Me Desculpe Nao Quiz te Magoar
No Brasil, as pequenas mentiras são toleradas quando não são ditas diante de autoridades. No entanto, as inverdades não podem existir na presença de uma autoridade para que as injustiças não prevaleçam.
A música e as artes em geral podem ser utilizadas para declarar sentimentos que não conseguem ser expressados pelas palavras.
Quem valoriza o trabalho não remunerado também irá valorizar o trabalho remunerado por mais simples que seja.
Quem valoriza o trabalho voluntário, ou seja, o trabalho não remunerado é um profissional altruísta. Logo, também irá valorizar o seu trabalho remunerado, por mais simples que seja.
Ande constantemente como as tartarugas. Você não precisa ser tão veloz quantos as lebres. Se tiver constância, até o improvável poderá acontecer.
Para ser feliz com alguém do mesmo sexo ou do sexo oposto, você não precisa amar a pessoa. Se você gostar verdadeiramente, é suficiente para ter um vida de felicidade plena ao lado dessa pessoa.
Os adultos não são inocentes. Mas alguns adultos podem ser ingênuos, pondendo confiar cegamente em aliciadores e caindo em presepatadas. Logo, não devemos ser paranoicos, mas devemos ter atenção e mais cuidado.
Não tenha vergonha de ser você mesmo. Repita suas roupas e calçados quantas vezes quiser. É sempre elegante ter calçados e bolsas pretas. Aprenda a ostentar seu intelecto. Não se apegue tanto a coisas. Ame seus animais de estimação. Seja sempre uma pessoa afetuosa e empática.
Você não tinha o que eu não tenho. Será que temos uma ligação covalente? Meu silêncio falou mais que mil palavras. Seu olhar e sua verdade me cativaram.
As pessoas, mesmo tendo afinidades, não são iguais. Cada pessoa é única e cada um tem o seu próprio ritmo. Você não precisa ser tão veloz quanto as lebres, mas pode ter a constância e a determinação das tartarugas.
De acordo com o filósofo Heráclito:
"Quem não sabe escutar não sabe falar". Por isso, aprender a ouvir e ser plateia é algo primordial nas relações pessoais e profissionais.
Na sua vida profissional, você na maioria das vezes não irá escolher com quem irá trabalhar. Por isso precisa manter o equilíbrio. Mas nas relações pessoais afetivas, se puder escolher, escolha um parceiro ou parceira que te traga calma. Ou seja, se vive com alguém que te estressa, pule fora imediatamente.
A amizade verdadeira não é aquela que vive sempre na sua casa ou que se compra com algo de valor, mas é aquela que se cativa no olhar e mora dentro do seu coração.
Tente mesmo que não obtenha êxito. Existem várias formas de tentar e de dizer algo, mesmo que seja nas entrelinhas.
O ÓDIO SOB A ÓTICA ESPÍRITA E SEUS EFEITOS PSICOLÓGICOS.
O ódio, à luz da doutrina, não é apenas um sentimento moralmente reprovável. É um estado vibratório de profunda desarmonia que compromete o equilíbrio do Espírito e repercute diretamente sobre o corpo físico por intermédio do perispírito.
Em "O Livro dos Espíritos", questão 886, lê-se que o verdadeiro sentido da caridade é benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias e perdão das ofensas. O ódio, portanto, é a negação prática dessa tríade moral. Ele fixa a consciência no passado, cristaliza a dor e impede o avanço espiritual. Não se trata apenas de falha ética, mas de estagnação evolutiva.
Dimensão Espiritual do Ódio
Segundo a perspectiva espírita, o Espírito é um ser em progresso contínuo. Emoções densas como o ódio produzem condensações fluídicas no perispírito, que é o envoltório semimaterial da alma. Esse envoltório, ao sofrer perturbações prolongadas, transmite ao corpo físico estados de tensão persistente.
A literatura doutrinária, inclusive nas reflexões de Léon Denis, esclarece que pensamentos reiterados estruturam formas mentais que se agregam ao campo vibratório do indivíduo. O ódio reiterado torna-se um circuito fechado. A criatura passa a nutrir-se da própria amargura. Forma-se um processo de auto obsessão, no qual o ofensor já não é necessário para que o sofrimento continue.
Efeitos Psicológicos
Sob o prisma psicológico, o ódio prolongado gera:
Ruminação mental persistente. A mente retorna compulsivamente ao fato que gerou a ofensa.
Alterações fisiológicas crônicas, como elevação constante de adrenalina e cortisol.
Rigidez cognitiva. A pessoa perde a capacidade de interpretar os fatos com elasticidade.
Identificação com a dor. O sujeito passa a definir-se pela ofensa recebida.
A psicologia contemporânea demonstra que emoções hostis mantidas por longo período estão associadas a transtornos de ansiedade, quadros depressivos e distúrbios psicossomáticos. O Espiritismo acrescenta que tais estados podem abrir campo para processos obsessivos, conforme analisado em "O Livro dos Médiuns", quando há sintonia vibratória com Espíritos igualmente perturbados.
Lei de Causa e Efeito
O ódio também se insere na dinâmica da lei de causa e efeito. Não como punição externa, mas como consequência natural. Ao odiar, o Espírito compromete sua própria paz. A desarmonia interior torna-se campo fértil para experiências regeneradoras futuras, inclusive por meio de reencontros reencarnatórios com aqueles a quem se ligou pelo ressentimento.
A reencarnação, portanto, surge como pedagogia divina. O desafeto de hoje pode converter-se no filho de amanhã. O adversário pode retornar como irmão consanguíneo. A providência espiritual não visa castigar, mas educar.
Superação
A superação do ódio não é repressão emocional. É transmutação. O perdão, segundo a ótica espírita, é libertação íntima. Não significa concordância com o erro alheio, mas recusa em manter-se prisioneiro dele.
A prática da oração, da vigilância mental e da reforma íntima modifica a frequência vibratória do Espírito. A disciplina do pensamento reorganiza o perispírito. O hábito do bem dilui gradualmente as cristalizações emocionais.
O ódio corrói, paralisa e obscurece. O perdão reorganiza, fortalece e ilumina. Entre permanecer na sombra da ofensa ou avançar na direção da consciência pacificada, o Espírito é sempre chamado a escolher.
O SILÊNCIO DO NOSSO ADEUS
Há despedidas que não se pronunciam. Elas não se fazem em voz alta, nem se escrevem com gestos dramáticos. Instalam-se na alma como um inverno interior, lento e definitivo.
O silêncio do nosso adeus não foi ausência de palavras. Foi excesso de consciência. Quando dois espíritos compreendem que o caminho já não é o mesmo, o ruído torna-se indigno. Falar seria profanar aquilo que já estava consumado no íntimo.
Há algo de antigo e solene em certas separações. Como nos ritos arcaicos em que o fogo se apaga sem espetáculo, apenas com a dignidade de quem cumpriu sua função. O amor, quando verdadeiro, não se degrada em escândalo. Ele recolhe-se.
O mais doloroso não é partir. É permanecer por instantes no limiar, sentindo que o que foi intenso agora se converte em memória. E a memória não abraça. Ela apenas ecoa.
Nosso adeus foi assim. Um entendimento tácito. Um acordo silencioso entre duas consciências que se respeitam. Não houve acusações, nem dramatizações, apenas a gravidade de quem reconhece o fim de um ciclo.
O silêncio, nesses casos, não é fraqueza. É maturidade. É a forma mais elevada de respeito. Porque quando se ama de modo honrado, até a despedida preserva a dignidade do que existiu.
E assim seguimos. Não como estranhos, mas como capítulos encerrados com sobriedade. Pois há histórias que não terminam em ruínas, terminam em silêncio. E esse silêncio, embora doa, é a prova de que um dia houve verdade.
"Para quem não iria sequer subir a Rampa, o Presidente ELEITO-E-EMPOSSADO comprova que há muitos Fanfarrões por aí."
TextoMeu 1312
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O meu silêncio não é ausência de sentimento; é o cansaço de tentar explicar a dor para quem a causou.
