Me Perdoa mas eu Tentei
"Eu não me importo se você é Branco, Negro, Hétero, Bissexual, Gay, Alto, Gordo, Magro, Pobre, Rico, Ateu, Espírita, Budista, Evangélico...
O que importa são suas ATITUDES perante a VIDA e o RESPEITO com que você trata as PESSOAS...
SIMPLES ASSIM!"
Autor Desconhecido
O que realmente importa para uma pessoa ser considerada HONESTA, ÉTICA, AGRADÁVEL, SIMPÁTICA, SOLIDÁRIA, HUMILDE, SOCIÁVEL e HUMANA é o seu INTERIOR!
Na indústria, as EMBALAGENS são meticulosamente criadas, preparadas, organizadas para ENCANTAR O CONSUMIDOR, no entanto, NEM SEMPRE o conteúdo é de nosso agrado!
Olhemos à volta, quantas PESSOAS BOAS que conhecemos estão inseridas nestes grupos citados? Em contrapartida, quantas PESSOAS CONSIDERADAS socialmente ou politicamente corretas SÓ TÊM EMBALAGEM?
Lembremo-nos que NINGUÉM usufruirá dos ACERTOS ou responderá pelos ERROS ALHEIOS, “A CADA UM CONFORME SUAS OBRAS!”.
Fujamos da estigmatização, o diferente é somente diferente e o desconhecido o é até que o conheçamos, observemos as crianças que AINDA não foram contaminadas pelos seus educadores, brincam elas sem se preocuparem com as origens, cores, preferências ou perfeição física de seus amiguinhos...
Para vivermos EM SOCIEDADE, as coisas mais importantes que precisamos APRENDER e PRATICAR são RESPEITO e TOLERÂNCIA, TOLERÂNCIA e RESPEITO!
Ao conhecer os pais eu passo a amar mais os alunos.
Até que eles (-os alunos) não eram tão difíceis.
Você e eu vivemos porque respiramos. Nosso
corpo assim o requer. Do mesmo modo, nosso corpo
espiritual foi feito para ser sustentado e alimentado
pela oração.
Não há nada nas regras que diga que eu tenho que me sujeitar a esse tipo de tortura psicológica. Você pode bater na minha cara, mas não pode bater na minha mente.
Eu não estou triste.
Só estou fazendo silêncios.
Só estou me recolhendo.
Só estou amanhecendo, por dentro.
O que eu quis da vida, amor, filho, casa, cachorro, vizinhos cordias, amigos sinceros, sucesso no trabalho.
Às vezes eu acho que eu pedi muito, outras vezes acho que apenas pedi da vida o que todo mundo quer. A vida me atendeu e mesmo assim, ai meu Deus, o que está faltando para eu ser feliz?
O que está faltando é ser diferente do que eu sou, é não ter tanto medo. Pareço muito corajosa, todos me acham uma mulher forte, uma mulher que sabe o que quer. Não é nada disso, vivo apovorada, acho que o problema é que eu me defendo, deve ser isso que atrapalha, me defendo do amor que as pessoas me dão, que meu filho me dá, meus pais, meus amigos, eu sempre me defendi até mesmo do André, que só me dava amor.
Amor, não sei, ainda não tenho certeza absoluta, mas eu acho que estou começando a me apaixonar outra vez, como eu queria amar sem me apaixonar, sem sofrer por amor, mas eu não consigo, eu nunca consegui amar com calma, sou passional em tudo que sinto, em tudo que faço.
Eu embarquei nessa canoa furada e acabei me tornando o que queriam que eu fosse: uma mulher mal-amada.
Ela chegou assim.
Sorrateira e provocante.
E quando eu dei por mim.
Eu já não era como antes.
Meu ser ficou diferente.
Minha alma incomodada.
Então ela me olhou.
Meu coração quase parou.
Senti aquele momento.
E percebi que o tempo.
Trouxe meu primeiro amor.
Eu não necessito de um motivo especial para ser feliz. Felicidades são pedacinhos de ternuras que colho aqui e ali e brincam em meu coração. Nele residem rosas.
— Eu vivi por você — disse ele — e vivi por Will, e então vivi por Tessa e por mim, porque eu queria estar com ela. Mas eu posso... não posso viver para outras pessoas para sempre. Ninguém pode dizer que a morte encontrou em mim um camarada disposto, ou que eu fui facilmente. Se você diz que precisa de mim, ficarei o tempo que eu puder. Vou viver para vocês, lutando contra a morte, me desgastando até ficar os ossos e fragmentos. Mas não seria a minha escolha.
Eu chorei. Chorei porque dói e já não sei segurar o choro. Chorei por todas as lembranças que surgem e me machucam como se fosse a primeira vez. Chorei por saber que aquela velha dor não diminuiu o que sinto. Chorei por ser fraca diante dessa situação. Chorei por lembrar dos pesadelos que se instalam nas madrugadas. Chorei por tentar se livrar dessa ferida com a força do meu próprio braço e falhar. Sentia minha alma pesada, as lágrimas que escorriam por meu rosto mostravam minha fraqueza. Os restos do meu coração estavam pelo chão e Deus os catou com cuidado. O mundo não podia ouvir os gritos da minha alma, mas o céu podia.
"Eu não sorrio o tempo todo, eu não sou feliz o tempo todo, não sou 100% realizada e nem bem resolvida... EU SOU HUMANA e vivo em constante processo de construção. Tenho problemas que me fazem chorar, tenho dores que me fazem recuar em um cantinho só meu, enfrento tempestades que me deixam desfalecida, mas em meio a tudo isso, eu tenho uma fortaleza: DEUS! E mesmo sendo pequena, tendo um coração sensível, às vezes engolindo as palavras e derramando-as pelos olhos, Deus me concedeu muita força para orar e expor todos os meus sentimentos para o único que sabe de todas as coisas. E ali, em momento de oração, de pequenina, Deus me faz guerreira. E enche meu coração de alegria e paz."
O verdadeiro amor não evapora quando as coisas ficam difíceis. Eu vou recuperar sua confiança. Eu faria o que fosse preciso. Nada é mais importante que isso.
Ás vezes o vento toca meu rosto,
balança meus cabelos,
eu viajo pra um lugar,
que só a minha alma
sabe onde é.
Porque eu sou como você. Porque estou tão só e amo tão pouco a vida, as pessoas e a mim mesma quanto você; e, com você, não posso levar nada disto a sério. Sempre houve pessoas assim, que exigem da vida o que ela tem de mais alto e não podem conformar-se com sua estupidez e crueldade.
Dizem que se você ama alguém, você deve deixá-lo ir,” ele começou.
“Eu sei que é clichê,” ela exclamou, “mas isso sempre soou meio verdadeiro para mim.”
“Eu sei”, ele respondeu: “mas eu discordo. Acho que se você ama alguém, você deve fazer tudo para não deixá-lo ir. Eu não vou deixar você ir.
Eu só quero alguém que me leia como um bom livro e desfrute de cada capitulo na ânsia desesperada de conhecer o final dessa história.
