Me Perdoa mas eu Tentei

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Tenho uma dor de concha extraviada.
Uma dor de pedaços que não voltam.
Eu sou muitas pessoas destroçadas.

Manoel de Barros
BARROS, M. O livro das ignorãças. Rio de Janeiro: Editora Record, 2000.

Um romance? Eu poderia escrever, desejando uma linda história de amor sobre nós dois, digna de um livro, ou conto de fadas: “Uma princesa que encontra o seu príncipe, decidem se amar, acabam com todas as barreiras e vivem felizes para sempre”. Mas onde estaria o Rei nesta história? Em que momento seria buscada a autorização, a confirmação e o interesse em saber a vontade Dele? Definitivamente, não nos encaixaríamos nesta história. Mas não adianta ficar forçando a mente para inventar histórias românticas clichês. A nossa está sendo escrita por Deus. Quando é Ele que escreve, é a vontade Dele que permanece, e assim estamos nós, buscando a vontade do Rei, que se quiser, pode unir o príncipe e a princesa. Mas, se não quiser, não unirá. Confiamos Nele, no nosso pai, que sabe o melhor para nós.

Eu preciso de você na minha vida,
Por favor, bebê, não vá mudar de lado,
Eu juro que aqui é onde você reside,
Por favor, não jogue seu amor fora

Eu não acho que você tenha qualquer noção da sua capacidade para o bem até que você tenha uma noção bem desenvolvida da sua capacidade para o mal.

Linda sua indireta pra mim, quer que eu compartilhe pra você saber que eu não tô nem aí?

Por favor me salve! Antes que eu esqueça o motivo pelo qual vivo...

⁠Eu acho que o coração é semelhante a estas cordas [de violão]. Quando a dor é muito forte e você não consegue respirar, isso machuca, como se as cordas dentro de seu peito estivessem prestes a se romper. É como quando você segue tocando e forçando as cordas [do violão] ao limite, e às vezes elas se rompem. Às vezes você sente que elas nunca poderão ser substituídas. Mas se houvesse alguém para substituir suas cordas por você… sinto que suas feridas poderiam curar um pouco.

"Infelizmente meu único e verdadeiro amor,continua sendo eu mesmo."

Eu sendo poeta
Me pediram para rimar,
Mas não sou bom em rimas
Mas sim em encantar.

Posso não saber rimar
Mas dou o meu melhor
E mostro o que eu quiser mostrar.

Nada é como queremos
Pediram-me para rimar
E eu disse venceremos
E vamos nos contentar.

Seu amor foi o câncer da minha vida.
Enquanto eu morria, você me entorpecia.
Com juras de amor e a promessa de felicidade um dia.
Nisso tudo me distraía, enquanto seu amor me destruía.
Iludido com uma paixão que na verdade me consumia.

Diferente do poeta que já dizia um dia.
Seu amor é como fogo que me queima em agonia.
Uma ferida que se abriu, e agora todos podem ver.
E vivo descontente em não consigo me conter.
Pois essa dor que sinto agora, não sei quando deixará de doer.

Maldito seja o dia que eu me apaixonei por você.
Noites perdidas em conflitos que já mais vou resolver.
São problemas que eu dia eu hei de esquecer.
Você estará no meu passado até o dia em que eu morrer.

⁠Eu não costumo apertar as mãos de alguém que não luta pelo seu país.

Talvez eu nunca saiba por que você fez o que fez, mas posso fazê-lo entender como fez eu me sentir.

Não custa tentar

Desculpa se eu te fiz chorar.
Sei que ninguém pede para se apaixonar.
Mas você me pegou no momento inesperado.
Quando não estava preparada para receber um “Estou Apaixonado”.
Agora que tudo começou a se encaixar.
Veio você de repente pra fazer tudo mudar.
Minha vida saiu completamente do lugar.
Não vou reclamar, o que você fez foi bom!
Mas, vamos com calma, tudo a seu tempo.
Não prometo nada, mas juro que tento!
Se não der certo lamento! Mas não liga...
Tudo na vida passa! Amores vêm e vão.
Mas o que importa é a nossa velha e bonita amizade.
Temos que cultivá-la, mas, o que quer que aconteça, ela sempre vai estar lá no fundo do coração.

Só o que eu quero é ser o suficiente para você, mas nunca consigo.

Hazel Grace
GREEN, J. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012

Nota: Frase do personagem do livro "A Culpa é das Estrelas" de John Green

...Mais

Eu queria ser invisível, para em teu quarto entrar e no silêncio da noite, teus lábios beijar.

E onde o amor for infinito, que eu encontre o meu lugar.
E que o silêncio da saudade, não me impeça de cantar.

Eu não sou o piloto. Não sou o passageiro. Não sou o pedestre. Eu sou o acidente, e eu sou grave.

Ah! Pequeno príncipe, assim eu comecei a compreender, pouco a pouco, os segredos da tua triste vidinha. Durante muito tempo não tiveste outra distração a não ser a doçura do pôr do sol.

Estupor

esse súbito não ter
esse estúpido querer
que me leva a duvidar
quando eu devia crer

esse sentir-se cair
quando não existe lugar
aonde se possa ir

esse pegar ou largar
essa poesia vulgar
que não me deixa mentir

Não é egoísmo, mas eu quero você unicamente, exclusivamente, absolutamente só pra mim!