Eu verifico pra passar não tenhas medo do esperar.
Nosso medo de sí perder, deu lugar a gulas intermináveis, só o agora têm muita gente.
A fragilidade que se veste de medo é mais forte que a imaginação dos ânions.
O medo não tem dono é apenas reflexo de proteção pra ti dá alegrias do perdão.
Não é medo é abundância que escoava somente por um.
A paralisia é falta de dom nos movimentos, onde o medo, um dia, deu lugar pondo fraudes, guardadas saudades experientes, chamados de onde move com sabedoria o hoje, dando alegria à muita gente.
Antes era receio, depois medo e, agora, só ainda, acompanhada, sonho com teus meios.
Era tanto medo da graça que têm em você, que a ignorância ficou represada, pra lhe dar mais do que simplesmente ter.
As técnicas das barras, são boas precisões em falas, com o medo de repetir, o quê somente tu achavas que podias dizer.
Têm medo da faxina e não compreendeu a hipocrisia da sina.
Brigavam com medo dos atingidos, serem tingidos, pondo você.
O medo é uma ilusão divina, um feito pra cuidar, simplesmente de nossas estações.
Sinceramente até os mais fortes tiveram medo, e, por ti colheram, pelo agora, flores sem dor.
Guerras que nada o havia era medo de fazer o que somente tu que abas.
O medo era falta de devida em serviço de devoção.
Teu medo não tem existência, foram falsos véus, pra impedir teu próprio crescimento, pelo egoísmo de ligados filhos, correntes de necessárias compaixões, dadas por ti, pra evitar danos maiores.
A preocupação foi pelo medo de me ver se jogar, mas, se não o fizesse, ninguém poderia o bem de estar, caminhavam sem o ordenar da luz solunar.
Talento tem tempo, se usar libera o dom, pro tom limpar, e, não alertar o medo, ou, o abuso do porque não se podia, ainda, fazer.
Deus é o domínio sob o medo.
O sistema não se trata de políticos ou o governo, se trata do medo e o gigantesco ego.
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