Me Deixa que hoje eu To de Bobeira

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Carta a um Amigo


Sabe Francisco
Eu vi pela televisão
Notícias que falam do mundo
Mergulhado em confusão

Parece Francisco
Que tudo o que você falou
Somente os peixes e as aves
É que prestaram atenção

Você disse que é melhor
Amar que ser amado
Mas tem gente que ainda vive
Dando amor pré fabricado

Você que um dia arrancou
A roupa do teu corpo e ousou
Mostrar com sua nudez
Coisas que outro homem jamais fez

Venha de novo
Fazer outra revolução
Pois quem sabe dessa vez
O mundo preste atenção

Talvez eu esteja com receio de ter ido longe demais desta vez e esteja preparando a minha defesa, caso alguma coisa não saia como esperado. O que eu espero? Não espero nada, espero tudo, estou à deriva nessa aventura. Eu queria cristalizar esse momento da minha vida, mas estou em alta velocidade, e não sei se quero ir adiante, só que eu não tenho opção. Acho que é isso. Eu tinha opções, agora não tenho. Não consigo parar esse trem.

Eu sou uma pessoa extremamente frágil por dentro. Isso aqui é uma casca.

Eu só aceito a condição de ter você só pra mim.

Edward: A cama? Eu acho ela legal.
Bella: É desnecessária.

Eu consegui botar pra fora. Ele puxou o meu rosto de volta pra o dele, e os meus lábios se encaixaram nos dele. Lentamente dessa vez, ele rolou até estar em cima de mim. Ele se segurou cuidadosamente pra que eu não sentisse nada do peso dele, mas eu podia sentir a frieza de mármore do seu corpo pressionado no meu. O meu coração estava batendo tão alto que foi difícil ouvir o riso baixo dele.

Edward: Isso é debatível. Isso ia ser difícil no sofá.

Eu vou lá, mato minha vontade, tomo um belo banho, volto independente e resolvida pra casa e acordo no dia seguinte morrendo de vontade de ganhar flores, receber ligações românticas e promessas eternas. É uma praga

Até que por horas desisti. E, por Deus, tive o que eu não gostaria. Não foi ao longo de um vale fluvial que andei – eu sempre pensara que encontrar seria fértil e úmido como vales fluviais. Não contava que fosse esse grande desencontro.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Mesmo que eu não diga sempre, obrigado por cada pequena coisa que você faz por mim, e que tornam mais suaves os meus dias.

E naquele momento eu pensei que poderíamos ser infinitos se fôssemos música. E isso explica tudo, mas ninguém entende. Você entende. Mas cadê você?

Porque eu sou briguenta, mas sou mais sensível que maria-mole na frigideira.

Nem todo rico tem carro, nem todo ronco é pigarro, nem toda tosse é catarro, nem toda mulher eu agarro.

Estou numa época que prefiro um bom sapato a um homem mais ou menos. Pelo menos o sapato eu sei exatamente aonde ele irá me machucar.

Certas pessoas eu não trocaria nem por todo ouro do mundo.

Eu não tenho partido, sério. Mas estou com as pessoas que podem mudar alguma coisa, dou a maior força.

Não é fácil, muitas vezes eu me sinto sufocar de saudade, de vontade de estar perto.

Apenas um aviso que eu deixo bem simples: se quiser, me procura você.

Os maiores ladrões que eu conheço usam terno e gravata,
são tratados como autoridade,
e são super bem recebidos onde quer que estejam...

E "eu te amo" era uma farpa que não se podia tirar com uma pinça. Farpa incrustada na parte mais grossa da sola do pé.
Ah, e a falta de sede. Calor com sede seria suportável. Mas ah, a falta de sede.
Não havia senão faltas e ausências. E nem ao menos a vontade. Só farpas sem pontas salientes por onde serem pinçadas e extirpadas.

Clarice Lispector
Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Eu sempre amaria essa frágil garota humana, pelo resto da minha existência sem limites.
(Edward)

As vezes no silêncio da noite eu fico imaginando você.