Me Deixa que hoje eu To de Bobeira

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A pessoas que gostam de viver bons momentos, eu faço parte das que gostam de criar os bons momentos.

O eu não é senhor em sua própria casa.

Eu não conseguia ouvir mais nada no mundo além de você. E, naquele momento, estava tão frio e tão silencioso… E eu te amava tanto.

Mas eu quero. Eu quero um amor todinho meu, não uma metade, nem alguns caquinhos, mas todinho. Que eu possa chamar de meu, apertar, morder, beijar, bater. É meu, caramba! Ah... E eu quero surpresa, quero loucuras, quero bagunça, crise de ciúme, briguinhas que acabam em agarros, provas de amor. Eu quero me surpreender.
Até hoje, todos esses meus amores foram pré-definidos por uma lista de objetivos na vida, por um sonho bobo, por uma aposta. Agora eu quero me surpreender.

Eu tenho visto toda beleza e esplendor da tristeza,é quando o paraíso torna-se negro e o inferno branco,tão certo quanto errado, tão errado quanto certo.

⁠Eu não sou um exercício de matemática, ok? Eu não preciso fazer sentido.

"Eu desaprovo o que você diz, mas defenderei até a morte seu direito de dizê-lo", era a sua atitude agora.

Evelyn Beatrice Hall
The Friends of Voltaire. Londres: Smith, 1906

Nota: Trecho da biografia que a autora escreveu sobre Voltaire, referindo-se à atitude deste, fazendo uma paráfrase de um trecho de "Essay on Tolerance" de Voltaire.

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É esse o vírus que eu sugiro que você contraia
Na procura pela cura da loucura,
Quem tiver cabeça-dura vai morrer na praia

Eu sou parte do mar e das estrelas
E dos ventos do sul e do norte,
Das montanhas, da Lua e de Marte
E os séculos me enviaram para frente.

"Obrigado por não acreditar em mim, talvez quando você resolva acreditar, eu não precise mais de seus créditos"

DESEJOS
Agora eu estou com vontade de chorar
E eu ainda nao descobri porque
mais cedo eu estava com vontade de rir
E também nao sabia porque

Mais tarde talvez eu tenha vontade de dançar
e Talvez eu não saiba porque
Ou posso também ter vontade de gritar
E com certeza não saberei porque

OU quem sabe eu tenha vontade só de viver
sem precisar mesmo saber porque
ou ainda... posso querer... morrer
E assim, ninguém vai precisar saber porque

Eu, o menino e o cachorro...
E eu só reclamava da vida... reclamava da noite porque eu não dormia, reclamava do dia porque eu sofria, reclamava do frio que me gelava a alma,reclamava do calor que me atirava ao desânimo.
Para tudo e para todos eu tinha uma resposta,para a minha derrota eu sempre tinha um culpado, para o meu desamor sempre tinha um "alguém", para tudo uma reclamação, eu era o próprio azedume.
Ai de quem me criticasse, que apontasse o erro que eu não enxergava, para tudo tinha que haver um culpado, eu era a vítima do sistema, das pessoas, do mundo,eu sempre fui traído, enganado, sofrido...
Carregava aquela cruz pesada de ódio, e eu só reclamava da vida, seja de noite, seja de dia.
Até quem dia, um menino, desses meninos de rua, me pediu uma ajuda, e eu já estava pronto para ofendê-lo,quando ele pegou na minha mão e arrastou-me, se é que um menino tão pequeno teria essa força. No canto da rua ele me mostrou um cachorro muito sujo, que estava com a pata como que quebrada e cheio de feridas. O menino puxou a minha mão e fez chegar perto do cachorro. Ele olhava pra mim e depois para o cachorro,e falou numa voz que eu não consigo esquecer: - Moço, sara ele pra mim! É o meu melhor amigo.
Não sei porque e nem quero saber, mas eu não aguentei e chorei... Chorei como criança, como quem abre uma torneira, como se uma porta que estava fechada há muito tempo dentro de mim, se abrisse escancaradamente...
O menino não entendeu o meu choro e perguntou: - Ele vai morrer moço? É grave assim...
Despertei do meu choro e agarrei aquele cachorro com muito cuidado. Levei-o até a minha casa, poucos quarteirões dali, e tratei daquele cachorro como se fosse um filho, e o menino, que vivia pelas ruas, foi ficando, e cuidou de mim, curou minhas feridas, antes mesmo de eu curar as feridas do cachorro.
Hoje, não reclamo mais de nada, tudo para mim tem um sentido, tudo é perfeito, até o que dá errado. Faz 16 anos que o menino de rua pegou na minha mão, mudou a minha vida, transformou esse ser. Mostrou-me o caminho do amor, amor que restaura, cura, seca feridas, renova, traz esperança, e esperança é o nome do amor.
E esse menino, que hoje me chama de pai, destranca portas e janelas da minha alma todos os dias, quando segura na minha mão e me agradece por cada coisa tão pequena, os banhos, as roupas, a comida, a escola, a adoção, coisas que muita gente tem e não dá nenhum valor, ele me recompensa com carinho e dedicação.
Hoje é a sua formatura, e eu nem sei o que dizer, sou grato a Deus por ele entrar na minha vida, por quebrantar meu coração, e não largar mais a minha mão.
Hoje eu bendigo a vida. Valorize a sua vida, preencha-a com o amor.

Chorar por ti perder. Eu sempre achei que chorar por um amor perdido era um absurdo, até provar na pele esse absurdo.

Sei que ele não exige que eu faça sentido ou me explique.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Não é que eu te odeie, mas digamos que se você estivesse pegando fogo e eu com água... eu a beberia!

Parece que o amor chegou aí...

Eu não estava lá, mas eu vi!

Nunca pensei que eu poderia estar bem, até que você chegou e mudou a minha vida. O que era nublado agora está claro, você é a luz que eu precisava

Se soubesse como eu gosto das suas cheganças, você chegaria correndo todos os dias.

Chico Buarque
Leite derramado. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

O que há dentro do meu coração
Eu tenho guardado pra te dar!

Se há uma coisa que eu aprendi ao longo das eras é que você não pode desistir da sua família, não importa quanto se sinta tentado a isso.