Me Perdoa mas eu Tentei
As vezes eu acho,
Que todo preto como eu,
Só qué um terreno no mato,
Só seu,
Sem luxo, descalço, nadar num riacho,
Sem fome,
Pegando as fruta no cacho,
Ae truta, é o que eu acho,
Quero tambem,
Pai,
Sempre seguirei teus passos, porque eu te amo! Existem pessoas bem pertinho de nós que amamos de montão, mas nunca falamos o quanto as amamos. Também esquecemos de agradecer aos nossos pais por tudo que fizeram ou fazem por nós. E, principalmente, esquecemos de agradecer a Deus por todas as bênçãos que Ele nos concede e uma delas é você, pai. Por isso vim lhe dizer que agradeço a ti, meu querido pai, por tudo, tudo mesmo que você fez e faz por mim. E agradeço imensamente a Deus por escolher você para ser meu pai, porque, se eu tivesse que escolher alguém para ser meu pai, escolheria exatamente você!
Tipo, eu não estou bem, mas eu também não estou mal. É uma confusão dentro da minha mente, algo que nem eu mesma sei explicar. Tanta falsidade nesse mundo têm me deixado atrapalhada, têm me deixando louca. Nem eu sei o que eu estou sentindo, eu só sei que eu quero que as coisas melhorem, de verdade, na minha vida. Quero de volta aquele sorriso verdadeiro no meu rosto novamente, aquela alegria de viver, aquela vida que existia dentro de mim. Tento fingir que estou bem, mas chega uma hora que não dá mais. Eu tenho que mostrar o que sinto.
Me desculpe, mas eu não acredito no amor. Eu até queria acreditar, mas a vida vem me obrigando a fazer o contrário. Quando eu acreditei que seria sincero, acabei me deparando com o que costumo chamar de “decepção” ou “tapa na cara”. Sabe aquela escorregada que você precisa dar pra aprender a levantar? Então, é disso que estou falando. E tem sido assim. Não acredito no amor, não acredito nas pessoas, não acredito em mim. As pessoas não gostam de você pelo o que você é, elas gostam pelo o que você pode oferecer a elas. Costumam chamar de “desilusão” quando descobrem que o que queriam, você não pode dar e te descartam como objetos. Então, pergunto a mim mesma: o que move o mundo, o desejo de parecer ou o desejo de ter? Indago-me algumas vezes, percebo que sou incapaz de compreender. Ao menos sei que o que move o meu mundo é o desejo de ser, ser alguém que ama e acredita, confiante, que é amado. Mas, por enquanto, continua sendo apenas um desejo.
Eu sempre penso que o que precisamos é da luz do sol e de bom tempo e de ar azul como o remédio mais confiável.
Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança – um assassinato direto da criança inocente - assassinato pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros?
Eu posso até te ajudar, aliás, eu vou te ajudar! Eu quero te ajudar! Mas agora você tem que me ajudar a te ajudar.
Eu vejo-me como um ser humano sensível e inteligente, mas com um coração de palhaço que me obriga a estragar tudo nos momentos mais importantes.
- Mas eu gosto dos inconvenientes.
- Nós, não. Preferimos fazer as coisas confortavelmente.
- Mas eu não quero conforto. Quero Deus, quero a poesia, quero o perigo
autêntico, quero a liberdade, quero a bondade. Quero o pecado.
Eu fico completamente baratinada quando começam a me perguntar o que vai ser, o que vai acontecer com uma tal coisa. Sei lá, eu não sei onde é que eu vou estar amanhã. Eu sei o que eu to fazendo hoje, agora, o resto não interessa. Talvez o mal é que a gente pede amor o tempo todo. Não se preocupa nunca em dar amor, sem esperar reciprocidade.
Eu sempre acho que amanhã será o dia de mudar de vez, de me assumir por completo. Mas daí o amanhã chega e tenho uma imensa preguiça de sair da minha área de conforto, porque é bem provável que ninguém entenda. E dá medo encarar o que é definitivo. E porque é mais fácil reclamar da vida do que torná-la leve de sobreviver.
Se eu posso ficar triste e chorar sem motivo, eu também posso ficar feliz e rir sem motivo. Direitos iguais para sentimentos diferentes.
