Medo de Mim

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Quem não tiver medo de ficar alegre e experimentar uma só vez sequer a alegria doida e profunda terá o melhor de nossa verdade.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Ela tem medo da Noite medo de que nunca acabe, Ela costuma fazer amor em pé de dia.

Nunca tive medo de ser diferente...

Que nenhum gesto meu aperte o seu coração, intimide o seu riso, acorde o seu medo, machuque a sua espontaneidade.

Fico com medo. Mas o coração bate. O amor inexplicável faz o coração bater mais depressa.

Onde estava você, escondido debaixo de tantos sorrisos frustrados... Você é real, não tenha medo de apenas ser, e ser agora. Sua felicidade está aqui e agora. O resto você inventou, porque ainda não sabia que poderia contar com você. A verdade é que você só pode contar com você.

."Nem sempre é coragem que te faz tão agressivo, às vezes é medo ..."

Muitas coisas não são realizadas por que o mendo vence as pessoas. Vença o medo e verás um mundo de possibilidades desdobrar-se diante de teus olhos.

Não chego a temer loucura, no fundo a gente sabe que ninguém é muito certo. Eu tenho medo é da lucidez. Tenho medo dessa busca desenfreada pela verdade, pelas respostas. (…) Quando eu estou me acostumando com uma versão de mim mesma, surge outra, cheia de enigmas, e vou atrás dela. Tem gente que elege uma única versão de si próprio e não olha mais para dentro. (…) Eu, ao contrário, quase não olho para fora.

É pelo medo de cair de novo, que meus joelhos tremem

Só um ser humano maduro não tem medo de si mesmo.

Mas não adianta: Um dos meus males é ter medo de magoar as pessoas.

Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo – quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação. Como é que se explica que o meu maior medo seja exatamente em relação: a ser? e no entanto não há outro caminho. Como se explica que o meu maior medo seja exatamente o de ir vivendo o que for sendo?

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Sentia-se pequenina, só, perdida dentro do cobertor, aquele tremor que não era frio nem medo: uma tristeza fininha como as agulhas cravadas na perna dormente, vontade de encostar a cabeça no ombro de alguém que contasse baixinho uma história qualquer.

Mas há maneiras de fazer isso sem tanto estardalhaço. E sem tanto medo. (...) Enxugue essas lágrimas inúteis, levante esse queixo e vá tratar da vida. Faça tudo o que deseja fazer. Você acha que depois de morta vai ganhar um bônus? Uma prorrogação para tentar sair desse empate? Esqueça o empate. Vença. Perca. Ofereça a si mesma algum resultado. É você mesma que assina. E eu.

As pessoas têm medo de falar o que elas acham de verdade, têm medo até de pensar em algumas coisas.

E na verdade, eu tenho muito medo de dizer que estou feliz. Vai que tudo desmorona de novo?

Deixa o medo de lado, faça da felicidade seu aliado.

É preciso ter coragem para sentir medo.

Estupidez, masoquismo ou medo de viver de verdade?