Me Deixa que hoje eu To de Bobeira

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Nudez
Escrever deixa-me
Sem máscaras
Sem retoques
Os mantos caem
A vulnerabilidade aflora
sem pudor
A poesia me desnuda

Solta o fardo, apaga a luz,
deixa de lado o que te conduz.
A vida não é só conta e medida,
é o pulsar da alma, a paz permitida.
Não se cobre tanto, não se exija o mar,
basta o silêncio de apenas estar.

⁠O ato de escrever deixa-me vulnerável. Sou invadida pela sensação de que a inteireza se partiu em pedaços, onde partes de quem sou se tornam visíveis. Cada poesia, crônica, conto e prosa poética que escrevo, sangro no papel e pedaços de mim se espalham por aí, ganham vida própria e multiplicam minha existência no mundo.

Quando o Supremo deixa de ser tribunal e passa agir como partido político, a imparcialidade da Justiça se perde no palanque.




Benê Morais

Não quero viver,
mas respiro…
como quem carrega o mundo
sem saber onde deixá-lo.
Helaine machado

“Homicídio de alma” não deixa marcas no corpo,
mas sangra por dentro em silêncio.
É quando palavras viram lâminas,
e o afeto se transforma em ausência.
É morrer aos poucos em vida,
perdendo a cor, a voz, o brilho,
até esquecer quem se era…
até duvidar de si.
Mas toda alma ferida ainda respira esperança,
e aquilo que tentaram destruir,
Deus sabe reconstruir inteiro
Helaine Machado

​"O hálito é leve e não deixa rastro, mas o suor é o cimento que torna o sonho habitável."

"A paz é a única bagagem que, quanto mais cheia, mais leve deixa a caminhada."

Não confunda "foi bom" com "é bom". O "foi bom" te deixa aprisionado em um tempo que já passou e que provavelmente não volte mais. Deixe o "foi bom" e todas as memórias que ele evoca no passado e feche ciclos sem medo.

​CASTELOS DE PAPEL
(​Quando a tempestade leva o sonho e deixa o chão)

​Construí um castelo de ilusões em meus sonhos,
onde a torre é feita de papel (alma).
Tão leve que qualquer tempestade passa
e a leva para o céu...
Enquanto o alicerce fica no chão (matéria).
​Ao olhar para o alto, nada mais se vê.
Mas quem passa e repara o solo vazio,
pergunta ao vento:
O que havia ali que o teto não quis conter?

​ Lu Lena / 2026

⁠Ai, credo, deixa de ser duas caras… És linda de dia, maravilhosa de noite!

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitos depressivos vivem à exaustão, de tanto morrer a prestação.

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…


De tanto morrer a prestação.


Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.


A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…


E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.


Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.


Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.

⁠Acordar é tão Fácil, basta estar vivo!
E enquanto Deus te deixa acordar, é porque Ele espera que você Desperte.

Medo alucina a mente te deixa limitado, te proteja ser cauteloso.

Prefira o passo pequeno que você aguenta repetir todo dia à grande arrancada que te deixa exausto e frustrado. O ego quer o salto espetacular; a sabedoria quer o caminho constante. O sucesso sustentável é filho da paciência, não do desespero de chegar primeiro.

O que é do outro deixa com o outro, não é seu.

Deixa acontecer. No mais, Ele tudo fará.

Quem é Esse que deixa te ferirem para te fazer amadurecer?

A mulher de Deus nunca abaixa a guarda, ela sempre é vigilante.
A mulher de Deus nunca deixa sua lâmpada apagar: ela brilha.
A mulher de Deus sempre inclina o saleiro. Ela é o sal da terra.
A mulher de Deus, de Deus!