Me Deixa que hoje eu To de Bobeira
Cresci achando que minha mãe era dura demais. Hoje, olhando para os jovens, percebo que ela estava, na verdade, salvando a minha vida.
"Que a sua vontade de vencer hoje, atropele qualquer rastro de dúvida que ontem tentou te paralisar. Siga em frente!"
A mentalidade nazista não morreu com a história — ela reverbera até hoje, disfarçada na intolerância cotidiana ao modo como o outro vive, pensa e se expressa. Quando rejeitamos o diferente, repetimos, em escala menor, os mesmos mecanismos que sustentaram regimes de ódio.
Esperar algo das pessoas hoje em dia é assumir um risco inútil. Esperar? Jamais. Chega. Ninguém mais se importa com ninguém.
Estamos vivendo uma nova era imperial. Hoje, 03 de janeiro de 2026, os Estados Unidos invadiram a Venezuela e sequestraram Nicolás Maduro, presidente do país. Sob a justificativa de que ele é um ditador, Donald Trump acredita ter feito um favor ao povo venezuelano.
Todavia, quando observamos exemplos históricos de invasões semelhantes promovidas pelos EUA, o padrão se repete de forma trágica. Todos os países que eles alegaram ter “libertado” da ditadura transformaram-se em cemitérios. O Iraque e o Afeganistão são provas irrefutáveis disso: Estados destruídos, sociedades dilaceradas, milhões de mortos e nenhuma democracia estável no lugar.
A era Trump ameaça o mundo, sobretudo a América Latina. O próprio Trump já afirmou que a Europa é decadente, sem atrativos estratégicos, e que a verdadeira riqueza do mundo está na América. Essa afirmação não é retórica: é projeto. Se esse governo não for contido, o mundo sofrerá uma profunda e violenta reconfiguração geopolítica.
E o Brasil entra nesse tabuleiro como alvo evidente. Em 2026 teremos eleições, e Trump já se posicionou claramente a favor da direita radical. A interferência direta no processo eleitoral brasileiro é uma possibilidade real, com o objetivo de garantir favores, alinhamento automático e submissão estratégica de um futuro governo que ele tentará ajudar a eleger.
Não se trata de paranoia nem de teoria conspiratória. Há, sem sombra de dúvida, campo, espaço e precedentes históricos suficientes para que isso ocorra. O imperialismo não precisa mais de bandeiras fincadas no solo. Ele opera por pressão econômica, manipulação política, guerra informacional e cooptação interna.
O perigo é real. E o silêncio, cúmplice.
Que hoje seja diferente de ontem...
E que você possa aprender hoje o
que ontem deixou passar...
E que não passe Deus, desapercebido diante da sua presença, que seja tudo, assim como fosse um Rio no meio de um deserto!
Outrora via somente o
brilho das estrelas deste mundo
e o fulgor da glória alheia, porém hoje consigo ver o brilho da palavra de Deus, que resplandece e ilumina toda caminhada rumo a cidade Celestial, a nova Jerusalém, cidade do Cordeiro.
Já senti tanta dor,
que ela deixou de ser dor,
Virou cicatriz, virou morada.
Hoje, quase nada me abala...
Só o amor, esse ainda dói,
mas só enquanto amor.
Rapidamente vira dor...
E eu não sinto mais nada!
O homem que um dia foi muralha, hoje treme.
Meu pai, que já foi tempestade, agora é sombra do trovão.
Antes, sua voz era lei, sua presença, temor.
Erguia-se como torre inabalável, inquestionável.
Confrontava os frágeis, dominava os que dele dependiam.
Era força bruta, autoridade sem pausa,
um império de si mesmo.
Mas o tempo, esse escultor silencioso,
foi desgastando as pedras da sua rigidez.
Hoje o vejo com medo.
Não mais o medo que impunha,
mas o medo que sente.
Medo do fim, do esquecimento, da fragilidade que ele tanto desprezou.
E mesmo assim, a arrogância permanece.
Como armadura velha que ele se recusa a tirar,
como se admitir fraqueza fosse morrer antes da hora.
A prepotência não o deixou ou talvez ele nunca quis deixá-la.
Porque abrir mão do orgulho seria admitir que o tempo venceu.
E ele, que nunca soube perder,
prefere se agarrar ao que resta da sua antiga coroa.
Mas eu vejo.
Vejo o homem por trás do mito.
E, apesar de tudo, ainda é meu pai.
Mesmo que hoje ele não seja mais o gigante que um dia foi.
By Evans Araújo
Hoje é o Dia do Leitor: quem não lê pelo menos um livro por ano, limita os caminhos da própria vida.
Benê Morais
Passei por um longo ano de silêncio e introspecção. Hoje percebi que fui calada por tantos anos, a ponto de, nos últimos tempos, ter estado apagada. Mas a reflexão explosiva que reside em mim voltou; talvez ela seja eu. E isso é bom. A potência, a verdade e a inquietude circulam em meus vasos para que eu floresça onde a vida me plantar, pois, por dentro, sou perfume no bailado livre do meu próprio respirar. Pulso entre o barulho da metrópole e o canto dos passarinhos, nas árvores guerreiras que sobrevivem, muitas vezes solitárias (e invisíveis), enquanto tantos correm de um lado para o outro, robotizados pela automatização da selva de pedra. Agradeço por ver as árvores, ouvir os passarinhos e, por vezes, parar em frente ao espelho, respirar fundo e olhar para mim.
“Hoje o amor dura enquanto distrai; quando a atenção acaba, alguém vai embora — e o outro só descobre que ficou sozinho quando o silêncio pesa mais que a saudade.”
Hoje é dia de cortar amizade e pessoas tóxicas, cortar a dor, cortar a tristeza, cortar tudo que não te serve mais, remover tudo que tem te feito mal !
Por trás da mulher forte que hoje você vê,
Existe uma menina, que foi obrigada a engolir o choro, os traumas e abusos sofridos, e teve que curar suas feridas sozinha.
"Não tente negociar com Deus com lágrimas. Lágrimas não O convencem, mas sim a fé.”
“Hoje, Senhor, não apenas choro, mas creio! A minha fé declara: o impossível vai acontecer, porque o Senhor reina sobre todas as coisas.”
- Relacionados
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência
- Eu sou assim: frases que definem a minha essência
- Eu Sou
- Mensagens espíritas do dia de hoje: palavras que elevam e fortalecem a fé
