Me Desculpe Nao Quiz te Magoar
Eu não sei se talvez.
Se um dia haverá compromisso
ou se tudo vai continuar exatamente como está:
no meio do caminho, sem nome, sem promessa.
Não vou oferecer o meu ombro
nem pedir que me ajude a dividir o peso.
Cada um carrega o que escolhe carregar.
Silêncio também é escolha.
Não te cobro presença,
mas também não aceito ausência disfarçada de liberdade.
Sentimento não é rascunho
pra ser deixado na gaveta quando aperta.
Se for pra ficar, que seja verdadeiro.
Se for pra ir, que seja honesto.
O que cansa não é a dúvida —
é permanecer onde nunca se decide.
CARTA ABERTA PARA O IMPOSSÍVEL AMOR
Parei para te escrever e te pedir um tempo,
Não o tempo que afasta, mas o que faz lembrar.
Mergulha um pouco no que fomos, no nosso momento,
E veja se ainda existe espaço para a gente habitar.
Busco em você uma nova oportunidade,
O destino reescrito, sem rascunhos ou dor.
Queria que o "nós" fosse a nossa única verdade,
E que o mundo lá fora perdesse o valor.
Posso não ter mais o toque das tuas mãos,
Mas guardo o suor da luta que travei por ti.
Meus dias são ecos da tua voz nos vãos,
Do amor que, mesmo em silêncio, nunca esqueci.
Não olhe apenas para o rastro do que pode quebrar,
Nem se prenda ao medo de quem possa ferir.
Olhe para o brilho de quem você pode alegrar,
E descubra, enfim, qual caminho te faz sorrir.
Dói saber que o seu afeto tem dois endereços,
Pois quem ama por inteiro não sabe dividir.
Eu queria ser o fim de todos os seus tropeços,
O único motivo que te fizesse ficar, em vez de partir.
Queria que este nó fosse apenas um sonho ruim,
E que o sol de amanhã desatasse essa dor.
Que a sua entrega fosse sincera, voltada para mim,
Sem as sombras de um outro, sem restos de amor.
Sinto muito por te deixar, e por me abandonar no caminho,
Por não ter o verso certo que te fizesse estacionar.
Sinto por cada silêncio que te deixou sozinho,
E por não ter a voz que te convencesse a ficar.
Lamento por te ouvir pouco, ou por te amar demais,
Por tentar te esquecer e, no erro, te lembrar.
Sinto por não ser o porto onde você encontra paz,
E por não ter o brilho que te faz querer tentar.
Guardo os momentos que tivemos, como um tesouro gasto,
Se foram poucos, o tempo dirá o que restou.
Mas não suporto o peso desse sofrimento vasto,
De habitar um lugar que o seu amor nunca ocupou.
Te deixo ir, pois o amor não sobrevive de dúvida,
E aqui não é o seu lar, se o seu peito chama outro cais.
Sinto que me ama, mas é uma chama pálida e tímida...
Que não queima o suficiente para não te deixar partir jamais.
CARLIANE ARAUJO 💜
Meu coração transborda, não só de tristeza, mas de palavras — palavras nunca ditas, que nunca encontram voz, palavras apenas silenciadas e guardadas no porão do meu triste coração.
Se sou desastrado, significa que cometo erros.
E se cometo erros, significa que não sou perfeito.
E se não sou perfeito, logo sou um ser humano.
E sendo humano, sou um ser racional.
E sendo um ser racional, penso — logo existo.
René Descartes disse isso
Mas Pedro Cabral apenas completou sua frase.
Porque o aluno que raciocina se torna mestre
E caminha ao lado dele na jornada
O fato de ter acabado não significa que não teve sucesso. Agradeça a Deus pelo tempo permitido e saiba que, naquele lugar do tempo, vocês ainda estão juntos
Amar significa dizer ao outro: Você é certo exatamente do jeito que é. Só ama quem não deseja modificar o outro.
Meu amor, será que você deseja compreender
A angústia muda da minha solidão?
Não responda, por favor, se é só pra fugir,
Se você não entende, como pode estar comigo aqui?
Eu parei tudo pra tentar te mostrar
O caos que grita por dentro do meu peito
Mas você olha e não enxerga
Escuta, mas não sente
E eu me perco nesse esforço sem efeito.
Você chama de exagero
O que em mim é sobrevivência
Enquanto eu sangro em silêncio
Você chama isso de ausência.
Estou refletindo a tua incompreensão
Ela dói mais que a distância, mais que a negação
Não é falta de amor, é falta de visão
Você não me vê, e isso quebra o coração.
Expliquei com palavras simples
Desenhei com atitudes reais
Mas quem não quer entender
Nunca entende, nunca vai.
Cansei de traduzir sentimento
Pra quem não quer aprender a sentir
Meu cansaço não é fraqueza
É o limite de insistir.
Estou refletindo a tua incompreensão
Ela pesa, machuca, vira prisão
Amar sozinho é contradição
É gritar por dentro e receber indiferença em vão.
Talvez um dia você entenda
Quando a ausência fizer barulho
Que não era drama, nem carência
Era um pedido de cuidado, simples e puro.
Depois da queda do nosso amor
Tudo veio ao chão de repente.
As muralhas não aguentaram
O impacto devastador do que a gente fingia ser.
O que era promessa virou ruína,
Palavras ocas soterradas no silêncio.
Nós não suportamos o caos lastimável
De insistir onde já não havia verdade.
Depois da queda não adianta lamentar.
Juntar os cacos não refaz o que morreu.
Colar pedaços não devolve o inteiro,
O que quebrou por dentro não revive com adeus.
Não há ponte, não há volta,
Não há fé que sustente o fim.
O amor caiu — e ficou no chão,
Sem sinal de recomeço em mim.
Tentamos chamar de fase, de erro,
Mas era o fim pedindo coragem.
Às vezes partir não é desistir,
É só respeitar a própria dignidade.
Hoje não espero nada do que fomos,
Nem do que você promete ser.
Depois da queda do nosso amor,
O resto é aprender a não mais sofrer.
Que vontade de estar nos teus braços agora, baby.
Você não sabe o quanto eu desejo.
Não é só saudade do teu corpo perto.
É da paz que mora no teu abraço inteiro.
O mundo pesa quando você não está.
O tempo anda torto, demora a passar.
Meu peito chama o teu nome em silêncio.
É desejo vestido de sentimento.
Eu queria agora me perder em você.
Descansar meu caos no teu calor.
Se teus braços soubessem o poder.
Que têm de acalmar meu amor.
Não é carência, é conexão.
É alma pedindo abrigo.
Teu abraço é direção.
É onde eu me sinto vivo.
Fecho os olhos e te imagino aqui.
Teu cheiro quebrando minha resistência.
Entre querer e não poder ir.
Eu luto com a distância.
Se você soubesse o quanto faz falta.
Talvez sentisse esse chamado também.
Não é só vontade que me assalta.
É amor querendo ficar além.
Eu queria agora me perder em você.
Descansar meu caos no teu calor.
Se teus braços soubessem o poder.
Que têm de acalantar meu amor.
"Arma Letal do Eu Interior"
O amor por si mesma não é nenhuma vergonha –
é a lâmina que desfaz o véu da mentira que nos prende;
quando nos admiramos, criamos uma força, uma coragem maior
para enfrentar a vida – e essa chama é fogo que não consome, mas ilumina o caminho.
É a flecha certeira que alcança o coração da autocrítica falsa,
o escudo que repele palavras que não nos pertencem;
não busca derrubar ninguém, mas erguer o que foi abalado,
pois a verdadeira potência está em construir, não em destruir.
Essa é minha arma letal – feita de ternura e determinação,
que transforma sombras em luz e silêncios em cantos!
Eu tenho tanto medo de perder você, 100%, que dói, e aí eu me desespero, eu não sei como te fazer me ouvir, eu já fiz tudo ao nosso redor, mas você não me escuta, nem como fonte nem como eros, e eu quero tanto curar seu coração, quero tanto te fazer ver que eu estou aqui, que eu sou real, ver que você merece alguém real, amor real, que se preocupa, cuida, que mal deixa vc atravessar a rua sozinha, que ruge como um leão para O mundo respeitar você, meu amor é gritante eu sei, mas não é por mal, se você soubesse quem é, entenderia o por que eu sou tão tormento para ti, lembre quem é e eu prometo que permito que vá para onde quiser ir, ou fico ou vou pra sempre.
Diana, deusa lunar.
Vem cuidar de mim, baby
Sanguessuga boa do amor
Deixa aquele cara pra lá
Ele não presta, não te representa não, doutor
Vive prometendo o mundo
E te entrega só solidão
Homem sem palavra é vento
Não segura coração
Ele fala bonito em público
Mas em casa só dá dor
Eu sou simples, sou direto
Mas te trato com amor
Oh mulher virtuosa
Esquece aquele malfeitor
Manda ele embora hoje
Que a noite é nossa, é de amor
Amor sem fronteiras, debochado
Sem frescura, sem censor
Vem pra mim, mulher da vida
Mulher minha, mulher do amor
Você deve ignorar urgente
Esse homem sem compromisso
Quem brinca com sentimento
Não merece nem aviso
Aqui tem café quente
Abraço e proteção
Tenho pouco no bolso
Mas tenho muito coração
Se ele te fez sofrer demais
Hoje é dia de decisão
Vira a página da história
E vem morar na minha canção
Oh mulher virtuosa
Esquece aquele malfeitor
Manda ele embora hoje
Que a noite é nossa, é de amor
Amor sem fronteiras, debochado
Do jeito que você gostou
Vem pra mim sem medo algum
Que eu cuido de você, meu amor
Existe o amor que não se rende.
Ele apanha da vida, sangra em silêncio, mas não recua.
É teimoso, firme, não por orgulho,
mas porque acredita que sentir vale mais que desistir.
Esse amor permanece quando tudo diz “chega”,
e resiste não por fraqueza,
mas por coragem.
Há também o amor que busca respostas.
Ele questiona, observa, sente dúvidas.
Não se contenta com migalhas nem com palavras vazias.
Quer entender gestos, silêncios e distâncias.
É um amor inquieto, porque sabe
que amar sem verdade é se perder de si mesmo.
E existe o amor indeciso na caminhada.
Caminha com o coração em conflito,
dando passos curtos, olhando para trás.
Não sabe se fica, se vai, se espera.
Não é falta de sentimento,
é medo de errar o caminho
e se machucar outra vez.
Amor que se diz amor
busca ser verdadeiro.
Não se esconde, não engana,
não vive de meio termo.
Amor de verdade pode até falhar,
mas nunca trai aquilo que sente.
Atende a lição da vida, presta atenção:
Se amor, carinho, respeito e igualdade
Não bastam pra quem dorme ao teu lado,
Então não é amor — é vaidade.
Não implora presença,
Nem mendiga afeto frio.
Quem te ama não negocia
O básico do sentir.
A vida é curta demais pra esperar migalha,
Pra viver calado num coração vazio.
Se não existe reciprocidade,
Não existe nós — só desvio.
Antes de virar ausência em casa cheia,
Antes de morrer aos poucos por alguém,
Tenha coragem, bata o pé,
E escolha você também.
A festa é desse egoísmo, mulher,
Vá viver a tua vida.
Mesmo que seja só,
Seja feliz contigo.
Não carrega quem não te carrega,
Não insiste onde não há abrigo.
Amor não prende, não pesa,
Amor soma — não castigo.
Amar é encontro, não disputa.
É paz, não ferida aberta.
Se não é pra ser inteiro,
Que seja livre — e de porta aberta.
