Me Desculpe Nao Quiz te Magoar
Complacência não é bom, ele é mau; Complacência significa, aquele que cumpre cegamente ou inconscientemente as regras e padrões; então, o melhor direito de cumprir dele; é, Consciência e obediência são atitudes éticas e bem escutadas.
Não estou longe de ser capaz, mas eu estou longe de ser perfeito, mas sou diferente delas, também eu estou longe de ser um obstáculo, o erro é uma ferramenta.
Não há nada bom nem mau, mas os lados o desenham assim.
O bem e mau são umas qualidades intocáveis, nem umas imparáveis.
O bem é uma qualidade clara e nova.
O mal é uma qualidade escura e velha.
Logo, o bem e mal merecem uns significados das meras qualidades.
Não seja superior que outros, nem seja inferior que outros; Tudo leva à soberba, pode não curar o sofrimento e fica decepcionado; Seja semelhante aos outros, também seja a média dos outros; Tudo leva à humildade, pode curar o sofrimento e fica feliz.
Problema não é má ideia, problema é não garantir as lições, e não superar os limites; Já o erro não é problema, nem má ideia, o erro é desviar da atenção, e não insistir nos atos.
Do nada, nada surge. Não começou com você; os maiores geram e conectam a você, os menores conhecem a você.
Não sabe se algo quer? Tenha necessidade, busque e confira as coisas, não importa levantar ou ressaltar o conhecimento, respeito e atenção das coisas; não é questão de sentir desinteressado.
Não ficou satisfeito por passar e superar nos desafios, não desista! Se não conseguir, lute mais para vencer, multiplicar e transformar!
Se alguém não gosta de ouvir ruídos na comunicação, some/largue/elimine eles e levante o silêncio/discrição/sinceridade.
Precisamente, ao nos convencermos de que a mulher amada não é como acreditávamos, mas só uma imagem generosa que havíamos feito, produz-se em nós a catástrofe da desilusão.
Não existe falta de tempo, existe falta de prioridade; apesar das combinações, respeite-o e convença-o.
Hoje eu entendi uma coisa que não veio de livro, nem de frase pronta. Veio do silêncio.
Percebi que o que sustenta o ser humano não é o amor romântico, nem as pessoas ao redor, nem os prazeres rápidos que distraem a dor. Não são os dias ensolarados que animam, nem os dias frios que recolhem. Tudo isso passa. Tudo isso oscila. O que nos sustenta é a fé. E a esperança. É uma fé quase invisível, dessas que não fazem barulho, mas permanecem. É a esperança que fica ali, quieta, em segundo plano, mesmo quando tudo parece estar desmoronando por dentro. Porque, se a gente parar pra pensar, como continuar quando não se acredita que algo maior está organizando o caos? Como seguir se não houver, ainda que mínima, a certeza de que dias melhores podem existir? A fé não é grito. É sussurro. A esperança não é euforia. É resistência. Elas seguram nossa mão nos dias em que ninguém mais consegue. Elas nos lembram que o processo não é o fim, que a dor não é sentença, que o hoje não define o para sempre. Há uma força chame como quiser que nos atravessa e nos mantém de pé quando a lógica já teria mandado desistir. Sem fé, a vida vira peso. Sem esperança, o caminho vira escuridão. Mas quando ainda acreditamos, mesmo cansados, mesmo feridos, algo dentro da gente continua aceso. E é essa pequena chama que nos torna fortes. Não invencíveis fortes. Capazes de suportar o tempo, o silêncio, as perdas e as reconstruções. No fim, talvez não carreguemos nada além disso: a esperança tranquila de que dias melhores chegam e a fé serena de que estamos sendo guiados até eles.
Às vezes, a vida não é trilha de um só,
no nó da família, o laço vira nó.
Por mais que o rosto tente o brilho sustentar,
há um peso invisível que faz tudo desabar.
Os problemas não guardam RG ou lugar,
a raiva e a dor insistem em contagiar.
Tento ser ilha, viver o meu norte,
mas o sangue é o rio que corre mais forte.
Psíquico e espírito em fios emaranhados,
meus passos, por eles, parecem travados.
Quero a partida, a estrada, o além,
mas a culpa me puxa e me prende também.
Como seguir, sem ao peso me entregar,
se deixá-los para trás parece me abandonar?
Ass Roseli Ribeiro
