Medida
Para amar não precisa de par perfeito, nem precisa ter medida. Não existe tempo certo. Simplesmente amamos, independente disso tudo. E aceitamos, por não saber como evitar.
"A medida que o outro cresce nós também crescemos, pois o outro está em nós e
todos nós juntos formamos uma coletividade que modifica o ambiente onde todos
nós vivemos."
Nas penúrias vividas e agruras corridas, o que te sobra na vida para amar sem medida, são as pessoas queridas com quem você pôde contar na escassez de uma vida sofrida.
"À medida que dialogamos, lembremos que as palavras são como pedras jogadas num lago - criam ondulações que se estendem para além do ponto inicial. Cultivemos uma linguagem que promova a harmonia, construa pontes entre corações e perdure como uma canção suave na memória daqueles que nos ouvem."
Acredito que a verdadeira medida de uma vida não se encontra no que as mãos acumulam, mas no que o coração distribui. Minha jornada é guiada por uma promessa silenciosa: ser a voz dos que não podem falar e a proteção dos que ainda não podem se defender.
Para mim, proteger uma criança é garantir que o futuro tenha esperança. Cuidar de um animal é honrar a forma mais pura de amor e inocência que habita a Terra. Em cada olhar resgatado e em cada sorriso protegido, encontro o meu propósito.
Entendo que a morte não é o fim quando deixamos algo vivo nos outros. Por isso, vivo sob uma única verdade:
Herança é o que se deixa para os outros; legado é o que se deixa dentro deles.
Que, ao final do meu caminho, o meu rastro não seja feito de posses ou títulos, mas sim pelo silêncio de um animal que não sofre mais e pela alegria de uma criança que cresceu segura. Esse é o meu compromisso. Esse é o meu legado.
A longevidade de nossas vidas não é medida pela quantidade de pores do sol , mas pela energia que eles nos transmitem cada vez que os apreciamos.
Eu te amo, eu te amo mais do que você pode imaginar.
Não é medida que caiba em mapas, não é comparação que suporte balança, é uma intensidade que não sei como falar, estou demonstrando por não conseguir amar outra, é um amor que atravessa o invisível, que respira no silêncio e ainda assim ocupa todos os espaços do espaço.
Maior que a escuridão da noite, porque não se perde nela, mais vasto que as estrelas incontáveis, por que meu amor por você permanece, mas não é amor de superfície, e tô começando a achar que não é suficiente, sinto que é daqueles que afunda sem medo,que encara abismos e decide ficar, não é sentimento que treme com o vento, é raiz que rompe as montanhas se preciso for, é chão que aguenta tempestade, é ombro quando o mundo pesa.
Existe porque escolhe existir, porque o amor suporta tudo, suporta os dias difíceis, as falhas humanas, os silêncios mal interpretados, as distâncias que tentam ensinar ausência, e ainda sim ele não desiste na primeira sombra,
não se desfaz no primeiro erro, ele aprende, insiste, amadurece.
É firme sem ser prisão, é profundo sem ser peso,é entrega com intensidade, e se o universo inteiro resolvesse diminuir, ainda assim caberia inteiro aqui dentro, porque o que sinto não depende da imensidão do céu, mas da decisão de permanecer, isso é o que mora em mim não é discurso é a rotina que criei.
Lembrar de você quando algo acontece e meu primeiro impulso, pensar em você é o que me dá energia pra continuar, guardo os detalhes que você esqueceu, presto atenção no jeito que sua voz muda quando você está cansado, e fingi que está bem.
Não é grandioso, é específico, presto atenção no jeito em que seus olhos falam a verdade.
Eu não te amo como quem olha um céu estrelado e suspira, com quem deseja o que não se pode ter, eu te amo como quem aprende os seus silêncios e sabe qual deles é sono e qual deles é peso, eu te amo mesmo quando o barulho é alto demais, porque não é sobre ficar quando você está difícil, é sobre não usar suas falhas como argumento de saída, é sobre não transformar frustração em ameaça de abandono.
Não quero que meu amor faça cena, quero que ele seja o que constrói a segurança da sua noite fria, porque não precisa ser dramático para ser profundo, precisa ser firme o bastante para não ir embora quando a versão bonita acaba e sobra a real.
E se às vezes parece que não é suficiente, talvez seja porque ele não grita, talvez seja no silêncio que ele trabalha, trabalha para entender, trabalha para perdoar, trabalha para continuar escolhendo você, não no auge, mas no comum, pois no extraordinário foi descartado.Isso é o que mora em mim (VOCÊ)
Não é exagero, é permanência prática.
"Uma trilha de aprendizagem eficiente respeita o tempo do aluno e desafia na medida certa"
(PERRONE FILHO, 2023)
Lucius tinha uma gaiola e, dentro dela, criava uma espécie rara de coruja dourada. À medida em que nutria esse pássaro, a coruja ia crescendo e se robustecendo. Já se encontrava num bom tamanho. Porém, não tão suficiente quanto Lucius e a Natureza desejavam.
Esse pássaro, ficaria cada vez maior.
A gaiola era sua mente. E a coruja era a sabedoria.
✨🦉✨
Às 19h28 in 29.10.2023
O peso da palavra
Não está no som,
Mas no sentido que ecoa no coração.
Tudo é medida:
O que consola a uns,
Dilacera outros.
Pois a palavra não é o que se diz
É o que se sente.
A medida do Amor
O Amor não tem medida,
não tem rima, não tem cor
Amor é a própria vida,
que se imortaliza,
no perfume e no sabor.
Eterno e vitorioso
vence em qualquer dimensão,
flutua em qualquer tempo
multiplica-se na emoção.
Amor é sentimento
que brota como vapor
tem um toque de saudade,
a beleza de uma flor
Tem o brilho de uma estrela.
livre a todos encanta,
sempre a entoar
a cantiga infinita
vinda do universo Amar.
Até onde o ser humano vai…
Não na medida do que possui, nem na velocidade com que corre, mas na profundidade de suas escolhas — porque cada decisão, por menor que pareça, deixa marcas em sua vida e na sociedade inteira. Cada gesto ecoa; cada silêncio influencia. Cada olhar, cada omissão constrói ou corrói, muitas vezes sem que sequer percebamos.
Dentro de cada pessoa existe um universo silencioso: memórias que moldam reações, dores que ensinam resistência, silêncios que guardam verdades e sonhos que insistem em sobreviver. Nenhum comportamento nasce do nada. Nenhuma ação é isolada. E é nessa complexidade que repousa nossa responsabilidade — mesmo o mais discreto dos atos reverbera, tocando vidas que nunca conheceremos, influenciando caminhos que nunca veremos.
A história nos confronta com extremos que desafiam a compreensão. O Holocausto revela até onde a indiferença coletiva pode levar, transformando pessoas comuns em agentes da desumanização. Mas, ao mesmo tempo, trajetórias como a de Nelson Mandela mostram que dignidade, perdão e reconciliação podem florescer mesmo após as maiores feridas. Não há aqui juízo. Há alerta, há reflexão: cada escolha tem consequências.
A psicologia nos oferece lentes para compreender essas decisões. Viktor Frankl lembrava que, mesmo em meio à dor extrema, ainda existe a liberdade de escolher nossa própria atitude. Essa liberdade é silenciosa, íntima, quase imperceptível — mas suficiente para transformar vidas e, aos poucos, influenciar sociedades.
A psicanálise nos revela que dentro de cada pessoa há uma tensão constante: impulsos, desejos, medos, consciência. Sigmund Freud nos ensina que reconhecer essas forças não é fraqueza; é maturidade. Ignorá-las ou projetá-las no mundo gera sofrimento; integrá-las gera humanidade.
E a biologia nos lembra que não somos apenas decisões conscientes. Nossos neurônios, hormônios e circuitos cerebrais moldam emoções, empatia, medo e compaixão. Somos seres sociais desde a base, e nossa própria biologia nos conecta aos outros, mostrando que o cuidado pelo próximo é tanto instinto quanto escolha consciente.
O que nos torna humanos é justamente essa interseção entre corpo, mente e inconsciente: o corpo que sente, a mente que percebe, o inconsciente que lembra. Quando conseguimos perceber esses três aspectos, nossas escolhas de agir com empatia e responsabilidade deixam de ser apenas éticas — tornam-se inevitáveis, naturais, silenciosamente poderosas.
O ser humano se expande quando olha o outro com empatia.
Se retrai quando ignora o impacto de suas ações.
Avança quando enfrenta suas próprias sombras.
Transcende quando escolhe compreender em vez de endurecer.
Há grandeza em preservar a sensibilidade em meio à dureza do mundo.
Há força em escutar antes de reagir.
Há maturidade em admitir falhas sem perder a dignidade.
Refletir sobre até onde o ser humano vai é um chamado à lucidez, à empatia e à atenção plena. Cada decisão, cada gesto, cada silêncio constrói não apenas a vida de quem age, mas a sociedade que compartilhamos, invisível e tangível ao mesmo tempo.
E talvez seja nesse equilíbrio — entre consciência e instinto, sombra e luz, corpo e mente, individualidade e coletivo — que repousa o verdadeiro limite do ser humano.
Um limite silencioso, profundo e definitivo, que não muda nem se negocia: o ponto mais alto da humanidade não se mede pelo quanto domina, mas pelo quanto escolhe amar, compreender e respeitar. É nessa escolha constante que reside a grandeza que ninguém pode tirar, nem o tempo, nem o mundo, nem nós mesmos.
O Ontem: A Identidade Sob Medida.
No passado, a identidade feminina era um figurino desenhado por mãos alheias.
O conceito de família era, muitas vezes, uma estrutura de posse e não de afeto compartilhado.
A sabedoria daquela época era a da sobrevivência e da resiliência silenciosa.
O preconceito não era uma opinião, era a lei; a violência não era um crime, era um método de controle aceito pelo tecido social.
levem pra vida:
1. Seja bom, mas na medida certa;
2. Amor próprio nunca é demais;
3. Arrisque-se se for preciso;
4. Paciência modo on;
5 . Não dê brecha para o mal.
