Me Perdoa mas eu Tentei

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Eu chorei por alguém que não morreu.
E isso parece loucura para quem nunca sentiu.

Mas quem viveu sabe:
existem partidas silenciosas
que deixam marcas mais profundas
do que muitos adeuses definitivos.

Porque a esperança demora para morrer.
E enquanto ela respira,
o coração continua esperando
o que já não vai voltar.

Eu precisei fingir que estava tudo bem,
enquanto uma parte minha
morria em silêncio.

Porque ninguém percebe
o tamanho da dor
de perder alguém aos poucos.

Primeiro acabam as conversas.
Depois os cuidados.
Depois a presença.
E quando você percebe,
só restou a lembrança
do que um dia foi amor.

Bah…
tu virou saudade antes mesmo de virar passado.

E eu sigo aqui,
tentando ser forte igual gaúcho aprende a ser,
mas tem ausência tua
que nem o vento minuano consegue esfriar.

O coração até tenta seguir estrada,
mas toda vez que lembro do teu jeito,
é como se a alma parasse na cancela
esperando alguém que não vai mais voltar.

Eu aprendi cedo a ser forte,
dessas prendas que seguram o mundo no peito
e não desmontam na frente de ninguém.

Mas tu foi diferente.

Tu me deixou vivendo um luto silencioso,
desses que ninguém percebe,
porque não tem enterro,
não tem despedida,
só um vazio quieto tomando conta dos dias.

E mesmo tentando seguir,
tem partes minhas que ainda esperam teu retorno
como quem espera chuva boa depois da seca.

O luto de um amor vivo me mudou.

Antes eu achava que amar alguém
era permanecer custe o que custar.
Hoje eu sei:
amor bonito também é saber soltar
o que já não floresce.

Tem ausência que dói,
mas também acorda a gente pra vida.

E foi depois da tua partida
que eu aprendi a me escolher,
a cuidar do meu coração
e a nunca mais aceitar migalha
onde eu oferecia o mundo inteiro.

“Desculpa meu bem, mas eu nunca foi boa em sorrisos forçados, sou melhor nas gargalhadas.”

—By Coelhinha

“ Eu não sou fácil de conviver. Eu deveria ter avisado ne? Não tenho costume de me calar. Na verdade tenho a boca enorme (exceto o coração) que por sinal é maior ainda. Falo o que devo e até o que não devo também . Sou chata, encho o saco, Odeio cobranças não cobro de ninguém e se quero ou quando quero faço, não fique na minha cabeça achando que por ficar como um tica tac de um relógio vou correndo atender a Vossa Excelência [...] e desaforo? Sempre devolvo e se não consigo por respeito? Deixo ela na esquina, mais não levo pra casa. Meus defeitos são mais que vrtudes.... (virtudes tenho poucos mais o suficiente pra me fazer ser querida, respeitada e amada),já os defeitos? Vai anotando pra que não se te escape nenhum. O maior deles é meu mau humor. Ele não tem hora. Posso estar um doce agora como apimentada em questão de segundos. Sou perceptiva, possessiva, vingativa, persuasiva, ciumenta, perfeccionista, mimada, implicante e irritante… muito irritante. Paciência?!...ai tadinha de mim ganhei em dose miníma como um frasco de perfume francês… Ah! ia esquecendo de mencionar que sou espaçosa e turrona. Se eu disser que sim, é sim. Se eu disser que não, preste atenção. Não responsabilizo por meu atos. Você vai se surpreender com cada atitude impulsiva."

—By Coelhinha

"Leva-me Senhor à Teu evangelho no Seu tempo e destempo onde eu possa ouvir, ver andar, falar e tocar sobre o Reino da Tua vontade, até que o céu se manifeste em mim. Que os Teus sentidos no dom da Tua Palavra funcione através de mim e primeiramente sobre mim. Se sou transformada fluirá transformação aos que me rodeiam."

—By Coelhinha

"Sabe quem acordou com a corda toda hoje???
Isso mesmo o varal da minha sacada, eu acordei com uma vontade enrolada de voltar pra cama."

—By Coelhinha

"Ainda que eu não mereça. Sua graça me alcança."

─By Coelhinha

"Hoje sinto uma necessidade de ficar só e não é que eu não goste de companhias agradáveis. O fato é que às vezes tenho uma carência infinita de solidificar meu 'EU'."

—By Coelhinha

Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.
(João 14:6)
"Se você colocar Deus primeiramente em tudo na sua vida. Não tem como percorrer caminho errado."

─By Coelhinha

Não chores, eu tenho a lua e te mostro, não chores.

Em minha defesa, eu nunca escondi o que sou nem o que desejo.
Há em mim uma mulher inteira, mas também uma menina que ainda acredita no cuidado, no gesto que acolhe, no olhar que sustenta. E é por ela que eu escolho.


Não quero ser a mulher de um menino que ainda ensaia responsabilidades, que se perde nas próprias indecisões e chama isso de liberdade. Não quero ser abrigo provisório de imaturidades, nem colo para quem ainda não aprendeu a permanecer.


Eu quero ser leve… mas leve de verdade.
Leve porque posso descansar, porque não preciso endurecer para dar conta de dois, porque não preciso ensinar o básico a quem já deveria saber amar com presença.


Quero ser a menina de um homem.
De um homem que entende que cuidado não diminui, que presença não sufoca, que escolha não se adia. Um homem que não se assusta com a profundidade, mas mergulha. Que não foge quando percebe que é real.


Porque em mim, tudo é real.
O sentir, o ficar, o construir.


E se isso assusta quem ainda é raso, então que assuste.
Eu não fui feita para caber no medo de ninguém.


Em minha defesa, eu só estou sendo fiel ao que em mim nunca foi ausência
essa vontade bonita de ser bem escolhida… e, finalmente, poder ser leve sem precisar deixar de ser inteira.

Eu já quis tantas coisas
que hoje não fazem mais sentido.
Perdi o interesse…
e é estranho perceber
que algo que um dia foi tão intenso
agora não me alcança nem de longe.
Nem parece que eu quis tanto assim.
Talvez o querer também tenha seu tempo.
Talvez ele nasça, cresça…
e, silenciosamente, vá embora.
Por isso, o querer que hoje me atravessa com força
o que me desperta, inquieta e chama
que se faça presente.
Que permaneça vivo.
Que continue se fazendo desejar.
E que me deseje tanto
quanto eu o desejo.
Antes que, logo ali na frente,
eu também me torne ausência.
Antes que o encanto se dissolva pelo cansaço
e o gosto de querer se perca.
Porque eu sei…
eu posso, de novo, me distrair com o mundo
e deixar passar.
Então hoje,
se faça presença.
Se faça sentido.
Se faça interessante.

Eu estou triste.
tão triste que já nem sei mais onde começa ou termina.
é um cansaço que não passa com descanso,
é um peso que não se explica
só se sente.
eu estou tão triste
que até existir parece esforço demais.
e o mais difícil de admitir
é que não é sobre querer ir embora…
é sobre não aguentar mais ficar assim.
eu estou cansada de estar triste.
cansada de tentar e não sair do lugar,
cansada de sustentar algo dentro de mim
que já não se sustenta sozinho.
tem dias que a vontade não é viver,
é só desaparecer um pouco…
silenciar tudo isso que não cala.

Eu disse que estou caindo.
e não é uma queda rápida
é lenta, contínua…
dessas que parecem não ter fundo.
eu estou em uma fase
que não suporta mais nada.
cada dor chega como se fosse única,
infinita, profunda, árdua…
como se eu não fosse atravessar.
e mesmo fazendo parte de um todo,
cada uma delas, sozinha,
já é um abismo.
neste momento
eu estou exausta.
cansada. triste. melancólica.
eu calo… e calo…
e ainda assim choro.
grito por dentro.
e não consigo desligar.
a vida me chama pra continuar,
me pede presença, responsabilidade, cuidado…
mas por dentro
tudo em mim só queria parar.
eu preciso ser forte para os outros,
mesmo quando ninguém é por mim.
então eu guardo a minha dor no bolso
e sigo… como dá.
tem tanta coisa que eu queria dizer,
retrucar, gritar, responder…
mas eu me calo.
e perdoo, em silêncio,
a insensatez de quem não sabe o que diz.
porque não sabem o que eu sinto.
não sabem como eu sinto.
e talvez seja melhor que não saibam.
porque desejar que saibam
seria desejar que sentissem o mesmo.
e eu não desejo isso a ninguém.
então não…
eu não espero que me entendam.
mas eu estou cansada.
cansada de uma dor
que não parece ter fim.
e quando tudo em mim acredita
que isso nunca vai passar…
o pensamento que vem
não é sobre viver
é sobre querer que isso acabe.

Eu não sei sentir sem sentir muito.
Não sei querer se não for por inteiro.
Não sei ser, se for para ser pela metade.


Carrego intensidade até no silêncio, verdade até no que calo, entrega até no que temo.


Por isso me pergunto: por que me invades?
Se sabes que, quando entras, nada em mim permanece raso.
Tudo transborda. Tudo ganha nome. Tudo pede permanência.


Porque em mim, o pouco nunca soube morar.

Casar e ter filhos foram as duas melhores coisas que eu não fiz na vida.

Eu sei o que você quer…
consigo sentir no jeito que me olha, nas entrelinhas, no silêncio que tenta esconder o que arde.

Mas quero te ouvir me pedindo.
Quero ver teu desejo perdendo o controle devagar, tomando coragem, deixando de ser pensamento para virar vontade dita, assumida.

Porque existe algo absurdamente provocante em alguém que tenta resistir… até não conseguir mais.
E, sinceramente?
A forma como você me pedir talvez me acenda ainda mais do que o próprio desejo.