Me faço
Eles não sabem o quê eu sei ,não sabem o quê eu vivo . Eu faço o quê eu quero ! e o que eu acho digno .
O que os haters falam se eu ainda tou cá
Faço a minha cena eu tou cá pa ficar
Não acreditavam tenho a tuga a gritar
Fecharam-me as portas e eu tive que abrir
Vêm-me com fama querem-me iludir
Seguem cada passo para me ver cair
Na Mão de Deus -
Na Mão de Deus, na sua Mão Divina,
faço repousar a minha solidão,
e assim, as horas do meu pobre coração,
batem numa dor mais pequenina ...
E ai de ti, pobre mortal perdido
numa ignorância infantil,
ao dizeres por aí, com voz hostil,
que Deus é coisa vã e sem sentido!
Em Deus os sofrimentos que não saram
são correntes que desaparecem
na solidão dos rios que nunca param ...
Tudo o resto é apenas ousadia
entre tantos conceitos que se tecem
(num mundo triste) tão iguais em cada dia!
– Você sempre foi corajoso?
– Não sou corajoso.
– Você salva pessoas.
– Às vezes. Às vezes faço outras coisas.
Eu sou o que sou, faço o que eu faço, muda o meu trajeto, sanho do caminho, faço o que for para chegar no destino, mas jamais pizarei em ninguém que minha frente!
Não e preciso abrir uma estrada, apenas traçar uma trilha entre a mata, aproveitando a sombra e a camuflagem para seguir em segurança dos olhos furtivos que te caça
Me chama pra correr mesmo quando estou cansado, faço birra comigo mesmo por não ter força de vontade e quando me sinto capaz adormeço em meu próprio leito, pareço estar exausto sem nem se quer ter levantado os pés do chão, entristecido não preciso de causas nobres pra desabar e quando tudo parece estar terminado dou risada sem motivos e ai começo do 0, sou um pontinho minúsculos perante a imensidão do universo, outras sou universo me apertando pra caber dentro do peito, trago sangues nas mãos de crimes que não cometi, dentre os escombros legitimo rebelde sem causa, nos murais da alma reside os cartazes do desaparecimento, a luz pode estragada mas ainda funciono com gambiarras, procuro entre achados e perdidos o meu próprio eu a soma das equações o resultado das divisões, o que fui o que sou e para onde vou, não me pergunte se estou bem e sim como eu sobrevivi, se não sobrar ninguém para contar a historia lendas morreram, sempre haverá resquícios e muita águaD com açúcar hidratando o sistema nervoso, tijolos empilhados e empoeirado nas estantes da memoria, aguardando a engenhosidade da experiência para construir vivencias, racional até a inteligência artificial, maquinas só deixaram de ser sucatas quando aprenderem a se concertar, não somos nada reciclável ao pó retornaremos, dentro da caixa o coração batendo, tanto o quanto que físico emocional ou espiritual, somos o espelho do mundo, toda cura e manutenção acontece de dentro para fora, ponto de vista é o teu poder mais aguçado, industrializados somos materiais humanos comercializados no mercado negro clandestino, onde as dores são vendidas e tudo que é bom é lado B, financiam tragédias para capitalizar a cura, calma talvez eu seja mais um melodramático nem tudo esta perdido se as flores nascem em meio ao lixo, algo de bom esta por vir, tem futebol e carnaval, vamos lá crianças mimadas engolem o choro, se esta ruim pode piorar ainda mais e agradecer também não é absurdo.
Nessas circunstâncias
ouso dar-lhe indiferença.
Corto a latência,
acolho a desistência.
Faço descontinuar
o perdão inexprimível.
Frases travadas na garganta
trajando disfarces.
E eu fingindo não me importar.
São muito poucas as coisas que eu faço sem lógica, tento fazer tudo certinho e tal, mas contigo nao sei!...Contigo é diferente, sentia que nao tinha resposta, o que me fazias sentir era superior ao certo ou ao errado.
Sinto que ês o meu ponto franco!
O que faço é problema meu. E o que é problema meu resolvo eu. E eu resolvi fazer o que tenho vontade. E a minha vontade? Ser cada vez mais...EU.
Flávia Abib
Eu te faço um pedido: fica aqui comigo? Por mais cinco minutos ou talvez a vida inteira, não importa, porque cada segundo ao seu lado já vale a pena. Você é meu porto seguro, meu farol na tempestade e também o arco-íris que enfeita o céu quando ela passa. Você é a realização do desejo que eu fazia quando pedia a Deus alguém para compartilhar a vida comigo. Você é mais do que um presente, é minha alma gêmea e minha razão de viver.
Sertão sossegado.
Aqui tenho meu roçado
onde faço a plantação
do suor vem o trocado
pra nossa sustentação
tenho a família do lado
que por Deus abençoado
sou feliz no meu sertão.
A coisa mais sagrada que faço é cuidar e prover os meus funcionários. Dou dinheiro a eles, dou comida a eles. Não diretamente, mas, através do dinheiro, eu curo eles.
(Michael Scott)
Às vezes me faço ausente
Para descobrir se me desejam presente
Quem sente saudade
Age com lealdade
Não que eu queira atenção
Pois tem horas que até prefiro a solidão
Meu pé costumo fazer raro
Para não vir a ser tachado
Não me julgue assim
Preciso de um momento só pra mim
Sentindo quem sabe o cheiro de jasmim
Quero estar bem atento
Sem um só lamento
Ouvindo apenas o meu pensamento
E por uma fração de segundo, eu pude senti-lo ao meu lado
Eu faço disso um fardo
Uma experiência e
Mesmo sendo árduo
Eu faço disso minha resiliência
faço poesia
de rebeldia
faço rebeldia
de poesia
me salvou de várias fita
depressão
repressão
compressão
rebelião, saca?
escorrega pelos meus dedos escrevidentes
processa na minha mentelente
minha boca gritante contra a corrente
faz revolução!
Eu faço-me, refaço-me, perco-me, encontro-me, luto, desisto, vejo, olho, sinto, sonho, esqueço, lembro, lembro...e é nesse turbilhão de sentimentos que encontro forças para te amar.
Flávia Abib
