Me Deixa Viver
Não existe uma regra clara de por onde devemos começar para ser feliz. Mas os menos afoitos, começam pelas pequenas coisas!
Após viver, há a necessidade de morrer para dar lugar a outros que vão nascer e seguir o processo dos antecessores - até aí, tudo bem, é uma vez de cada, sei; porém, é inaceitável que roubem a vez quando matam as pessoas, precocemente, quando deveriam cuidar do direito que elas tinham de viver antes de morrerem...
A certeza plena de que lado estamos não se dá de forma teórica, cômoda e pacífica - só temos realmente convicção de qual é nossa real posição quando, sob violência física ou moral, somos obrigados a ter que dizer sim ou não às nossas lutas, afirmar ou negar nossas ideias e ideais, tendo que escolher entre o viver como um hipócrita-traidor ou morrer definitivamente pelo que dizemos acreditar...
A Dor de está vivo, sem viver.
Em um mundo onde as emoções são intensas e muitas vezes avassaladoras, a ideia de eliminar tudo o que se ama pode parecer uma solução extrema para evitar a dor. Ao matar simbolicamente tudo o que traz alegria, também se elimina a possibilidade de decepções e mágoas. No entanto, essa escolha radical leva a um estado de existência vazio, onde a ausência de sentimentos positivos e negativos cria uma espécie de sobrevivência sem vida.
Viver sem amor, sem paixões, sem sonhos, é como caminhar por um deserto interminável. A ausência de dor pode parecer tentadora, mas a ausência de felicidade é um preço alto a pagar. A vida, em sua essência, é feita de altos e baixos, de momentos de alegria e tristeza, de conquistas e perdas. É essa dualidade que nos torna humanos e nos permite crescer e evoluir.
Ao optar por uma existência sem emoções, se perde a essência do que significa estar vivo. A verdadeira força está em enfrentar o caos, em abraçar tanto as alegrias quanto as tristezas, e em encontrar um equilíbrio que permita viver plenamente. Mesmo que a dor seja inevitável, é através dela que encontramos a resiliência e a capacidade de apreciar os momentos de felicidade.
-Francisco Brito
Que a gente possa viver feliz sem precisar:
esperar a sexta;
esperar o verão;
esperar as férias;
esperar o sapo encantado.
É preciso que morras
Para que vivas.
Morrer para as coisas velhas
Morrer para o passado
Morrer para o que te aprisiona
E viver livre
Liberto de toda angústia
E de toda tristeza
Assuma que pode ser feliz
Se entregue à felicidade
Deixe o novo te possuir.
UM AMOR PRA VIDA INTEIRA.
UM AMOR PRA SONHAR, TE MIMAR E MUITO CARINHO...UM AMOR PRA DIZER BELAS PALAVRAS, POESIAS... UM AMOR PRA ENCANTAR, ENVOLVER, SEMPRE LEMBRAR, PRA ENTENDER QUE ANTES, NÃO SERIA O MESMO AMAR... UM AMOR QUE SOBREVIVA A PERCALÇOS, COBIÇA...UM AMOR QUE É APENAS MEU, SEU, SEM ALTIVAR...UM AMOR QUE CUIDA, AMPARA, SORRI ...UM AMOR....
NN
Jesus não curava as pessoas
Texto: #JaneFernandaN
Imaginemos viver num tempo onde os médicos, que se importavam com os pobres e miseráveis, eram considerados bruxos e curandeiros (um crime à época) enquanto aqueles que curavam os ricos e seus entes queridos eram doutores.
Agora imaginemos esses miseráveis, que nunca tinha encontrado ou conversado com alguém tão instruído quanto Jesus, que possuía conhecimentos variados, tinha capacidade de ouvir e ajudar psicologicamente, sendo amparados, diagnosticados, tratados e curados apenas com palavras de incentivo e imposição das mãos, sem que soubessem o que estava acontecendo, pois não tinham conhecimento, usando apenas da fé, da crença de que seria curado.
Jesus não curava as pessoas!
Ele fazia a pessoa se curar através da fé, do crer que era possível. Ele usava do poder da mente, poder do subconsciente e da auto afirmação, pode-se dizer que Jesus era um terapeuta holístico, possuía conhecimento em hipnose para correção e libertação de traumas, terapias conhecidas hoje como: Reiki, EFT (Emotional Freedom Technique), dentre outras, que hoje estão sendo resgatadas do passado e reutilizadas.
A cura é possível quando a pessoa acredita piamente, sem dúvidas de que alcançará e Jesus era mestre em fazer as pessoas acreditar que poderiam e seriam curadas de suas chagas, paralisias, cegueira e tantas outras doenças.
Diante disso, eles acreditaram ter vivido um milagre e só teriam duas opções, ser ingrato como muitos foram, aproveitando sua saúde recém recuperada e continuar sua vida, como faziam antes de adoecer, sem ao menos indicar seu médico que lhe ajudou ou demonstrar gratidão, seguindo os passos do seu "mestre doutor", levando seu testemunho à todos.
As doenças, em sua grande maioria, sempre foram psicossomáticas, são desencadeadas por fatores emocionais e traumas, levando à estresse, ansiedade depressão, transtornos psicológicos, dissociações e inconformidades.
Remetemo-nos novamente àquela época, haviam milhares de pessoas vivendo em condições sub humanas, aquele que nascia pobre, era condenado a pobreza até seu último dia de vida, não tinham o que comer, onde dormir, nem o que fazer para mudar sua realidade, pois não tinha empregos, como hoje, muitos caíam em depressão por não aceitar a condição que se vivia, porém não conseguiam mudar, sair daquela condição, então chegavam ao ponto de paralisar fisicamente, adoecer seus órgãos vitais e consequentemente morrer.
E, hoje não é diferente daquele tempo. As pessoas continuam padecendo, definhando e morrendo sob as mesmas circunstâncias.
Só que hoje há mais pessoas iguais Jesus, com a mesma inteligência e capacidade, com os mesmos intuitos, porém as igrejas e a política suja cegam as pessoas, desde os mais velhos aos mais novos. Os pais levam seus filhos para serem doutrinados e alienados, assim como fizeram com eles, quebrando desde a infância o precioso poder de questionar o sistema e não apenas aceitá-lo.
Enfim, desperta quem pode, segue quem quer.
A vida exige muita maturidade, mas também serenidade!
Nos faz sofrer com os extremos e nos ensina a viver no meio termo.
Ficamos mais conscientes, valorizamos o essencial.
Futilidades são para amadores!
