Me Deixa Viver

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Não compartilhe seus segredos com qualquer pessoa. Quando você expõe aquilo que é íntimo, está deixando de se respeitar. Mesmo que não esteja mais comigo, preserve-se e não entregue sua história a quem vier depois. Respeite-se. Furucuto,2025

Deixa-me triste (dói-me) saber que a história da minha vida será julgada por aqueles que não a conhece. Furucuto,2025

“Toda a crítica que não obedece a um princípio ético deixa de ser crítica e passa a ser uma ofensa à integridade do outro ser.” Furucuto, 2026

"A maturidade revela-se quando a dor deixa de ser uma prisão e passa a ser uma mestra. É quando nos erguemos, apesar do peso que carregamos, e continuamos a procurar o pão para aqueles que dependem de nós, que compreendemos o verdadeiro significado da existência e da responsabilidade humana." Furucuto, 2026

Lembrança nunca somem
Quando alguém deixa seu nome.

O instante mais peculiar da existência não deixa rastro na memória, mas redefine o silêncio com que passamos a escutar o tempo; afinal, aquilo em que acreditamos torna-se o nosso mundo.
Reno Fioraso

Dizem que o ambiente pode até influenciar, mas ele não vai determinar sua vida se você não deixar! 06/09/2026

PRESENÇA ADVAITA

A travessia do ser que deixa de lutar contra si



A cidade ainda não dormiu.

O ar tem cheiro de chuva e café esquecido.

Há buzinas, passos apressados, vozes cansadas atravessando a noite.

Aqui dentro, a casa fecha as pálpebras e o corpo desaperta os ombros.

A respiração desacelera, como se o tempo, por um instante, perdesse a pressa.



Não é iluminação, é pausa.

Não é milagre, é o cansaço que aprende a sentar.

No intervalo entre o que se esgota e o que começa, algo desperta.

É mais sopro que ideia, mais pele que palavra.

Viver é sentir.

Sentir é o único gesto que não mente.



É quando você acontece.

Não chega, se revela.

Nada em você exige lugar, mas tudo muda à sua volta.

O ar fica mais leve, as sombras perdem pressa.

O silêncio ao seu lado tem temperatura.

Parece uma mesa posta no meio da alma.



Você toca o lugar em mim que sempre esperou,

e algo, enfim, consente.

Ainda com medo, eu consinto.

Não há urgência, há respeito.

A ternura não anuncia sua entrada,

ela simplesmente chega e fica.

O medo, visto de perto, se torna pequeno.

A dúvida, cansada, adormece na varanda do peito.

O que antes era abismo agora é chão molhado,

com marcas de quem passou e ficou.



O ser é o campo onde o medo e o amor se escutam.

Ali, o humano e o eterno se olham sem querer vencer.

Quando há escuta, o silêncio deixa de ser muro e vira ponte.



Antes da calma houve deserto.

Antes da ternura, ferida.

Já temi o que mais amava,

já fugi do que me curaria.

Até que o orgulho se desfez,

e a suavidade entrou pela fresta da noite.



Nem tudo em mim é paz.

Ainda há grito guardado,

e o eco às vezes volta sem aviso.

Mas ele já não fere, apenas me devolve à carne.

O amor que prende é medo disfarçado de zelo.

O amor que acolhe tem mãos abertas e chão firme.

Nele, dois seres se olham sem truques.

Ambos feridos, ambos atentos.

Sabem que o outro teme, e ainda assim permanecem.



Eu tropeço.

Duvido.

Às vezes quero trancar a porta e esquecer o mundo.

Mas é a dúvida que me devolve à fé,

essa fé pequena, feita de respiração e paciência.

Só quem sente profundamente aceita não entender tudo.



Com você, o tempo não desaparece, ele respira.

A casa continua casa, o mundo continua áspero.

Há contas, filas, injustiças e gente que carrega o dia nas costas.

Mesmo assim, algo em nós encontra um ritmo bom,

um espaço simples onde a ternura sobrevive.

Não busco eternidade, busco verdade.

Prefiro o instante vivido à promessa que não cumpre calor.

O que é real não morre, apenas muda de rosto.

A presença é o milagre discreto que sustenta o mundo enquanto ninguém vê.



Não há promessa, há encontro.

Não há destino, há travessia.

Você não chega, acontece,

como chuva breve em tarde quente,

lavando o pó do que restou.



A plenitude não está em domar os sentimentos,

mas em atravessá-los inteiros.

Quando compreendo o medo, o amor deixa de ser fuga

e vira casa com portas que abrem por dentro.

Nem tudo que acalma cura.

O silêncio também corta,

mas é corte que limpa,

como mar depois da tempestade.

Às vezes a luz arde antes de iluminar.

Às vezes o amor desmonta o que eu usava para me proteger.



Se o tempo nos afastar, a presença não parte.

O sentir muda de tom, como maré que recua

só para lembrar que voltará.

Você é travessia,

o agora entre duas incertezas,

a prova de que o amor pode existir sem fazer barulho.



Se o silêncio for tudo o que restar,

ainda assim haverá amor.

O que é verdadeiro não precisa ser dito.

O toque fica mesmo quando a mão já se foi.

A lembrança não pede voz,

a pele ainda sabe o caminho.



Ser forte não é erguer muralhas,

é continuar sensível quando o mundo pede dureza.

É olhar o outro e ver o mesmo espanto,

a mesma fome de não ferir.



Escolho te sentir.

Não para possuir, mas para reconhecer.

Não para vencer, mas para ser verdadeiro.

Se o sentir trouxer dúvida, que venha.

Que confunda e console.

Que assuste e cure.

Que desfaça o chão só para mostrar o céu que sempre esteve ali.



Entre nós talvez não haja nome,

e tudo bem.

O real prefere ser vivido a ser explicado.

O amor que nasce quieto é o que mais permanece.

Ele não disputa palco, respira.

É o som do ser se reconhecendo no outro.



Quando o ser se torna simples, o medo aprende a ouvir.

Nada precisa ser vencido quando é compreendido.

A sabedoria não nasce da força,

mas da entrega.

Do instante em que o ser para de fugir de si

e percebe que nunca houve vazio,

apenas verdade esperando espaço.



A cidade enfim silencia.

Uma janela apaga, outra acende.

O ar cheira a terra molhada.

E no reflexo do vidro, eu me reconheço.

O silêncio me olha,

e nele eu ainda vejo.

O nome que deve estar na eternidade,
é um nome que salva a humanidade,
não um nome que deixa mentiras em seu passado,
mas um nome limpo de verdade:
JESUS CRISTO!!!

O amor bonito é aquele que te deixa leve. Não precisa de esforço para encaixar, não exige disfarces e nem faz o peito doer. É a paz de saber que você pode tirar as armaduras, porque ali, do outro lado, existe alguém disposto a abraçar até a sua bagunça.

Existe o amor da sua vida e o amor para a sua vida.
O amor da sua vida é aquele que deixa marcas profundas. Mesmo quando não dá certo, permanece em algum canto da memória e do coração, como um ponto fraco que o tempo pode até amenizar, mas dificilmente apaga.
Já o amor para a sua vida é aquele que se constrói no cotidiano: com respeito, diálogo, maturidade, parceria e a escolha constante de permanecer. Não vive apenas da intensidade do sentimento, mas da segurança de saber que existe reciprocidade, cuidado e vontade de fazer dar certo.
Vivemos muitos amores, mas só dois deixam marcas: o que dá certo e o que gostaríamos que desse certo.
Talvez seja esse o maior dilema da vida: ficar com alguém pelo qual você daria o mundo ou permitir-se construir um novo mundo com alguém que te ama e conquista todos os dias.
Vive a felicidade plena quem encontra esses dois amores na mesma pessoa.

Ingratidão é f#d@…
Para quem se acostumou a receber, generosidade deixa de ser gesto e vira obrigação.
Aos poucos, tudo o que você faz deixa de ser valorizado e passa a ser simplesmente esperado. E basta você estabelecer um limite para que uma infinidade de “SINS” seja esquecida diante de um único “NÃO”.
A ingratidão não nasce necessariamente da falta de memória, mas do excesso de conveniência.
Enquanto você serve, ajuda, cede e está sempre disponível, é indispensável. No momento em que decide se preservar e impor limites, passa a ser visto como o problema.
É aí que certas relações se revelam: algumas pessoas não valorizavam exatamente você, mas o acesso que tinham à sua disponibilidade.
No fim, o ingrato raramente se lembra de tudo o que recebeu; prefere se ressentir da única coisa que, desta vez, você decidiu não dar.
No fim, a gratidão contabiliza o que recebeu. A ingratidão, apenas o que lhe foi negado.

Quem ama de verdade não aprisiona. Se o laço virou nó e não deixa nenhum dos dois crescer, o maior ato de amor é soltar. Dar espaço para o outro caminhar é também libertar a sua própria vida.

Boa tarde,
segue em anexo o meu começo do audiobook,
Dê uma deixa para que exista revelação no meu ser e continue inspirado no criar e no escrever o que me vai no interior para exterior, ser a razão do ser do fazer e querer perdurar pela eternidade.
Não é o mesmo que ser eterno.
Nesse caminho eu estou a procura da minha Deusa para ser um Deus.
Caminhar para ser seu semelhante, é uma etapa, a trilhar.
Um dia vou-, fazer a unção e ablução que é a primeira parte da investidura, consagrando fidelidade e fazendo convênio de sacrifício pela expiação de Jesus Cristo, lavando meu corpo e começar uma vida verdadeiramente de consagração a Jeová.
[19/09, 12:53] emanuelandrade1749: Perdura no tempo o templo do meu ser, que implora pela sua existência e no consciente está a pedra por lapidar, uma razão formada, um sofrimento constante, aliviado pela pernoita que ao amanhecer desperta e se dispersa desaparecendo como o vapor, na corrida do dia num instante vivo, num contexto reflexivo de querer viver e ser, amargar a dor e aliviar o calor, com temor ao divino,onde suplico e me refúgio para deixar de estar perdido.
Um dia parti em busca do desconhecido quando voltei, já não era o mesmo, procurei levantar-me mas era cedo.
Procurei minha diva, musa que me inspira, procurei a razão de ser e na volta decidi que tinha que continuar a procurar trabalhei muito, trabalho, e não tenho tempo para parar a vida é vive-se na procura,na busca achando e perdendo, chegará o tempo em que seremos prontamente unidos, e a procura na busca da excelência da vida será mais fácil.
Tenho interesse num dia a mais para voltar atrás e refazer os erros fatais, que fazem parte da humanidade,um cidade luminosa que brilha e me dá alegria, casa,sustento e família.Santa terrinha que me abriga, e me domina, sou teu porque estou preso a teu ciclo.
[19/09, 16:54] emanuelandrade1749: A muito tempo que desejo escrever um romance.
Na verdade nós gostamos disto e daquilo, deste e daquela. Nas múltiplas vivências do nosso gosto pelo viver aparecem personagens que vão dando ou não sentido a nossa vida,com alegrias, tristezas, desgostos e outros actos de louvar que são um banquete e um bálsamo para a nossa alma e nosso bem estar.
Há sempre quem nos queira bem e quem nos queira mal, pensar que somos nós que temos que individualmente lutar pelo bem comum, porque o nosso universo dentro de muitos universos onde se acende um fósforo e apaga a espera que se encadeia uma brasa que vai dentro de nós. Quando ela encadeia agimos numa direção ou positiva ou negativamente, depende para onde canalizamos nossas energias.
Em tempos vivia numa prisão a espera de ser liberto e canalisei as minhas forças para o bem fazer, com o objectivo de ver a minha pena de prisão reduzida e demonstrar que tinha mudado.
Eu estava agradar e só queria impressionar, na verdade o mal e o bem está dentro de nós, o certo é que fiz muitas boas obras e dei o exemplo aos outros, para o bem fazer, num acto do ser cívico e do espírito do bem comum.
No entanto esse acto era por uma troca era para demonstrar aos outros, não era por mim, quando veio uma tempestade já em liberdade porque atingi alguns dos meus objectivos, sai mais cedo em liberdade,os meus pais apoiaram-me, trabalhava.
A vida tem muitos dissabores e eu não consegui superar de cara limpa, passado algum tempo estava metido em trabalhos e no mundo que a envolve uma prisão pior do que a prisão das grades passei por um mau bocado.
Perdi o trabalho e a família não queria acreditar tentou-me ajudar mas foi em vão.
Fui pai ainda pensei que seria a solução, mas tudo permanecia como antes, confusões, problemas todos dias, um turbilhão de sentimentos a flor da pele e perdido no mundo a procura da solução, quando a solução, só o destino traçava, procurei ajuda mas não resultou.
A mãe do meu filho a mulher que estava nos meus braços, saiu da minha vida
Conquistar uma mulher é difícil, e perder ainda mais difícil é.
Trabalhávamos juntos e meu olho bateu no dela, um dia estava a correr no calçadão em Quarteira e o filho dela o Ruben chamou -me para ir trocar um dedo de conversa com ela e tudo ali começou, combinamos sair a noite para dançar no Black Jack Casino de Vilamoura e fomos dançar eu popular como sempre tentei impressionar demonstrar que era conhecido, até pedi ao DJ para lhe colocar uma música, mas andava lá outro a dar em cima dela, concorrência, então a luta foi maior.
Cada passo uma conquista, mas já tinha a lacuna.
Tentei esconder até que não deu mais e contei-lhe.
Lutou por mim, sofreu muito.
A nossa vida estava um caos e não havia solução é então que a mãe do meu filho decide ir para Setúbal e deixou-me.
Acabei sozinho foi tão difícil, afogava as mágoas com bebida forte, e punha uma almofada ao meu lado e abraçava, não dormia.
Telefonava sempre até que um dia me diz para ir ter com ela e eu fui para Setúbal.
Viver com a mãe do meu filho.
Começar a vida com sua família, outros hábitos,e ritmos,a adaptação nunca se deu.
As dores os suores matinais, saciados com a primeira dose, vinda do acaso.
Ter um dia pela frente vazio a na procura.
[19/09, 17:19] emanuelandrade1749: Caminhos, atalhos, desvios ao sabor dos ventos,.da chuva, do sol andava, pairava por 3 estados do espírito, onde para viver pela carne era salvo a cada manhã, a minhas súplicas ao divino eram constantes meu ser vagueou por terras distantes, perdeu-se por muito tempo e seguia um caminho na busca da amada, de trás para frente, em círculos, as portas fechadas eu escalava as montanhas, subia castelos entrava em museus, shoppings e vagueando por o mundo a procura na busca, ia perdendo e achando, construído e me alimentando, vendo e registando, aquilo que meus olhos viram, não pode ser verdadeiro um mundo sem amor, onde as pessoas só olham para si, havendo a regra a exceção porque no oculto, há tudo e deve ser quase como o sepulcro, eu vou mas volto para vir acabar de fazer o que não fiz.

Término por aqui um forte
Abraço deste sempre amigo
Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade

SEM ROMANTIZAR


Não vou chamar de amor o que me deixa esperando,
nem chamar de escolha o que vive me descartando.
Não vou pintar de destino aquilo que me feriu,
nem dizer que foi bonito só porque um dia existiu.
Amor não é disputar atenção com um vício,
nem aceitar migalhas chamando isso de compromisso.
Não é estar ao lado e ainda se sentir sozinha,
nem pedir presença de quem já escolheu outra companhia.
Eu não vou romantizar o abandono,
nem transformar silêncio em trono.
Quem ama também precisa permanecer,
não apenas voltar quando decide querer.


E se a despedida vier sem explicação,
eu não vou implorar por uma confirmação.
Há palavras que encerram antes do adeus,
e há portas que se fecham quando alguém diz: “procure outro alguém”.


Dói.
E eu não vou fingir que não.


Mas dor não é prova de amor,
assim como permanência não é prova de valor.


Às vezes, amar também é compreender
que ninguém pode ser salvo à força,
nem escolhido por quem não consegue escolher.


Então eu sigo sem transformar ferida em poesia bonita.
Porque algumas histórias não precisam de fantasia.
Precisam apenas da verdade:


eu quis ficar,
mas não vou me perder
tentando permanecer.

O recomeço que te deixa pra baixo, pode estar vindo do Alto.

Ao seu lado o silêncio fala tanto,que me deixa sem palavras.

Deus nunca deixa de ouvir nossas orações; apenas nos pede paciência para esperar, e, se a resposta não vier como queremos, é porque Ele já preparou algo melhor lá na frente.

A saudade me visita quando você me deixa para depois...
E eu me perco em meio ao silêncio da espera,
como quem caminha sem norte,
buscando no vento um sinal de você.
É nesse vazio suspenso que descubro
o quanto sua presença me é respiro,
e o quanto me falta quando não está.

Hoje o céu ouviu minha gratidão. Deus, em Sua graça, nunca deixa de cuidar de mim e dos que amo, mesmo nas minhas falhas.