Medo de Falar
Cada um de nós escolhe a hora em nossas vidas que decide matar o amor. Matamos por medo, por proteção, por incompreensão, por descrédito ou até por simples massa de manobra de um desapego na maioria das vezes antilógico. Apesar dessas fechaduras, às vezes compreensíveis, fico esperançoso que não seja tarde para desfibrila-lo.
Não existe amor impossível, e sim pessoas incapazes de lutar por ele, tem medo de se entregar e ser feliz... é uma "oportunidade perdida".
A vida é isso: medo, raiva, desejo, amor. Porque parar de sentir emoções, parar de querer senti-las, é sentir a morte.
Eu devo ser uma sereia... Não tenho medo de profundidades, mas tenho um grande medo de uma vida superficial.
por medo da solidão,muitas mulheres aceitam ficar no relacionamento errado.se submetem a namorados e maridos egoístas e se conformam com migalhas de atenção,reduzem á propria auto-estima
A vida se repete exatamente naquilo em que ela é miserável: medo, inveja, baixa autoestima e abandono.
Deus, acalma o meu coração ansioso, tira o medo que me impede de avançar e o cansaço que me impede de lutar. Afasta de mim tudo o que me afasta de Ti para que em minha vida fique somente o que vier de sua vontade. Perdoa minhas fraquezas e minhas falhas e minhas promessas não cumpridas sou pequeno e falho, mas o Senhor é grande e misericordioso.
Que em minha vida cresça sua presença, sua graça e seu amor, eu aceito o que vier de Ti pois o Senhor sabe o que te peço, mas além disso, o Senhor sabe o que eu preciso e muito mais daquilo que preciso, sei que o Senhor poderá fazer.
O medo é a maior arma, nas mãos das pessoas sem caráter usada para manipular outras pessoas, não importa qual seja a instituição.
A certeza que amar enlouquecia, corroía, dava medo, dava um ciúme filho da mãe, dava uma saudade idiota de mulherzinha romântica, uma vontade besta de estar junto o tempo todo como uma mulherzinha sem vida própria.
Desabafo: O medo silencioso de ser vista
Eu sei o que é se sentir refém de uma construção que fizeram de mim. Uma construção que, por muito tempo, me prendeu a um medo constante de ser quem eu sou, de ocupar os espaços ao meu redor. O medo de ser vista, de ser notada, e de como, ao estar em ambientes cheios, os olhares parecem pesados demais para carregar.
Sinto que, em muitos momentos, a insegurança me paralisa. É como se toda minha essência fosse transformada em algo que precisa se esconder. Tento desviar os olhares, encontrar os cantos mais discretos, aqueles onde posso me perder sem ser observada. Onde a pressão de ser vista não me sufoca.
E quem, entre nós, nunca se sentiu assim? Quem, entre nós, nunca se desconfortou com o peso de ser mulher, de ser vista e julgada? O desconforto de estar em um espaço cheio e, mesmo assim, se sentir sozinha, impotente.
Eu sei que esse medo não é só meu. Sei que há outras mulheres que também preferem a invisibilidade, que também buscam lugares silenciosos e discretos, longe dos olhares que nos desconstroem, que nos fazem sentir pequenas. Mas o que me dá esperança é saber que, ao escrever isso, estou falando em voz alta o que tantas de nós guardam. E, ao fazer isso, me permito ser verdadeira, e quem sabe, dar espaço para que outras também possam se permitir.
O que quero agora não é mais me esconder. O que busco é entender esse medo, aceitar que ele existe e, aos poucos, me fortalecer para que ele não me defina mais. E, talvez, juntas, possamos construir um espaço onde todas nós possamos ser vistas sem medo, sem julgamentos, sem a pressão de sermos algo que não somos. O mundo precisa entender que ser mulher, com todas as nossas complexidades e inseguranças, é, sim, uma força.
tenho medo de mim mesma !
A insanidade às vezes me domina,
nem sempre consigo separar
o certo do errado,
a bondade da maldade.
Tenho pensamentos obscuros,
inconfessáveis.
Tenho medo de mim,
e das consequências
que minhas atitudes
possam trazer.
Não adianta entreabrir a porta se o medo ainda impede os olhos de encarar a luz que insiste em entrar. A claridade não pede licença, ela apenas espera que você permita que ela invada e transforme.
Também não adianta convidar quem nunca teve a intenção de permanecer. Há pessoas que batem à porta apenas de passagem, como visitas que deixam rastros leves, mas não constroem morada. São presenças breves — e é preciso aprender a deixá-las partir, sem pesar, sem cobrança, apenas com a gratidão do instante que trouxeram.
Cada um tem seus próprios caminhos a trilhar. E, talvez um dia, alguém chegue não apenas para visitar, mas para ficar. Esse alguém trará consigo o tom da saudade, como se sempre tivesse pertencido àquele espaço, mesmo antes de chegar. Será presença que não pesa, que não se anuncia como novidade, mas como reencontro.
Porque há chegadas que são como retorno, e almas que parecem nunca ter estado ausentes.
Que eu saiba as minhas asas, ainda que com medo. Que, ainda que com medo, eu avance. Que eu não me encabule jamais por sentir ternura.
