Me Perdoa mas eu Tentei
Sentir teu beijo
Teu abraço
Tua mão por baixo
Do meu cabelo
É o que eu chamo
Da melhor sensação
Que alguém poderia
Sentir na vida
A delícia
Seria eu está em você
E você em mim
Os dois agarrados
Desenvolvendo
O que chamamos de amor
E involuntariamente
Deixar
Os desejos das almas
Cuidar das ações
Que os nossos corpos
Preferirem no ato
Talvez eu encontre-me
Daqui um tempo
Em meus próprios
Sentimentos perdidos
Talvez eu me conhecereis
Nas lacunas dos devaneios
E buscarei
A conectividade
Dos pensamentos e desejos
Almejarei
O ser de dentro do peito
Porquê a busca
Por se reconectar
Será a ânsia da minha alma
Se eu pensar em mim perder
No intrínseco da minha alma
Consequentemente acharei
O que eu procuro
Conhecer
O meu ser
Os meus limites
As minhas loucuras
Os meus devaneios
A minha forma de lidar
Com a vida
Com as pessoas
E o mundo
Acharei consequentemente
Liberdade
Autenticidade
E o mais puro amor
Em busca da verdadeira
Felicidade
"A obra perfeita
Seria eu e você
Na beira da praia
Do anoitecer ao amanhecer
Do friozinho ao calor dos corpos
Junto ao pôr do sol"
"Quando pensares em desistir
Lembre-se que eu estou aqui
Basta somente você pedir
Irei te buscar a hora que for
Porquê o teu rumo é junto a mim".
Espero que os dias passem rápido
E eu te tenhas do meu lado
Com teu rosto bem grudadinho
E o teu corpo envolvido no meu
Eu proponho-me
Estar mais feliz comigo mesma
E buscar a me amar mais
Porquê só assim a verdadeira felicidade
Mim encontrará
Queima a contradição
Em meu ser
Uma hora eu quero
Outra hora não quero
Pensamentos confusos
Que se perdem no meio do medo
De querer te sentir
De ti ter grudadinho em mim
E me deleitar nos teus beijos
Enfim não quero me apaixonar por você
Enfim serei eu só
E você só
Dois conhecidos
Que queriam ser um só em desejos
Mas a vida disse que não
Dentro de mim
Busco palavras
Pra representar
O sentimento que
Eu sinto quando te vejo
Será já a paixão
Apenas a admiração
Ou será os dois
Querendo andar
Lado a lado
Descrever isso parece simples
Mas não é
São sensações que acometem
O profundo da alma
E deixam as palavras sem querer existir
Simplesmente por que é melhor sentir
O querer que vem de dentro de mim
"Gente que Ilumina"
Eu gosto de gente bonita —
não da que o espelho aprisiona,
mas da que brilha por dentro
e incendeia o que é bom.
Gente que pensa que faz e faz acontecer
Humilde no andar,
grande no olhar.
Gente que transborda
sem precisar transbordar.
Gente que catalisa sorrisos,
que abraça o vento com leveza.
Ah, se toda gente fosse como essa gente, quão bom seria .
"Brasil ainda tem jeito", bem, se você acredita nisso, então você é mais tolo(a) do que eu, claramente você vive uma utopia cercada de tijolos, arames farpados e câmeras de segurança, isso não é liberdade, isso não é viver. Somos prisioneiros e reféns do "crime organizado", mais organizado que os próprios que deveriam nos proteger. Talvez não estamos vivendo o fim dos tempos, mas o ensaio deles. Ora, se esse cenário é apenas um ensaio, acredito que Não estamos prontos para o verdadeiro caos. O que vemos hoje é a falência de um sistema que, há muito, perdeu o controle sobre si mesmo, um Estado enfraquecido, refém do medo, da corrupção e da própria omissão. O “crime organizado” se fortalece não apenas com armas, mas com a falta de esperança de um povo cansado, desacreditado e silenciado.
Vivemos em uma nação onde a justiça parece cega demais para enxergar o sofrimento e surda demais para ouvir o clamor de quem ainda sonha com dias melhores. A cada sirene, a cada manchete, a cada corpo caído, morre um pouco da nossa fé no amanhã.
E ainda assim, entre ruínas e desilusões, há quem insista em acreditar. Talvez o “jeito” do Brasil não esteja nos poderosos, mas nas pessoas simples, as que ainda ajudam o vizinho, que ainda ensinam, que ainda resistem. Porque se existe algum fio de esperança, ele nasce de quem, mesmo ferido, não desiste de tentar reconstruir.
Teu querer deu-me asas, enquanto eu era apenas metamorfose.
Fez-me desejar teu rosto, antes de sentir o reflexo dos teus olhos nos meus.
E desejar teus lábios, antes de sentir teu sabor
Fez-me querer tuas mãos a buscar meu corpo, desvendando-lhe os mistérios
e desejar teu descompasso, antes mesmo de provocá-lo
E quando escrevo, não sou eu a escrever, mas uma parte do meu ser que até eu mesma desconheço.
Enquanto a tinta se derrama, é outra parte de mim que se inflama, buscando, talvez, o meu próprio endereço.
Quanto vale para um coração pode ser chamar alguém de pai? Eu não sei. Pensar em poder, a essa altura do campeonato, chamar alguém de pai, soa tão estranho quanto rir no funeral de alguém, estranho como rir quando o coração está triste.
