém.
O amor é bom, O amor é ruim, O amor é eterno.
Mas ao final dá tudo errado,
O que permanece?
Uma grande amizade.
Você não tem medo de morrer. Está com medo de não viver a vida que deveria viver. Quando você vive a vida que você está animado para vivenciar, você ficará ocupado demais para pensar sobre qualquer outra coisa além da vida. Estou prestes a revelar-lhe o caminho certo para encontrar o seu verdadeiro amor. Ame a si mesmo primeiro. Se você não ama a pessoa que você é, ninguém mais irá. Uma vez que você se sente bem e confiante sobre quem você é, você será um ímã para os outros. Não estou falando de arrogância ou presunção. Comece com aceitação, construa ao amor. Então ofereça-se aos outros. A vida não é um concurso de popularidade. Você não precisa de mil amigos. Um ou dois realmente bons serão suficientes. Dê o primeiro passo. Pense que o fato de não saber o que lhe aguarda lhe trará esperança de algo melhor adiante. Mas o que você tem agora, neste segundo é o presente, olhe em volta. Se você está lendo isso você tem liberdade para pensar, para gastar o seu tempo como você achar que puder, para seu lazer. Então, por que você está se preocupando com o futuro? Este momento só existe agora. Não se desespere se não encontrar algo. A diversão está na busca de suas paixões. Existem tantas pessoas felizes com mais de 50 anos que ainda não sabem o que querem fazer de suas vidas. A má notícia: A maioria das pessoas não gostará de você. A boa notícia: Provavelmente terá pouco a ver com você ou suas ideias. Então essas pessoas com quem você se importa, mas o rejeitam abertamente não valem a pena. Invista em pessoas que investem em você. Pode haver apenas um ou dois, e por períodos de tempo pode ser apenas você, mas isso é suficiente. Acredite. O compromisso é uma parte importante do seu legado. Você não pode construir nada de valor sem ele. Já o medo causará o fracasso certo. Você não pode entrar em qualquer investimento com a crença de que você vai falhar. Você não planeja o fracasso, planeja o sucesso. Nada grandioso foi construído para fracassar. Claro que você deve ter medo de tubarões. Não seja inocente.
Comece devagar. Não precisa ser destemido. Reúna a sua coragem. Ou sua preocupação vai consumi-lo ou eliminará suas vontades e o seu verdadeiro potencial.
ALUCINAÇÃO À BEIRA-MAR
Um medo de morrer meus pés esfriava.
Noite alta. Ante o telúrico recorte,
Na diuturna discórdia, a equórea coorte
Atordoadoramente ribombava!
Eu, ególatra céptico, cismava
Em meu destino!... O vento estava forte
E aquela matemática da Morte
Com os seus números negros, me assombrava!
Mas a alga usufrutuária dos oceanos
E os malacopterígios subraquianos
Que um castigo de espécie emudeceu,
No eterno horror das convulsões marítimas,
Pareciam também corpos de vítimas
Condenadas à Morte, assim como eu!
