Me Deixa que hoje eu To de Bobeira

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Tô vivendo de forma leve e suave, tô vivendo de forma simples e contagiante, tô vivendo, porque viver é uma dádiva.

If you want to view paradise
Simply look around and view it
Anything you want to, do it
Want to change the world, there's nothing to it

Estou morrendo aos poucos
Mas tudo bem...
Tô conseguindo não chamar a atenção
De ninguém⁠

Sou muito mais criticado do que merecia. E às vezes é difícil. Tô falando de família, círculo próximo. Você é o Batman da vida deles. E, pra quem não te conhece, de cara eu já sou o Coringa, sabe?
(Neymar Jr.)

⁠Ultimamente não tô querendo muito... estou apenas buscando tranquilidade, querendo focar na minha saúde física e mental, priorizar o amor próprio, sentimentos recíprocos, amigos leais e ter minha vida em paz. É isso!

Tô off...
Tô apaixonado em uma morena do cabelo cacheado, aii✌🏾

"Tô triste, arrasado, estranho; Mas tô de pé!"

The burden of originality is one that most people don't want to accept. They'd rather sit in front of the TV and let that tell them what they're supposed to like, what they're supposed to buy, and what they're supposed to laugh at.

When you're taught to love everyone, to love your enemies, then what value does that place on love?

Tô começando a estranhar essa coisa de estar feliz demais, dando certo demais, apaixonada demais. Tudo que é demais sempre me fez quebrar a cara, e isso dá medo. Apavora.

Assim como a árvore que ignora os sinais de uma tempestade e não fortalece suas raízes, assim é o Tolo que não prepara seu espírito e, no vento das adversidades, inevitavelmente cai.

“O Bastidor da Alma”


Fora dos bastidores é fácil prometer: “tô contigo”, “conta comigo”.
Mas quando a dor chega e o silêncio pesa, quem fica?
É aí que a alma descobre quem é presença — e quem era só plateia.
A dependência nasce do medo de ficar só,
mas a cura vem quando você entende
que solidão também é casa,
e que amor que abandona não é amor, é ausência disfarçada.


🩶 — Purificação

⁠A questão é que tô tirando as prioridades de quem não me prioriza,deixando esperar ( coisa que nunca fiz) quem me fez esperar um dia, dando sorrisos e afetos a quem merece, e mantendo perto o que me faz bem...
A gente cansa, chega a hora que se olha para trás e vê quanto tempo perdido com quem não corresponde,com quem não valoriza ou vê o que fazemos.
Aprendi que se presente não faço diferença,ausente não deixo de estar com quem merece e dividir momentos com quem realmente vale a pena,e se eu sumir...
Pense na porta que você abriu para que isso aconteça e pode trancar a porta e jogar a chave fora,pois o eu que você um dia teve,deixou de existir...

Tô na lembrança esquecida,
na luz do olhar triste.
Sou a foto apagada,
a cicatriz curada na dor.


Tô no abraço distante,
perto, mas sem acalanto.
No amargo duvidoso,
misturado ao doce do fel,
desejando sempre o mel.


Tô por aí…
entre o perto e o distante,
em horizontes que se perdem,
onde nem a lembrança
conforta a ausência.
Tô por aí.

O que mais precisamos nessa caminhada é retribuir; o amor e carinho que recebemos. Valorizar quem toda a vida cuidou de nós.

⁠Vejo muitos casos crônicos de ORGULHO. Tipo tô na pior, mas vou manter a cabeça virada pra cima. Ou nunca me arrependo do que faço. Uma novidade pra você. Meu orgulho foi enterrado há muito tempo e eu me arrependo todos os dias de todos os erros que cometi e ainda cometo. Única coisa que espero nessa vida é o perdão de Deus e a misericórdia para mim e meu filho.
Emília Bôto

To aqui só vendo o tempo passar , esperando para ver se um dia irei te encontrar



Tô bem de baixo prá poder subir
Tô bem de cima prá poder cair
Tô dividindo prá poder sobrar
Disperdiçando prá poder faltar
Devagarinho prá poder caber
Bem de leve prá não perdoar
Tô estudando prá saber ignorar
Eu tô aqui comendo para vomitar

Tô te explicando
Prá te confundir
Tô te confundindo
Prá te esclarecer
Tô iluminando
Prá poder cegar
Tô ficando cego
Prá poder guiar

Devagarinho prá poder rasgar
Olho fechado prá te ver melhor
Com alegria prá poder chorar
Desesperado prá ter paciência
Carinhoso prá poder ferir
Lentamente prá não atrasar
Atrás da vida prá poder morrer
Eu tô me despedindo prá poder voltar

⁠Nem todo mundo tem essa necessidade de alcançar coisas grandiosas, chamar atenção para si...
Nem todo mundo gosta de aparecer, dizer que tem, que foi, que é...
Pois já perceberam o quão satisfatório é a simplicidade, aprender a dar valor as menores coisas, pois é ali onde mora o verdadeiro afeto, o sorriso sincero, a amizade fiel, a alegria que não se esvai...

And the oscars goes to

Protagonista. Antagonista. Figurante. Platéia. Coadjuvante. Júri. Ela já foi tudo na película que tentava exibir o que ela é. Ledo engano. Qualquer semelhança à realidade era mera coincidência. E se não fosse, convencia-se de que era. Nada tirava-lhe o gosto por personagens. Viver do nada, do tudo, do vento, dos atos, das cenas. E ela vivia. Não um dia de cada vez. Todos os dias de uma só vez. Era livre. Era leve. Não dava explicações. Não se auto explicava. Assim era bem mais fácil. E agora? Agora que ela aprendeu a se sentir? Agora que ela decidira se experimentar, se tocar, se saborear? Como voltar a representar se tudo que fala alcança-lhe as impressões digitais? Se tudo que olha rouba-lhe a essência, despe-lhe a alma, invade-lhe o palco? É isso que ela não suporta. Ela não suporta ser medida da cabeça aos pés. Ela não suporta ser um turbilhão de emoções, mas sem uma armadura que lhe dissimule o rubor do rosto e o coração em frangalhos. Ela não suporta mais sentir o gosto dela mesma. É intenso demais. É cruel demais. Ela precisa urgentemente de um novo roteiro. De um personagem que a salve de seus próprios sentimentos. De sua própria desordem.